Aqui tem de tudo... Desde politica, passando por futebol, religião, maçonaria, pilhéria, gozação, e tudo mais que Eu possa dar com cipós, paus e peias...
sexta-feira, 12 de maio de 2017
quinta-feira, 11 de maio de 2017
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| Lula réu, tenta mentir e complicar a vida da mulher morta... |
terça-feira, 9 de maio de 2017
Para melhorar os meus achismos destes tempos acima, se alentarmos 75
anos como ciclo de tempo de uma vida, como todos os tempos para maturações,
veremos que 75 vezes 04 etapas, somaremos 300 anos de tempos, algo que se
completará, para a maçonaria no dia 24 de junho de 2017.
Lembro que das coisas sobre a maçonaria de hoje, o mais que há são
achismos, a começar, que já se deu provas, irrefutáveis, que, nunca jamais a
data regular da criação da Grande Loja da Inglaterra, não se deu pela data
informada de 24.06.1717.
Sobres estes meus números tempos, não há prerrogativas nenhuma de
cronologias absolutas, senão de um exercício hipotético particular, dado a
fatos ocorridos em épocas, que fizeram o mundo ter grandes mudanças, por
consequências, mudanças de comportamentos, tanto por cidadãos como nações.
Como cada ciclo de vida, se completa por doze meses, faz sentido, que
você só terá um ciclo de tempo completo, no caso estes meus exercícios,
estimado em um ano, ou seja, passados 12 meses completos. Daí optar por
trabalhar não com ciclo de vida maturado de 75, senão de 74 anos.
Dando partida pelo ano da Maçonaria Especulativa, estimada pelo ano de
1717, teremos...
De 1717 a 1791, tivemos dois grandes eventos que mudaram o mundo. Nas
suas formas, POLÍTICA, SOCIAL e ECONOMICAMENTE. Os quais foram, a Revolução
Americana de Libertação (1775-1783) com sua independência da Inglaterra, e a da
Europa, a Revolução francesa de 1789, estabilizada para além de 1791.
Nestes tempos, a maçonaria trazia em seu bojo um arcabouço de lutas, e
como seus princípios maiores, suas lutas contra o peso da ignorância. Ora
estabelecida por questões religiosas, notadamente contra as questões da ICAR –
Igreja Católica Apostólica Romana, ora contra o absolutismo de várias
monarquias existentes, mesmo até por aquelas que sofreram mudanças para o
regime parlamentaristas. Pois enquanto, se dizia que neste tipo de regime, os
reis reinam mais não governam, em verdades, meias verdades, haja vista, que
eles tinham a autonomia de “criar” e “demitir” seus ministros, a hora que lhes
desse na telha. E detinha sobre seus comandos os poderes de suas forças
armadas.
De 1717, Eu imaginei um ciclo de 03 etapas para Maçonaria, como sendo:
Crescimento, Desenvolvimento e Maturação. E outro ciclo compreendido
analogamente a biologia humana:
- Juventude (segunda adolescência): 1ª etapa do ciclo de 74 anos...
- Vida Adulta Jovem: 2ª etapa do ciclo de 74 anos...
- Vida Adulta Média ou Crise da Meia- 3ª etapa do ciclo de 74 anos...
- Segunda Vida Adulta: 4ª etapa do ciclo de 74 anos... A que estamos
vivendo, e podemos chama-la, a da maturação pela sapiência.
Na juventude a Maçonaria de fato foi uma zona completa.
Todo mundo queria ser maçom, pelo que se assombravam eram...
Os maçons deste período eram, em suma maioria elitista, e quase sempre,
os que comandavam a maçonaria na Europa, eram oriundos da nobreza, ou
diretamente da nobiliarquia regia. Os demais eram pessoas que se tornaram
homens proeminentes, por sapiências acadêmicas, ou poderosos por riquezas
pessoais auferidas, ou de poder militar, todos porém cheios de iniciativas
quase pueris, aos perfis da maçonaria. Também pueril, se se fizer uma pesquisa
por “meio número” de Ritos criados, portanto, alguns mais para “neo maçonarias
criadas”, a coisa beirava aos escândalos.
Foram para mais de cem os ritos criados. Todos feitos às imagens e
desejos e egos de seus criadores, e para assinala-lo, principalmente às imperfeiçoes
de seus criadores, pois a maioria era mais para substanciar questões de egos, e
para afirmações pessoais, do que verdadeiramente mudar ou transformar em algo
bom, novar ou inovar princípios.
