sexta-feira, 12 de maio de 2017


ATEU, CRENTE OU À-TOA?

QUAL É A SUA?


Vamos começar do começo...

Em expressão de maquinações, que vem ou veio primeiro como poder e força? As riquezas ou as religiões?

Para dar-se um senso, se existe algum senso quando discutimos ou apenas discorremos quanto às coisas de religiões e atrelados, mesmo assim, temos que partir de algum sentido, e para estas minhas divagações é necessário procurar ater-se numa possível lógica.

A par de procurar alguma lógica, haveremos de ir buscar ou conjecturar quais eram os maiores desejos, ou coisas de mais necessidades ao homem sapiens, deixando de lado seus antecessores.

Por certo, duas coisas lhes seriam de necessidades, como são hoje, o poder e o comer. Um complementando o outro.

Estes fatores eram elementos para complementos de riquezas, portanto poderes na forma objetiva. Mas, a natureza humana, pelo psicológico criou outro poder, no momento que alguém conseguiu descobrir o fator medo, inseria um poder sobre os indivíduos.

Não o medo adjetivo dos poderes objetivos, riquezas e forças, senão algo sobrenatural da não compreensão, pela mente, de algo que não estariam sobre seus controles, como por exemplo, alguém auto afirmar que algo como o Sol e a Lua, poderia sofrer interferências humanas.

Como se sabe, as mais antigas civilizações do mundo, inclusive aquelas civilizações indígenas nos confins de oceanos, tiveram como bases de seus deuses primordiais, o Sol e a Lua, pois entendiam que a “falta” deles lhes seria prejudicial, portanto advindo medos, afora aquele mais elementar que era a morte.

A morte, junto aos fatores já citados, sol e lua, á se criar medos, que são os produtos primordiais de religiões, nunca foi um sucedâneo, senão um complemento de grande força para mais uma não compreensão do sobrenatural.

Para esta não compreensão da morte, alguém em algum dia, de noite ou de dia, nos devaneios dos pensamentos articulou o imaginário, para algo além da morte. Ora... Se enterrado, ou colocado num vazo, ou queimado, não respondia o depois.

Criando uma sintonia para o depois...

Quem já não ouviu falar ou presenciou um fogo-fátuo?

Comumente isto existe em cemitérios onde se enterram as pessoas em covas rasas. E não escrevo isto por ouvir falar, mas, sobretudo por ter visto tal fato, e para isto, faço uma pequena digressão.

Certa, ocasião, na fazenda de café do meu avô que fazia divisa com a cidade de Brejão, um município de Garanhuns-Pernambuco, no Brasil, existia o cemitério da cidade, com muros baixos, nos limites da fazenda (sítio) e próxima à casa da dita fazenda.
Certa, noite, tinha meus 13 para 14 anos, quando á noite, resolvi dar uma volta para aqueles limites passando ao lado do muro, vi alguns clarões, curioso, subi no muro para ver o que seria àquilo, quando me deparei em ver que do chão surgia algo parecido como fogo, de uma cor azulada emergindo de uma cova. Era o tal do fogo-fátuo.
Que é senão combustão exaurida dos corpos em decomposição.
Hoje, os cientistas sabem que esse fogo esquisito está ligado à decomposição dos corpos de seres vivos. Nesse processo, as bactérias que metabolizam a matéria orgânica produzem gases que entram em combustão espontânea em contato com o ar. Ocorre uma pequena explosão e a chama azulada vem acompanhada de um pequeníssimo estrondo que assusta quem está muito por perto.
Contudo, isso não é de se espantar que o fenômeno alimente lendas de fantasmas, assombrações e “ALMAS PENADAS”.
No Brasil, ele deu origem a um dos primeiros mitos indígenas de que se tem notícia: o boitatá, a enorme serpente de fogo que mata quem destrói as florestas.

Posta a digressão, com ela faço criar a sintonia para o depois da morte, e seu sobrenaturais. Quem pela primeira vez viu isto, num sítio do homo sapiens, por certo teve a ideia de ter visto “o corpo” saindo de uma cova. É para se conjecturar, que o mesmo criou as tais de almas penadas, ou se para outro contou de tal fato, gerou-se as ditas cujas.

O fogo como queima tudo, porque não estava queimando aquela alma! Subjetividades elementares minhas, meus caros Watson!  

Para sintetizar: Veio os deuses, na forma de fenômenos não compreensíveis como sol e lua, induzindo pela mente humana. Por outros fenômenos também impossíveis a época de ser explicado, surgia almas e sua pena. E para consequências, pelas expertises já inatas ao homo sapiens, fez surgir outro poder do homem sobre o homem, além dos poderes da força e da riqueza. Disto para frente fez surgir às religiões, e por consequências os sacerdotes, com inúmeros nomes, tipos: Pajés, curandeiros, enfim, orientador, feiticeiro, curandeiro, liderança espiritual de uma tribo indígena ou de povos civilizados, aqueles que podem falar, ou interpretar deuses, para lide com os homens.

E porque resolvi fazer disto um artigo?

Á minha pouca compreensão para os atos que agora se dará em Fátima, Portugal, quando se está por gastar centenas de milhões de euros, para que se faça uma canonização de três jovens, que disseram ter visto a imagem de nossa senhora. Mormente, quando se sabe que a nação portuguesa, passa por graves problemas em suas economias. Carente até de recursos de terceiros.

Os entendidos em economia quebra o pau todos os dias, por verem o governo ter que pagar juros sobre os recursos que solicita a terceiras nações. E torram dinheiros para um festim deste? Qual a lógica?

Ou seja... Deuses vêm, ou foram criadas as pencas, desde que o homo sapiens, os tomou pelo Sol e pela Lua. Sub-deuses pela ICAR – Igreja Católica Apostólica Romana vêm sendo criados também as pencas, e são criados também por outras Igrejas, em menores proporções, como a Igreja Anglicana, Igreja Copta e Igreja Ortodoxa.

Querem ver as relações de nome de Santos, cliquem aqui

Quais foram os males que assolaram a humanidade: a fome, as pestes e as guerras.

É evidente que estes problemas não foram completamente resolvidos, no entanto foram transformados de forças incompreensíveis e incontroláveis da natureza em desafios que podem ser enfrentados. Não precisamos rezar para nenhum deus ou santo para que nos salvem deles.

Contudo, ainda, não soubemos controlar os males feitos ainda hoje por religiões. Guerras e atentados delas são provenientes.