Por épocas da “juventude da maçonaria”, até bem próxima “vida adulta
jovem”, podemos considerar a maçonaria pelas fases do que se considerava
altamente secreto, seu lado bastante obscuro, fechado, e não por conta de seus
sincretismos esotéricos ligados as iniciações ou por seus trabalhos em Templo.
Para esta fase do secreto usou-se, senão pelas ilações dadas aos
neófitos, então iniciados, de que teriam suas línguas arrancadas e suas
gargantas cortadas. Ao leigo, soa como uma barbaridade, mas, pela época, isto
fazia sentido para fatos da vida. Pois, muitas das torturas havidas eram por
estes estilos, ou piores.
Quantas gentes não tinham suas línguas decepadas, por abrir o bico. Ou
esquartejados, ou empalados. No Brasil, até bem próximo de sua Independência os
reis de Portugal, mandavam empalar muitas cabeças, depois de corpos
esquartejados, em pontos de muita movimentação numa vila, para imposição do
medo. Em 1817, na chamada Revolução Pernambucana contra o Império Português,
com o rei já sediado no Rio de Janeiro, estes eventos foram aos milhares.
Então... Que tem, têm medos! Os segredos eram bem guardados.
Aquando os meios de comunicações eram pobres. E a maioria das mídias,
davam poucas trelas, entendendo as coisas contadas da maçonaria como fofocas
(fuxicos). Notadamente, praticado por crentes da igreja cristã, ligadas a ICAR.
E as ignorâncias quanto a barbáries eram palpáveis ou a vista d’olhos.
Escreveu não leu, o pau comia. Por outro lado, as ignorâncias quanto, ou
relativo às sabedorias de conhecimentos, pode-se dizer que a Maçonaria de
antão, pela terceira e quartas fases, justamente a compreendida entre VIDA
ADULTA MÉDIA e SEGUNDA VIDA ADULTA, ou a da SAPIÊNCIA era muito mais rica do
que temos pelos nossos tempos. Pois, ela foi predominantemente elitista. Donde os
cooptações de membros eram escolhidos a seletivas sociais.
Procurava-se cooptar, e sempre, gentes importantes, de conhecimentos
acadêmicos, tanto quanto de poderes monárquicos, monásticos (bispos e cardeais)
e de posses e poderes de mandos e comandos.
Não é à-toa quando pesquisamos por histórias, podermos contar que o
maior número de Grãos Mestre, ou gentes do Grão Mestrado, eram destes perfis.
Em quase todas as partes do mundo. Pela Inglaterra, ou se era SIR, ou se era da
Monarquia Real ou se era da Igreja Anglicana. Na França, que era o segundo polo
maçônico, também era assim. A maioria dos Grãos Mestres eram lordes.
Por certo, a cada etapa houve mudanças na maçonaria, também cíclica,
quanto havia de mudanças sociais no mundo. Por exemplo:
Com o advento da Revolução Francesa, que pela época se suspeitava ter
tido fortes laços com a maçonaria, nunca sem causa, para isto, pois conta-se
que na Assembleia Nacional Constituinte Francesa, que contava com 1.177
constituintes, 200 deles eram maçons, que é um número respeitabilíssimo. Acima
de 15% do total existente.
Por conta disto, e desse impacto, quase que na Inglaterra se punha o
fechamento da Maçonaria Inglesa. Só nada sofreu, por que se deitou de joelhos
ao Parlamento Britânico (1798), dobrados as exigências feitas pelos Parlamento
Britânico, que era de ceder os nomes de todos os maçons ativos que existisse, e
que fossem existindo com as novas iniciações. Isto perdurou por 167 anos. Só se
encerrando tal exigências, no ano de 1967.
Já hoje se ver, que os franceses não estavam de todo tão errados assim.
Salvos enganos de data, em 2015, resolveram os altos membros da maçonaria
inglesa extinguir de seus trabalhos nos
Templos, questões de juramentos, isto me confirmado pelo irmão Mario
D’Oliveira, um membro ativo da UGLE. (Questão exposta agora pela revisão deste
texto, hoje, 09.05.2017).
Ademais que foram havendo outras revoluções na França a partir de 1789
como a Girondina (finalizada em 1793) quando os Jacobinos, lhes tomaram a
posição, e que as perderam em 1794, com a prisão e execução do líder jacobino Robespierre.
Destes distúrbios da maçonaria por conta de eventos políticos, ou
normais sociais, que iam aparecendo, temos que nos lembrar das cisões que foram
havendo, notadamente, pelas duas maiores forças que eram a inglesa e a
francesa, a ponto das duas entrarem em conflitos de ideias, quando pelas
laicidades havidas no governo e na sociedade francesa, resolveram por abdicar
de coisas, para exercícios dos trabalhos maçônicos ligados a religião. Ela, a
Maçonaria francesa, foi-se pelos ritos que eram havidos como racionais
implícitos dizer-se, sem questões de religiões metidas no seio dos Templos
(1773).