As fomes ainda hoje existem para todos os lados, quase 800 milhões de pessoas tem esta necessidade diária, e de todas as formas, a física e a oculta, aquela que é representada pela natureza pobres dos alimentos, que de tão pobres, pouco produzem de efeitos a natureza humana. Enquanto isto se cobra dízimos de todas as sortes, para “alimentar” deus ou deuses, sacerdotes de todas as ordens.

quinta-feira, 11 de maio de 2017


POR QUE MORREU

MARISA LETÍCIA?

MORTE MORRIDA

OU MORTE MATADA!!!
Lula réu, tenta mentir e complicar a vida da mulher morta...




Honestamente, pensei, depois daquelas atitudes marginais de explorar a morte desta coitada, politicamente, tinham-na esquecido ao seu túmulo, onde tenho a certeza não deve estar descansada, senão a revirar-se no túmulo, pelos atos pelo qual pratica seu ex-esposo Lula da Silva, e o bando de advogados que lhes prestam defesas nesta causa de seus crimes contra o erário nacional.

O que se viu ontem, no julgamento do Lula, no Foro da Capital Curitiba, Foro Federal de juízo do juiz Sergio Fernando Moro, foi deprimente amoral, ilegal e imoral!

Tanto o réu Lula da Silva, quanto seus advogados passam a agora ignorar, que quem estava na direção do governo do Brasil era Lula, e não a pobre coitada da mulher dele.

Horrível para se ver, e imoral para se tomar conhecimentos, o próprio ex-marido, dar conotações, ou melhor, implicando explicitamente de que toda culpa, com as questões do Tríplex e do Sítio de Atibaia eram culpa de sua mulher.

Conforme se fez dar por entender suas respostas, ao Juiz Sergio Moro, foi ela que pediu que se fizesse tudo, o safado do Lula, não sabia de nada, como sempre, este é seu mote de defesas, mesmo quando ele estivesse presente em tudo e usufruindo de tais bens e benesses.

E isto já vem ocorrendo, pelas testemunhas, novamente convocadas ou ré-convocadas após morte da mulher do Lula.

Todos agora dizem (as testemunhas por ele convocadas), e indicadas por seus advogados, que todas as conversas que tiveram foram em particulares com a mulher dele, e que os pedidos partiram dela. Faltou alguém perguntar aonde se deram tais pedidos e conversas, quando os mesmo dizem que tudo o que fora ocorrido, 90%, se deu no Instituto Lula.

O Lula ficou embaraçadíssimo quanto o Juiz Sergio Moro, à frente, fez vários questionamentos onde os fatos teriam ocorrido, sem poder mentir e dar provas de onde realmente aconteceu, disse de própria voz que tudo acontecia no Instituto.

Quem a tudo assistiu ficou pasmado, quando Lula, tentava consertar os desconsertos que fazia, como testemunha ré, chamado a depor.

Deve ter tomado muitas bolinhas, pois normalmente quando pego em mentiras, e é comum ele mentir, não só fica desconcertado, como fica de humores alteradíssimo.

Se alguém, ou até seus advogados, tinham dúvidas quanto às declarações do réu Lula, suas mentiras, desfaçatezes, e ilações tolas, como quererem levar as incriminações para sua mulher, como a bandida da história, estas dúvidas foram realmente tiradas, Lula será condenado, pelo Juiz Sergio Moro, com altas penas, e o que ficou de suas pseuda esperteza, nos autos, o condenará, muito mais nos julgamentos de 2ª Instâncias, pois lá, são os autos que falam.

Coitada da Mulher Marisa Letícia, nem sequer pode ficar livres das maldades dos petistas, do marido e dos advogados. Agora piorada sem condições de dar suas defesas.

Deram com tudo no rabo desta senhora... Com paus, cipós e peias.

O BEM-ESTAR DAS OBSERVAÇÕES...


Aos amigos, inimigos ou aos simples adversários quero comunicar que estou há alguns tempos, em estado de observação por membros diretos do Facebook, com certeza, membros brasileiros – o que diz os meus desconfiômetros – o que acho maravilhoso! E isto não é ironia, muito pelo contrário é uma gratíssima situação e satisfação.
Á saber...
Já por três vezes, fui completa e indevidamente punido pelo Facebook.
Na primeira me deram uma punição de três dias, para um comentário que fiz a respeito de Gilberto Gil e o Caetano Veloso, chamando a atenção de que afora serem comunistas de primeira ocasião, os chamados comunistas caviares, a outra, para complementar que eles gostavam de se travestir como mulheres, e para o caso, até apresentei, uma imagem dos dois. O que é simplesmente a verdade. Creio que isto foi tomado como caso de homofobia. Provavelmente, por leituras de fãs do mesmo, e que me devem ter delatado!
Na segunda vez, foram 11 dias, e não tenho a mínima causa do que foi!
Na terceira e mais forte, foram trinta dias, proibido de quaisquer manifestações no Facebook, sem sequer de “curtir”. Zero de ações, e foi logo quando o meu irmão maçom e amigo virtual luso-londrino Mario de Oliveira criou o Grupo Tertúlia Maçônica FM, quando então escrevi que fulanos e beltranos, de um antigo Fórum, eram apenas simples cretinos.
Creio que um brasileiro sonso, que estava em lide na conversa, fez uma delação para o Facebook, tomando de um quadro simples, sem os nexos causais de quadro anteriores. Ou seja, descontextualizados. E depois, de umas respostas bem postas, no Grupo, e por e-mail da internet, resolveu me bloquear, o que foi ótimo, pois assim, não tenho o desprazer de tê-lo como amigo virtual. E o brasileiro sonso, é também maçom.
Então... Por estes dias, fiz um comentário sobre o Post posto, no mesmo Grupo, por outro amigo virtual e maçom, Luso-Angolano José Cordeiro, a respeito de um antigo Site, denominado Fórum Maçônico. Ali, teci vários comentários a respeito dos fatos ocorridos, que eram sobre tal Fórum, usando da escrita para contextualizar, que quem se escondia no anonimato de NICKS faz isto para cometer crimes. De todas as ordens e todas as sortes. E que graças aos bons tempos e a racionalidades das gentes do Facebook, isto não estava por ocorrer no Facebook, que em muito boa hora, proíbe, por regulamentos (regras fortíssimas) o uso de Nicks, constituído o ato em Perfil Fake, que se denunciado e provado, é retirado incontinentemente.
E não é que em boa hora, recebi uma informação, na minha página do perfil, se eram estes meus intentos mesmos (?), de postar tais escritos, no artigo do José Cordeiro? Acredito, e justa, tal indagação, porque de formas genéricas, sem nomear nomes, escrevi que são criminosos aqueles que gostam de se por em Nicks. Suponho, meramente, que deve ter ocorrido alguma delação. Existem adversários no Grupo Tertúlia FM, notadamente por xenofobismos, antigos adversários, que andam loucos, para que Eu cometa uma “rata” (um descuido), para assim, se possível fazer uma delação.
Contudo, estando em observações, me levam a crer, que agora os conteúdos dos fatos delatados, se põem á contextos de toda uma participação.
Estar, e acredito estar sob observações, é ótimo, pois faz com que os moderadores do Facebook, não caiam nas esparrelas das frias denúncias e habitualmente feitas, mesmo que de falsas informações, que adversários fazem, com o simples fato de prejudicar pessoas.
Já sofri de tudo um pouco no Facebook, desde gente que fazem ofensas violentíssimas a minha pessoa, ao mesmo tempo em que sabendo Eu ter lido, as apagam, me lembrando de um Nick, no site de um Fórum Maçônico, que tarde da noite, para ele, pois havia um fuso horário de 04 horas, Eu no Brasil era meia-noite, ele em Portugal, qual horário eram 04 d’amanhã, escrevia todas as barbaridades que podia para me ofender, e que depois apagava.
Parou com isto, depois, que passei a copiar ás páginas, clicando “insert print” ameaçando-o de mandar tudo para os moderadores, ou de pô-las no Fórum. Seu Nick era Adamoch, saudoso maçom, hoje falecido. Saudoso, porque era dono de um excelente conhecimento, que por xenofobismos, destrambelhava-se em impróprios, quando tinha seus argumentos vencidos. Ele era portuga, e Eu brazuca. Ou melhor, continuo sendo!
Por alguns dias acredito um mês passado, um petista tresloucado, pegou de imagens minhas, com familiares e amigos, nas reservas do Facebook, ofendendo-me, e “noticiando” de Eu ser um velho pedófilo, um criminoso, e que todos que me vissem deveriam linchar-me até a morte. Vide as imagens:

Noticiei ao Facebook, e ele teve seu perfil deletado. Todavia o mesmo já o refez, voltando as atividades, trocando, as posições do sobrenome. Voltei a notificar tal ato, a vista dele ter cometido um ato criminoso, e que factivelmente poderia fazê-lo novamente, mas o Facebook achou por bem nada fazer. A vista do mesmo ser brasileiro, e por seu IP, pude saber até onde residia, comuniquei-o por meios internos destes meus conhecimentos, e que se continuasse com tal atitude, estaria denunciando-o a Polícia Federal, e ao Ministério Público, pela ameaça de morte que me fez. E bloqueei-o.
Isto é parte do jogo quando se é lutador de causas, notadamente, as políticas e sou veemente críticos e contrários a toda gente de esquerda, principalmente as gentes do bando de Lula, que são as gentes do Partido dos Trabalhadores. E os “castigos” com veementes artigos e comentários. Respeitosos, por obvio!
Para cada caso se tem uma receita para agir. A minha, juntar-se de muitos argumentos, se possível, repetitivos, com provas e fatos, usando-se de boas ironias, nunca, se pondo ou descendo ao perfil das ofensas, muito natural, aos destrambelhados, que pensam que agindo com ofensas, vencem, ou ofendem. Ofensas virtuais não têm os mínimos sentidos!!! Para mim é apenas uma tela fria.
Gosto muito das páginas sociais do FACEBOOK, que há mais de dez anos, vivem a aperfeiçoa-lo, o que é por para todos os usuários e ótimo para seus criadores.

terça-feira, 9 de maio de 2017


MAÇONARIAS COMPARADAS...

PELOS TEMPOS!



Primeira fase:    1717 + 74 anos = 1791.
Segunda fase:    1791 + 74 anos = 1865.
Terceira fase:     1865 + 74 anos = 1939.
Quarta fase:       1939 + 74 anos = 2013.



Para melhorar os meus achismos destes tempos acima, se alentarmos 75 anos como ciclo de tempo de uma vida, como todos os tempos para maturações, veremos que 75 vezes 04 etapas, somaremos 300 anos de tempos, algo que se completará, para a maçonaria no dia 24 de junho de 2017.

Lembro que das coisas sobre a maçonaria de hoje, o mais que há são achismos, a começar, que já se deu provas, irrefutáveis, que, nunca jamais a data regular da criação da Grande Loja da Inglaterra, não se deu pela data informada de 24.06.1717.

Sobres estes meus números tempos, não há prerrogativas nenhuma de cronologias absolutas, senão de um exercício hipotético particular, dado a fatos ocorridos em épocas, que fizeram o mundo ter grandes mudanças, por consequências, mudanças de comportamentos, tanto por cidadãos como nações.

Como cada ciclo de vida, se completa por doze meses, faz sentido, que você só terá um ciclo de tempo completo, no caso estes meus exercícios, estimado em um ano, ou seja, passados 12 meses completos. Daí optar por trabalhar não com ciclo de vida maturado de 75, senão de 74 anos.

Dando partida pelo ano da Maçonaria Especulativa, estimada pelo ano de 1717, teremos...

De 1717 a 1791, tivemos dois grandes eventos que mudaram o mundo. Nas suas formas, POLÍTICA, SOCIAL e ECONOMICAMENTE. Os quais foram, a Revolução Americana de Libertação (1775-1783) com sua independência da Inglaterra, e a da Europa, a Revolução francesa de 1789, estabilizada para além de 1791.

Nestes tempos, a maçonaria trazia em seu bojo um arcabouço de lutas, e como seus princípios maiores, suas lutas contra o peso da ignorância. Ora estabelecida por questões religiosas, notadamente contra as questões da ICAR – Igreja Católica Apostólica Romana, ora contra o absolutismo de várias monarquias existentes, mesmo até por aquelas que sofreram mudanças para o regime parlamentaristas. Pois enquanto, se dizia que neste tipo de regime, os reis reinam mais não governam, em verdades, meias verdades, haja vista, que eles tinham a autonomia de “criar” e “demitir” seus ministros, a hora que lhes desse na telha. E detinha sobre seus comandos os poderes de suas forças armadas.

De 1717, Eu imaginei um ciclo de 03 etapas para Maçonaria, como sendo: Crescimento, Desenvolvimento e Maturação. E outro ciclo compreendido analogamente a biologia humana:

- Juventude (segunda adolescência): 1ª etapa do ciclo de 74 anos...