E que depois, voltou-se para regressões dogmáticas religiosas, como
ocorreram na Inglaterra em 1813, movidas pela Igreja Anglicana que dominava os
Modernos. Em 1815 a francesa, agiu da mesma forma, voltando para coisas
religiosas, mesmo assim até hoje a Maçonaria Inglesa não reconhece a francesa,
como uma maçonaria regular.
Seria por despeitos? Avento que sim! Mas, acredito mais em beicinhos
maçônicos. A Maçonaria francesa foi a que mais fez implantar formações
maçônicas pelo mundo. Um exemplo disto foi a Maçonaria Brasileira, e quase
todas as das Américas, Latinas e do Norte, que tiveram fortes ascendências
francesas. No Brasil, foi à maçonaria francesa que participou para o surgimento
dela.
E assim foi e continua ocorrendo “mudanças na maçonaria”, contudo as
considero nada estruturais, senão de acomodações para os tempos que se vive.
Se tiverem por pesquisar, verão que a cada 74 anos, e por ciclos de 10
em 10 anos nestes tempos surgiram novações. Na política, no social e na
economia, sempre com seus ciclos de altas e baixas.
Hoje, as Maçonarias estão altamente heterogêneas em tudo e por tudo.
Todavia de minha parte, perderam-se suas essências, e por isto, acho, tem se
tornado mais fraca. Menos dinâmica, e menos participativa nas coisas das
sociedades, como por exemplos, numa participação política, mais efetiva e
direta.
Maçonaria tão mais forte será aquando mais gentes fortes cooptar. Por
fortes entenda-se tudo aquilo que se passa na sociedade profana. Forte de
elementos políticos, fortes pelos elementos do judiciário, tanto aqueles que
detenham fortes poderes sócios econômicos.
Fala-se da fraternidade e é assim que o mundo profano pensa! Que irmão
ajuda irmão, que tal como em outros povos ou etnias as trocas de garantia para
maus tempos estão sempre existentes. FALÁCIAS.
Nunca a Maçonaria pelo mundo esteve tão fraca neste sentido. Faço uma
exceção a Maçonaria Inglesa, que nas questões das beneficências deixam as
demais, por rés de seus pés. Entretanto se ver, que está beneficência está mais
voltada para caridades. Não sei o quanto de irmão para irmão. Pois, também
naquela nação, o número de maçons decresce, nas medidas de afastamentos
(adormecimentos), quanto de novas cooptações.
Finalizando, se verificarem os ciclos de 74 anos, notar-se-á ciclos
menores que os completa, correspondem mudanças, fortíssimas, na sociedade
profana, que por obvio, inferiram para s questões maçônicas. De 1865 a 1939,
tivemos dois grandes confrontos mundiais, um iniciado em 1914 outro em 1939,
que mudou a vida e a sociedade para todo mundo.
Findo está monstruosa etapa, 1945, entre algumas guerras de pequenas
montas e localizadas, o mundo tem vivido, uma era, podemos conceituar de paz,
moderada, e de grandes avanços para humanidade no que concerne a seu
desenvolvimento, social e tecnológico avançadíssimos em diversas ciências.
Enfim, inúmeros foram os fatos históricos que ajudaram a transformar o
mundo, e neste composto a Maçonaria.
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Sou maçom de grau 15º, mas pouquíssimo importa, as suas gradações e cargos, para hoje, para amanhã e todo o sempre dentro da maçonaria. Ou fora dela... Se você não tiver deixado a maçonaria entrar em você, poderá ser maçom iniciado, mas continuará a ser, o profano que a ela adentrou, na suma maioria por curiosidades, e interesses pessoais!
Importa-me agora, e para sempre importará é aprender, e a ser sempre ensinado, e para mais; dar-me em conta àquilo que me foi ensinado e que me deu condições de estando na maçonaria, e exercitando-a nos meus íntimos mais profundos, dedicar-me nos aprimoramentos de seus conhecimentos, conceitos e história, para poder exercitá-la com mais segurança e discernimentos. Dentro e fora dos Templos.
Para isto continuo sendo um eterno aprendiz e me apraz a ter sempre novos professores, da vida profana e da maçonaria. Tanto, se houver, ter as condições de dar em ensinamentos aquilo que aprendi! E nisto estar sempre experto, mais do que somente esperto, no lema pessoal: “Saber hoje mais do que ontem...”!