- Vida Adulta Jovem: 2ª etapa do ciclo de 74 anos...

- Vida Adulta Média ou Crise da Meia- 3ª etapa do ciclo de 74 anos...

- Segunda Vida Adulta: 4ª etapa do ciclo de 74 anos... A que estamos vivendo, e podemos chama-la, a da maturação pela sapiência.

Na juventude a Maçonaria de fato foi uma zona completa.

Todo mundo queria ser maçom, pelo que se assombravam eram...

Os maçons deste período eram, em suma maioria elitista, e quase sempre, os que comandavam a maçonaria na Europa, eram oriundos da nobreza, ou diretamente da nobiliarquia regia. Os demais eram pessoas que se tornaram homens proeminentes, por sapiências acadêmicas, ou poderosos por riquezas pessoais auferidas, ou de poder militar, todos porém cheios de iniciativas quase pueris, aos perfis da maçonaria. Também pueril, se se fizer uma pesquisa por “meio número” de Ritos criados, portanto, alguns mais para “neo maçonarias criadas”, a coisa beirava aos escândalos.

Foram para mais de cem os ritos criados. Todos feitos às imagens e desejos e egos de seus criadores, e para assinala-lo, principalmente às imperfeiçoes de seus criadores, pois a maioria era mais para substanciar questões de egos, e para afirmações pessoais, do que verdadeiramente mudar ou transformar em algo bom, novar ou inovar princípios.

Por épocas da “juventude da maçonaria”, até bem próxima “vida adulta jovem”, podemos considerar a maçonaria pelas fases do que se considerava altamente secreto, seu lado bastante obscuro, fechado, e não por conta de seus sincretismos esotéricos ligados as iniciações ou por seus trabalhos em Templo.

Para esta fase do secreto usou-se, senão pelas ilações dadas aos neófitos, então iniciados, de que teriam suas línguas arrancadas e suas gargantas cortadas. Ao leigo, soa como uma barbaridade, mas, pela época, isto fazia sentido para fatos da vida. Pois, muitas das torturas havidas eram por estes estilos, ou piores.

Quantas gentes não tinham suas línguas decepadas, por abrir o bico. Ou esquartejados, ou empalados. No Brasil, até bem próximo de sua Independência os reis de Portugal, mandavam empalar muitas cabeças, depois de corpos esquartejados, em pontos de muita movimentação numa vila, para imposição do medo. Em 1817, na chamada Revolução Pernambucana contra o Império Português, com o rei já sediado no Rio de Janeiro, estes eventos foram aos milhares.

Então... Que tem, têm medos! Os segredos eram bem guardados.

Aquando os meios de comunicações eram pobres. E a maioria das mídias, davam poucas trelas, entendendo as coisas contadas da maçonaria como fofocas (fuxicos). Notadamente, praticado por crentes da igreja cristã, ligadas a ICAR.

E as ignorâncias quanto a barbáries eram palpáveis ou a vista d’olhos. Escreveu não leu, o pau comia. Por outro lado, as ignorâncias quanto, ou relativo às sabedorias de conhecimentos, pode-se dizer que a Maçonaria de antão, pela terceira e quartas fases, justamente a compreendida entre VIDA ADULTA MÉDIA e SEGUNDA VIDA ADULTA, ou a da SAPIÊNCIA era muito mais rica do que temos pelos nossos tempos. Pois, ela foi predominantemente elitista. Donde os cooptações de membros eram escolhidos a seletivas sociais.

Procurava-se cooptar, e sempre, gentes importantes, de conhecimentos acadêmicos, tanto quanto de poderes monárquicos, monásticos (bispos e cardeais) e de posses e poderes de mandos e comandos.

Não é à-toa quando pesquisamos por histórias, podermos contar que o maior número de Grãos Mestre, ou gentes do Grão Mestrado, eram destes perfis. Em quase todas as partes do mundo. Pela Inglaterra, ou se era SIR, ou se era da Monarquia Real ou se era da Igreja Anglicana. Na França, que era o segundo polo maçônico, também era assim. A maioria dos Grãos Mestres eram lordes.

Por certo, a cada etapa houve mudanças na maçonaria, também cíclica, quanto havia de mudanças sociais no mundo. Por exemplo:

Com o advento da Revolução Francesa, que pela época se suspeitava ter tido fortes laços com a maçonaria, nunca sem causa, para isto, pois conta-se que na Assembleia Nacional Constituinte Francesa, que contava com 1.177 constituintes, 200 deles eram maçons, que é um número respeitabilíssimo. Acima de 15% do total existente.

Por conta disto, e desse impacto, quase que na Inglaterra se punha o fechamento da Maçonaria Inglesa. Só nada sofreu, por que se deitou de joelhos ao Parlamento Britânico (1798), dobrados as exigências feitas pelos Parlamento Britânico, que era de ceder os nomes de todos os maçons ativos que existisse, e que fossem existindo com as novas iniciações. Isto perdurou por 167 anos. Só se encerrando tal exigências, no ano de 1967.

Já hoje se ver, que os franceses não estavam de todo tão errados assim. Salvos enganos de data, em 2015, resolveram os altos membros da maçonaria inglesa extinguir de seus trabalhos nos

Templos, questões de juramentos, isto me confirmado pelo irmão Mario D’Oliveira, um membro ativo da UGLE. (Questão exposta agora pela revisão deste texto, hoje, 09.05.2017).

Ademais que foram havendo outras revoluções na França a partir de 1789 como a Girondina (finalizada em 1793) quando os Jacobinos, lhes tomaram a posição, e que as perderam em 1794, com a prisão e execução do líder jacobino Robespierre.

Destes distúrbios da maçonaria por conta de eventos políticos, ou normais sociais, que iam aparecendo, temos que nos lembrar das cisões que foram havendo, notadamente, pelas duas maiores forças que eram a inglesa e a francesa, a ponto das duas entrarem em conflitos de ideias, quando pelas laicidades havidas no governo e na sociedade francesa, resolveram por abdicar de coisas, para exercícios dos trabalhos maçônicos ligados a religião. Ela, a Maçonaria francesa, foi-se pelos ritos que eram havidos como racionais implícitos dizer-se, sem questões de religiões metidas no seio dos Templos (1773).

E que depois, voltou-se para regressões dogmáticas religiosas, como ocorreram na Inglaterra em 1813, movidas pela Igreja Anglicana que dominava os Modernos. Em 1815 a francesa, agiu da mesma forma, voltando para coisas religiosas, mesmo assim até hoje a Maçonaria Inglesa não reconhece a francesa, como uma maçonaria regular.

Seria por despeitos? Avento que sim! Mas, acredito mais em beicinhos maçônicos. A Maçonaria francesa foi a que mais fez implantar formações maçônicas pelo mundo. Um exemplo disto foi a Maçonaria Brasileira, e quase todas as das Américas, Latinas e do Norte, que tiveram fortes ascendências francesas. No Brasil, foi à maçonaria francesa que participou para o surgimento dela.

E assim foi e continua ocorrendo “mudanças na maçonaria”, contudo as considero nada estruturais, senão de acomodações para os tempos que se vive.

Se tiverem por pesquisar, verão que a cada 74 anos, e por ciclos de 10 em 10 anos nestes tempos surgiram novações. Na política, no social e na economia, sempre com seus ciclos de altas e baixas.

Hoje, as Maçonarias estão altamente heterogêneas em tudo e por tudo. Todavia de minha parte, perderam-se suas essências, e por isto, acho, tem se tornado mais fraca. Menos dinâmica, e menos participativa nas coisas das sociedades, como por exemplos, numa participação política, mais efetiva e direta.

Maçonaria tão mais forte será aquando mais gentes fortes cooptar. Por fortes entenda-se tudo aquilo que se passa na sociedade profana. Forte de elementos políticos, fortes pelos elementos do judiciário, tanto aqueles que detenham fortes poderes sócios econômicos.

Fala-se da fraternidade e é assim que o mundo profano pensa! Que irmão ajuda irmão, que tal como em outros povos ou etnias as trocas de garantia para maus tempos estão sempre existentes. FALÁCIAS.

Nunca a Maçonaria pelo mundo esteve tão fraca neste sentido. Faço uma exceção a Maçonaria Inglesa, que nas questões das beneficências deixam as demais, por rés de seus pés. Entretanto se ver, que está beneficência está mais voltada para caridades. Não sei o quanto de irmão para irmão. Pois, também naquela nação, o número de maçons decresce, nas medidas de afastamentos (adormecimentos), quanto de novas cooptações.

Finalizando, se verificarem os ciclos de 74 anos, notar-se-á ciclos menores que os completa, correspondem mudanças, fortíssimas, na sociedade profana, que por obvio, inferiram para s questões maçônicas. De 1865 a 1939, tivemos dois grandes confrontos mundiais, um iniciado em 1914 outro em 1939, que mudou a vida e a sociedade para todo mundo.

Findo está monstruosa etapa, 1945, entre algumas guerras de pequenas montas e localizadas, o mundo tem vivido, uma era, podemos conceituar de paz, moderada, e de grandes avanços para humanidade no que concerne a seu desenvolvimento, social e tecnológico avançadíssimos em diversas ciências.

Enfim, inúmeros foram os fatos históricos que ajudaram a transformar o mundo, e neste composto a Maçonaria.







[1] Artigo feito em 2013, á recuperação aquando do meu acometimento de um câncer.

Mestre Maçom: EfeGueiros.
[2] Revisionado em 09.05.2017


IMPEDIMENTOS E PUNIÇÃO DE GILMAR MENDES SÃO UTOPIAS ÁS VISTAS...



Em verdades creio que sim...
Duvido total e completamente que o Plenário do Supremo Tribunal Federal atenda a quaisquer dos pleitos pedidos contra o vergonhoso ministro Gilmar Mendes, ou seja, o Impeachment contra ele, pedidos por inúmeros juízes de várias Instâncias e Tribunais, tanto quanto este pedido do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, para seu impedimento de dar quaisquer votos, nos pleito feito a Justiça, pelos advogados de Eike Batista, haja vista a participação direta da sua mulher no escritório de advocacia que defende o indicado paciente, feito com plenas e ilibados acertos, pelos argumentos expostos do Código de processos civis e penais.
As dúvidas vêm dos altos espíritos corporativistas existentes neste, e outros órgãos do governo federal, como é o caso da casa de bandidos denominada Congresso. Para mais, que ele já detém um grupelho dentro do Supremo, que serão sem sobras de dúvidas o Toffoli, o Lewandowski, c om meias dúvidas o Marco Aurélio.
Somente me resta às convicções que dois pelos menos votarão a favor da punição e o impedimento, que seriam o Fachin e a ministra Carmem Lúcia, sobrariam: ministro Celso de Mello, ministro Luiz Fux, ministra Rosa Weber, ministro Roberto Barroso, ministro Alexandre de Moraes.
Deste, com dúvidas acho, acham que possam com “surpresas” votar a favor, o ministro Fux e o ministro Barroso, que já deram mostras, em conformidades com que dita à lei, no presente caso o que está determinado pelos Códigos de Processos, pelos artigos expostos.
Os artigos que o PGR enquadra são estes:
Art. 144.  Há impedimento do juiz, sendo-lhe vedado exercer suas funções no processo:
III - quando nele estiver postulando, como defensor público, advogado ou membro do Ministério Público, seu cônjuge ou companheiro, ou qualquer parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive; (Por analogia ao escritório da esposa que defende o Eike Batista).
IV - quando for parte no processo ele próprio, seu cônjuge ou companheiro, ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive; (Por analogia ao escritório da esposa que defende o Eike Batista).
VIII - em que figure como parte cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge, companheiro ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive, mesmo que patrocinado por advogado de outro escritório; (Neste caso é direto pela participação da esposa de proventos do escritório a qual faz parte).
§ 3o O impedimento previsto no inciso III também se verifica no caso de mandato conferido a membro de escritório de advocacia que tenha em seus quadros advogado que individualmente ostente a condição nele prevista, mesmo que não intervenha diretamente no processo. (Neste caso o advogado do Eike tem o mandato do escritório, onde ela trabalha).
Para mais o artigo...
Art. 145.  Há suspeição do juiz:
III - quando qualquer das partes for sua credora ou devedora, de seu cônjuge ou companheiro ou de parentes destes, em linha reta até o terceiro grau, inclusive; (Guiomar esposa do ministro Gilmar Mendes, é credora do Eike Batista, pelo escritório que o defende.)
IV - interessado no julgamento do processo em favor de qualquer das partes. (No caso há, qual seja a esposa Guiomar, do ministro Gilmar Mendes, que recebe proventos por causas feitas pelo escritório onde ela trabalha.)
Não creio que o novato ministro Alexandre Morais vote a favor ou contra. Se pudesse, ele e o ministro Celso de Mello e Rosa Weber optariam pela abstenção. Portanto, creio que os três votarão de forma corporativa. Resultado, que seria de seis votos contra, com quatro a favor.
Não será desta vez, que veremos este vergonhoso ministro Gilmar Mendes ser punido.
E por obvio, nunca será pelo Congresso, haja vista, que já demonstrou nos casos de Renan e outros, estar a favor que não mude, quanto a punições. Deixar tudo como sempre esteve. O Supremo não julgada nada, deixar estar para ver como é que fica, até, em vencendo todos os prazos, fique-se tudo pelas impunidades.

quinta-feira, 4 de maio de 2017


MAÇONARIA PASSADA A LIMPO, POR UM MAÇOM...