E ser julgado, jamais me deu receios algum para a vida.
Absorvi isto, ainda jovem, com 16 anos, quando me deparei com o Salmo: “JUDICA ME DOMINE SECUNDUM JUSTITIAM MEAM ET SECUNDUM INNOCENTIAM MEAM SUPER ME”!
Que na forma literal seria: “Julga-me senhor, segundo minha justiça e segundo minha inocência em mim”.
Que me levaram afirmar e ter como lema de vida, para mim, “Saber hoje mais do que ontem”, meu prumo, esquadro, compasso maço e outros instrumentos maçônicos, então homem maduro, enquanto mesmo simbólicos; e instrumental para vida profana.
Posto isto, vamos as trolhas...
Ser... APRENDIZ:
Todo maçom acima deste grau, portanto, companheiro e mestre, têm a certeza absoluta que um noviço (novato) candidato a aprendiz é absolutamente um estúpido ignorante. Pouco importando a natureza profissional, acadêmica (estudos) ou sua capacidade intelectual.
É aprendiz... É burro! E pronto...
Dentro deste conceito, se forem dadas chances para alguns mestres, pode o aprendiz até virar burro de carga. E tende a isto virar, por temores normais da natureza humana. Os receios de ser de alguma forma punido! Isto quase é uma rotina.
Tudo começa pelas imponências de muitos e variados mestres, aquando ao próprio aprendizado de aprendiz e sua formação como maçom. A aplicação do catecismo leia-se compêndio de instruções, ritualísticas e de material maçônico, pela filosofia dos mestres, já “formados” como tal, já se presta.
Se um aprendiz insisti com alguma questão; vêm as respostas mais clássicas: ISTO É SEGREDO!
Segredo porras alguma... Descobrirá o aprendiz mais à frente, no seu trabalho, e por se encontrar as cegas tateando, em centenas de livros existentes nas prateleiras de inúmeras livrarias.
E isto ocorre, por preguiças (ociosidades) ou simplesmente porque muitos daqueles que se fez Mestre, simplesmente passaram a isto, a este grau, ou a eles, foram alçados de graus, mesmo quiçá, muito menos sapientes do que muitos aprendizes.
Mestres e companheiros maçons, não se enxergam ou apenas tornam-se petulantes por já terem sido iniciados maçom primeiramente. Pouco importa se um aprendiz na vida profana tem alguma formação. Seja de ascensorista ou um profissional da medicina no grau de neurocirurgião dos “miolos” humanos. Ou no caso de um professor da área jurídica.
Não interessa! Ele é aprendiz, portanto um estúpido.
Este tipo de comportamento, normalmente, afora criar aborrecimentos no já aprendiz, o desestimula a seguir em frente. Vai daí muito se darem afastamentos.
O aprendiz, só não é estúpido quando é dado a ser explorado na sua profissão profana. Sim... E o são, por conta de seus receios. Que são absolutamente normais... Vi isto com meus olhos, que o fogo há de queimar. Sim...
O fogo! Haja vista, que já avisei a meus familiares, e por estes textos continuo avisando, que quero ser cremado, e caso não o façam, juro que me levanto de onde esteja, e vou encher de cipós, paus e peias a vizinhança que por acaso estiverem a me render homenagens póstumas. Não as quero na morte, se existir, quero-as em vida!!!
Para estes, muda muito pouco! Somente que passados por alguns bons tempos, pelos tempos de aprendizes, já saem da categoria de aprendiz estúpidos, para aprendiz aceito como curioso, e por incrível que possa parecer... Sabem falar, e pasmem, descobre-se que sabem pensar.
Tanto quanto pelo maior tempo de convívios, já é mostrado não como aquele noviço estúpido, já agora é havido como pessoa, é da categoria humana.
Mas, nos critérios de instruções, ou ser instruído, vale o retro anterior descrito. Aplica-se o compêndio de instruções, ritualísticas e de material maçônico, contidos num livreto, também conhecido como catecismos. E agora o havido como companheiro, que se vire. Como tinham que se virar, os aprendizes...
Já é um pouquinho maior, mas, nunca se atreva a pedir a um mestre algo que pareça, complicado aos seus entendimentos, pois poderá ter as mesmas respostas que eram dadas aquando aprendiz. Isto é Segredo!
Ser... MESTRES:
É aqui que moram os acertos e os desacertos da Maçonaria. E é nisto que afirmo peremptoriamente que a Maçonaria é Justa e Perfeita.