(Avisos aos desavisados e aos paranoicos de perseguições, este trabalho, esta prancha não são apenas críticas, senão uma exposição de fatos e motivos, que espero seja também entendidos como aviso aos navegantes por mares maçônicos).




Sou maçom de grau 15º, mas pouquíssimo importa, as suas gradações e cargos, para hoje, para amanhã e todo o sempre dentro da maçonaria. Ou fora dela... Se você não tiver deixado a maçonaria entrar em você, poderá ser maçom iniciado, mas continuará a ser, o profano que a ela adentrou, na suma maioria por curiosidades, e interesses pessoais!



Importa-me agora, e para sempre importará é aprender, e a ser sempre ensinado, e para mais; dar-me em conta àquilo que me foi ensinado e que me deu condições de estando na maçonaria, e exercitando-a nos meus íntimos mais profundos, dedicar-me nos aprimoramentos de seus conhecimentos, conceitos e história, para poder exercitá-la com mais segurança e discernimentos. Dentro e fora dos Templos.



Para isto continuo sendo um eterno aprendiz e me apraz a ter sempre novos professores, da vida profana e da maçonaria. Tanto, se houver, ter as condições de dar em ensinamentos aquilo que aprendi! E nisto estar sempre experto, mais do que somente esperto, no lema pessoal: “Saber hoje mais do que ontem...”!



E ser julgado, jamais me deu receios algum para a vida.



Absorvi isto, ainda jovem, com 16 anos, quando me deparei com o Salmo: “JUDICA ME DOMINE SECUNDUM JUSTITIAM MEAM ET SECUNDUM INNOCENTIAM MEAM SUPER ME”!



Que na forma literal seria: “Julga-me senhor, segundo minha justiça e segundo minha inocência em mim”.



Que me levaram afirmar e ter como lema de vida, para mim, “Saber hoje mais do que ontem”, meu prumo, esquadro, compasso maço e outros instrumentos maçônicos, então homem maduro, enquanto mesmo simbólicos; e instrumental para vida profana.



Posto isto, vamos as trolhas...



Ser... APRENDIZ:



Todo maçom acima deste grau, portanto, companheiro e mestre, têm a certeza absoluta que um noviço (novato) candidato a aprendiz é absolutamente um estúpido ignorante. Pouco importando a natureza profissional, acadêmica (estudos) ou sua capacidade intelectual.



É aprendiz... É burro! E pronto...



Dentro deste conceito, se forem dadas chances para alguns mestres, pode o aprendiz até virar burro de carga. E tende a isto virar, por temores normais da natureza humana. Os receios de ser de alguma forma punido! Isto quase é uma rotina.



Tudo começa pelas imponências de muitos e variados mestres, aquando ao próprio aprendizado de aprendiz e sua formação como maçom. A aplicação do catecismo leia-se compêndio de instruções, ritualísticas e de material maçônico, pela filosofia dos mestres, já “formados” como tal, já se presta.



Se um aprendiz insisti com alguma questão; vêm as respostas mais clássicas: ISTO É SEGREDO!



Segredo porras alguma... Descobrirá o aprendiz mais à frente, no seu trabalho, e por se encontrar as cegas tateando, em centenas de livros existentes nas prateleiras de inúmeras livrarias.



E isto ocorre, por preguiças (ociosidades) ou simplesmente porque muitos daqueles que se fez Mestre, simplesmente passaram a isto, a este grau, ou a eles, foram alçados de graus, mesmo quiçá, muito menos sapientes do que muitos aprendizes.



Mestres e companheiros maçons, não se enxergam ou apenas tornam-se petulantes por já terem sido iniciados maçom primeiramente. Pouco importa se um aprendiz na vida profana tem alguma formação. Seja de ascensorista ou um profissional da medicina no grau de neurocirurgião dos “miolos” humanos. Ou no caso de um professor da área jurídica.



Não interessa! Ele é aprendiz, portanto um estúpido.



Este tipo de comportamento, normalmente, afora criar aborrecimentos no já aprendiz, o desestimula a seguir em frente. Vai daí muito se darem afastamentos.



O aprendiz, só não é estúpido quando é dado a ser explorado na sua profissão profana. Sim... E o são, por conta de seus receios. Que são absolutamente normais... Vi isto com meus olhos, que o fogo há de queimar. Sim...



O fogo! Haja vista, que já avisei a meus familiares, e por estes textos continuo avisando, que quero ser cremado, e caso não o façam, juro que me levanto de onde esteja, e vou encher de cipós, paus e peias a vizinhança que por acaso estiverem a me render homenagens póstumas. Não as quero na morte, se existir, quero-as em vida!!!



Ser... COMPANHEIRO:



Para estes, muda muito pouco! Somente que passados por alguns bons tempos, pelos tempos de aprendizes, já saem da categoria de aprendiz estúpidos, para aprendiz aceito como curioso, e por incrível que possa parecer... Sabem falar, e pasmem, descobre-se que sabem pensar.



Tanto quanto pelo maior tempo de convívios, já é mostrado não como aquele noviço estúpido, já agora é havido como pessoa, é da categoria humana.



Mas, nos critérios de instruções, ou ser instruído, vale o retro anterior descrito. Aplica-se o compêndio de instruções, ritualísticas e de material maçônico, contidos num livreto, também conhecido como catecismos. E agora o havido como companheiro, que se vire. Como tinham que se virar, os aprendizes...



Já é um pouquinho maior, mas, nunca se atreva a pedir a um mestre algo que pareça, complicado aos seus entendimentos, pois poderá ter as mesmas respostas que eram dadas aquando aprendiz. Isto é Segredo!



Ser... MESTRES:



É aqui que moram os acertos e os desacertos da Maçonaria. E é nisto que afirmo peremptoriamente que a Maçonaria é Justa e Perfeita.



Vejamos...



Já começa pelo erro crasso (Eu nunca vi pelos meus 23 anos, ou 8.401 dias de maçonaria – até 2008) ser pedido para exaltação de um mestre maçom, um trabalho, ou trabalhos como são pedidos aos aprendizes e companheiros. Como poucos trabalhos vi de mestres apresentados em Loja, sequer fosse, por distribuição, na bolsa de propostas e informações.



E soube disto, quando, ao meu amado mestre Eugênio Carbone (já hoje no Oriente Eterno) fiz a questão, quando cumprindo meus interstícios pelas lições “dadas” no catecismo de mestre, se seria requisitado um trabalho, pergunta que houvera feita a outro irmão companheiro. Disseram-me que não!



Por que não? Indaguei-lhe! E pela primeira vez vi o meu mestre de instruções, dizer que a esta pergunta, ele, não saberia responder. Como ninguém nunca soube me responder. É um modus operandi de se graduar alguém, sem inquerir de seus conhecimentos.



Será que o título; o grau, a vestimenta maior, o avental, já por isto iguala a todos? Novos mestres á velhos mestres?



Obvio que não. Os problemas na maçonaria, já são gerados nisto, e tornou-se quiçá, tradição.



Mestre é mestre, ora porra! Você não sabia disto, mestre EfeGueiros!!!



Não... Não quero e nunca aceitarei tal forma, pois o que isto tem gerado é um bando de mestres ociosos, estagnados em aprendizados da maçonaria, e cheios de vidas de ágapes.



Estás ociosidades é o gerador de até Lojas, serem tombadas.



Aliás, uma digressão...



Eu já vi, foram poucos, mais existiu, aprendiz apresentar um trabalho, para o não estava assente tão somente aos fatos e dados do catecismo maçônico, no livreto de aprendizagens maçônicas, senão, em projetá-las as instruções dadas em conexões análogas a sua vida profana e seu lado profissional. Tendo estes trabalhos, sido ovacionado como de gênios.



O gênio, tinha por formação, ter sido advogado, e por concursos, ter se tornado juiz. Outro caso, fora a de um neurocirurgião!



Lógico... Jamais, nunca ovacionados, por aqueles mestres com mentalidades tacanhas, que por serem tacanhos, acham por tradições, deve-se dissertar apenas sobre aquilo que foi apresentado ou instruído pelo catecismo. Ou seja, o estúpido aprendiz, estar querendo ser mais do que é. Um estúpido.



Salvo enganos, quem apresentou um trabalho a estes estilos, não sei em que grau, e dito por meu mestre Eugenio Carbone, foi um nosso irmão da Loja Sphinx Paulistana, que era neurocirurgião.



Então de volta ao tema mestre.



Os Veneráveis, não sei, por cargas d’águas não exige tais trabalhos, quer seja coletivo, quer seja pessoal, e creio se um fizer, não faltará irmãos, a pedir-lhe um “impeachment maçônico”, junto ao Grão Mestrado, ou quiçá, ao Conselho de Família, por que um bloco de mestre se sentirá incomodado.



E às águas vão rolando. Os mestres se emburrecendo, emburricados pelo ócio das mesmas coisas, em Templo. Na expressão: TUDO ESTÁ JUSTO E PERFEITO!



E passam, por isto, ou para isto a não servir a nada. Nem para Maçonaria e a sua Loja. Data vênia a razão de minha ótica crítica, ao final dos contextos destas minhas explanações, pois, não querem servir de mestres aos aprendizes; não quererem servir de mestres aos companheiros e a se próprio, de mestres para mestres, ao não expor seus conhecimentos maturados, enquanto os foram aprendendo em graus anteriores a sua exaltação.



E o que sobra?



Ócios! Que tendem a produzir turmas e turminhas, blocos e bloquinhos. Para as mais íntimas das coisas erradas, que é uns servirem de votos para outros galgarem o cargo de Venerável, um tributo, que para alguns tem sido um Dossel de calvários. Pois, vão sofrer, por não estarem preparado.



Passam-se então as amenidades á existirem, para dias menos dias surgiram os abusos, e aborrecimentos com as consequências de adormecimentos, muitas das vezes precoces a existência de vida de um maçom. Que certamente poderia produzir muito mais...



Tenho escrito...





Em tempo: Esta prancha, este trabalho foi por mim feito no ano de 2008, passado o tempo de nove anos, tudo anda dantes, como no quartel de Abrantes. Dito português. Adjunto isto, nesta data de 14.01.2019.

segunda-feira, 1 de maio de 2017


SÃO TOTALMENTE CULPADOS OS MINISTROS JUÍZES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL?

POR TODAS ESTAS ESBORNIAS DE HABEAS CORPUS, DO PRENDE E SOLTA DE CRIMINOSOS INVESTIGADOS DA LAVA-JATO?




















Nos meus ““achamentos”” SIM e NÃO...
Antes uma pequena digressão de uma história...
Tive a sublime honra de ter dois tios como ministros juízes do Supremo Tribunal Federal, ambos também a presidir aquele Órgão.
Seria, de todo, Eu, suspeito em falar dos mesmos como figuras impar, em sobriedades, hombridades, probidades e doutos nas artes do Direito. Mas, não só escrevo como fui testemunha de tudo sobre a vida destes.
Jamais vi seus nomes nas mídias que não fossem para receberem elogios e homenagens, Simples assim... Seus nomes: Esdras Gueiros e Evandro Gueiros Leite. Para mais completar destes meus orgulhos desta gente tão importante para o Brasil conto uma passagem com um de seus pares, ministro juiz Aldir Passarinho.
Estava Eu, num almoço em casa de meu tio Evandro, ressabiado (risos), jovem (34 anos) por conta de tantas luzes do Direito. Mudo não haveria de ficar... Pois, a conversa, á tirar meus receios existia de tudo, desde obvio, de coisas da área dos mesmos, passando por futebol, piadas, etc.
Lá pelas tantas, talvez porque examinasse um caso relativo, o ministro Aldir discorria sobre questões relativas do FGTS, algo que como bancário que era, tinha, modéstia ao lado, quase completo domínio, pois havia sido inspetor de um Banco, a que está matéria a mim foi destinada e circunstanciada. Para tanto não só tinha o domínio sobre a parte técnico executivo do programa, como sua inerência jurídica.
Suscintamente... Concordando e discordando com o ministro Aldir, também discorri que o FGTS tinha sua parte boa e ruim. Das ruins... Ele foi criado com o fito de dar seguranças ao empregador e também para o empregado, algo meio difícil. Ao empregado porque tirava as subjetividades de indenizações quando da saída de um empregado, fosse por que fosse. E ao trabalhar, a segurança, primordial, que teria sim, um suporte de indenização em uma conta individualizada a sua pessoa.
Antes, porventura uma empresa viesse a falir, o primeiro a ficar com uma mão na frente e outra atrás era o empregado.
A parte ruim que considerei com o ministro Aldir, foi á questão da indenização. Antes um funcionário tinha a indenização tantos tempos quantos fosse os doze meses de trabalho numa empresa, e que quando chegasse há 10 anos, ou seja, 120 meses; teriam que ser pago pelo empregador, os dez anos acima, dobrados. 10 anos equivaleria uma indenização de 20 anos. 11, como 22, e assim sucessivamente.
E o que via para isto, como contrapartida de proteção ao empregador? Demitir seu funcionário ao completar no máximo oito anos. Pois nos primórdios do nono, aí até incluindo oito anos e tantos meses, pela leitura legal e jurídica era uma manifesta forma de evitar-se a dita cuja indenização em dobro.
E o que foi feito, que nas aparências era tão perfeito ao empregado e empregador? O legislado técnico financeiro.
Passou-se a cobrar 8% sobre o salário mês pago ao trabalhador, que ao longo de 12 meses repercutia em 96% do salário! Sim... E os outros 4% para se considerar um salario de 100% ano. Vinha da aplicação de juros capitalizados ao ano de 6%, que em verdades era aplicação de 0,50% de juros ao mês.
Então... Passou-se a indenizar, não por um salário de 100%, senão de 102%. Arguiu-me o ministro Aldir Passarinho: E qual o mau Gueiros?
Então passei explicar outros fatos que manipulados por outrem, inferia em ter sequer os 102%. A começar que a taxa que era empregado de 6%, taxa de juros não correspondia á desvalorização da moeda, que era provocada pela inflação. Índices estes que eram manipulados pelos órgãos de pesquisa, que alimentava de dados a inflação declarada do governo.
E expliquei matematicamente nas formas financeiras as discrepâncias, com estas atitudes. Se ele desse por conta de pegar o último o salário de um empregado e o multiplicasse por cada ano de trabalho numa empresa, veria que o montante aferido, estaria sempre superior ao valor constante em sua conta do FGTS.
Ele ainda me arguiu: Verdades isto Gueiros? Eu então lhe disse:

 “Ministro”... “De dez casos que o senhor tiver em vossas mãos para ser analisado por conta de valor pago a menor, posso lhe garantir que se aplicar a “forma simples” da indenização pelo último salário pago ao trabalhador, e idealizado pelos legisladores, na composição 96% + 6%, todos os dez estarão errado”.
A conversa foi finalizada: Gueiros você me deu um caso a pensar! Se pensou? Honestamente não sei... Mas, desconfio que não.
E explico, por conta de que estas todas minhas prosopopeias singulares, implícita minhas respostas.
Os juízes Ministros não podem á tocar de caixa, desconhecer leis que foram aprovadas pelos Congressistas.
Entretanto, numa conversa com meu tio Esdras, em sua residência a uma indagação minha a respeito de como deve agir um julgador ele disse: “PRIMEIRAMENTE UM JULGADOR JULGA POR AQUILO QUE É DADO DE PROVAS NOS AUTOS. INERENTE A ISTO APLICA O QUE ESTÁ NA LEI. POR TERCEIRO, EM HIPOTESES AS MÍNIMAS POSSÍVEIS, JULGA COM SUAS CONSCIÊNCIAS”!
É ou não é foda ser Ministro do Supremo Tribunal Federal, quando se tem um Congresso, lotados de bandidos e analfabetos jurídicos, consequentemente fazendo leis, para defenderem seus rabos no futuro. Senão para melhorar suas condições quando se meterem em delitos.
Pois então... Questionarão? E os sim?
Este sim, que eles são culpados, é para os momentos de agora, quando os atuais ministros juízes, estão fazendo do Supremo Tribunal Federal a CASA DO CU DE MÃE JOANA para se tornarem juízes de tudo e legisladores. Ora... Se não podem julgar por consciências, não deveriam se meter a julgar de tudo, senão, para as exceções da exceções, passadas antes por instâncias inferiores.
Abriram-se as pernas para todos os tipos de chicanas, notadamente, para as coisas, políticas judicializada. Daí asfixiou-se os trabalhadores pela quantidade de ações aceitas, que creio estúpido ás suas atenções.
E faço estes meus ““achamentos””, por aquilo que as Supremas Cortes de vários países agem, principalmente a Corte Americana. Tem entrado e aceito muito lixo na nossa Suprema Corte.
E para mais... Vejo com as simplicidades de um Ministro Aldir Passarinho o que há de amostras pelas atualidades de MARCO AURÉLIO e o tal de GILMAR MENDES.
Este com aparências de Sapo Rei, falo inclusive da fisionomia, dar-se por arroubos, quase juvenis de querer ser o todo poderoso, incorporado. Do Eu posso, dos absolutistas. Como se diz aqui pelo meu nordeste o “CAVALO DO CÃO CHUPANDO MANGAS”!
Seus atos, a começar pelo habeas corpus dado ao criminoso estuprador Roger Abdelmassih (478 anos de condenação), que com isto evadiu-se do país para o Líbano, podemos minimamente considerar inconsequente, leva-nos com suas outras atitudes nos atuais momentos, aos mesmos estilos, pensar algo muito mais pesaroso, que seria ele não ser um homem honrado para a toga.
Quanto mais nos lembrarmos, que também sem os necessários controles emocionais o ex-ministro Joaquim Barbosa, em plenário e a luz da visão do povo brasileiro chamou-o de desonesto e portador de capangas.
O que estaria se passando no atual Supremo Tribunal Federal?
- Gentes sem berços jurídicos?
- Gentes sem a formação moral e equilíbrios para o cargo?
- Jovens demais para a toga de ministro de uma Corte Suprema?
- O televisionamentos das sessões, tornou-os pavões?
- Suas consciências de homens probos é uma falácia?
Sem provas concretas ou alguma condenação, retiro a quinta questão e fico pelas demais.
Com perdão da má palavra nosso Supremo Tribunal Federal atualmente está uma merda. Só não pior pelo Congresso que nós temos. Mas, há ministro juízes suficientes fazendo de tudo para que se torne igual...