Vejamos...
Já começa pelo erro crasso (Eu nunca vi pelos meus 23 anos, ou 8.401 dias de maçonaria – até 2008) ser pedido para exaltação de um mestre maçom, um trabalho, ou trabalhos como são pedidos aos aprendizes e companheiros. Como poucos trabalhos vi de mestres apresentados em Loja, sequer fosse, por distribuição, na bolsa de propostas e informações.
E soube disto, quando, ao meu amado mestre Eugênio Carbone (já hoje no Oriente Eterno) fiz a questão, quando cumprindo meus interstícios pelas lições “dadas” no catecismo de mestre, se seria requisitado um trabalho, pergunta que houvera feita a outro irmão companheiro. Disseram-me que não!
Por que não? Indaguei-lhe! E pela primeira vez vi o meu mestre de instruções, dizer que a esta pergunta, ele, não saberia responder. Como ninguém nunca soube me responder. É um modus operandi de se graduar alguém, sem inquerir de seus conhecimentos.
Será que o título; o grau, a vestimenta maior, o avental, já por isto iguala a todos? Novos mestres á velhos mestres?
Obvio que não. Os problemas na maçonaria, já são gerados nisto, e tornou-se quiçá, tradição.
Mestre é mestre, ora porra! Você não sabia disto, mestre EfeGueiros!!!
Não... Não quero e nunca aceitarei tal forma, pois o que isto tem gerado é um bando de mestres ociosos, estagnados em aprendizados da maçonaria, e cheios de vidas de ágapes.
Estás ociosidades é o gerador de até Lojas, serem tombadas.
Aliás, uma digressão...
Eu já vi, foram poucos, mais existiu, aprendiz apresentar um trabalho, para o não estava assente tão somente aos fatos e dados do catecismo maçônico, no livreto de aprendizagens maçônicas, senão, em projetá-las as instruções dadas em conexões análogas a sua vida profana e seu lado profissional. Tendo estes trabalhos, sido ovacionado como de gênios.
O gênio, tinha por formação, ter sido advogado, e por concursos, ter se tornado juiz. Outro caso, fora a de um neurocirurgião!
Lógico... Jamais, nunca ovacionados, por aqueles mestres com mentalidades tacanhas, que por serem tacanhos, acham por tradições, deve-se dissertar apenas sobre aquilo que foi apresentado ou instruído pelo catecismo. Ou seja, o estúpido aprendiz, estar querendo ser mais do que é. Um estúpido.
Salvo enganos, quem apresentou um trabalho a estes estilos, não sei em que grau, e dito por meu mestre Eugenio Carbone, foi um nosso irmão da Loja Sphinx Paulistana, que era neurocirurgião.
Então de volta ao tema mestre.
Os Veneráveis, não sei, por cargas d’águas não exige tais trabalhos, quer seja coletivo, quer seja pessoal, e creio se um fizer, não faltará irmãos, a pedir-lhe um “impeachment maçônico”, junto ao Grão Mestrado, ou quiçá, ao Conselho de Família, por que um bloco de mestre se sentirá incomodado.
E às águas vão rolando. Os mestres se emburrecendo, emburricados pelo ócio das mesmas coisas, em Templo. Na expressão: TUDO ESTÁ JUSTO E PERFEITO!
E passam, por isto, ou para isto a não servir a nada. Nem para Maçonaria e a sua Loja. Data vênia a razão de minha ótica crítica, ao final dos contextos destas minhas explanações, pois, não querem servir de mestres aos aprendizes; não quererem servir de mestres aos companheiros e a se próprio, de mestres para mestres, ao não expor seus conhecimentos maturados, enquanto os foram aprendendo em graus anteriores a sua exaltação.
E o que sobra?
Ócios! Que tendem a produzir turmas e turminhas, blocos e bloquinhos. Para as mais íntimas das coisas erradas, que é uns servirem de votos para outros galgarem o cargo de Venerável, um tributo, que para alguns tem sido um Dossel de calvários. Pois, vão sofrer, por não estarem preparado.
Passam-se então as amenidades á existirem, para dias menos dias surgiram os abusos, e aborrecimentos com as consequências de adormecimentos, muitas das vezes precoces a existência de vida de um maçom. Que certamente poderia produzir muito mais...
Tenho escrito...
Em tempo: Esta prancha, este trabalho foi por mim feito no ano de 2008, passado o tempo de nove anos, tudo anda dantes, como no quartel de Abrantes. Dito português. Adjunto isto, nesta data de 14.01.2019.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
“Ministro”... “De dez casos que o senhor tiver em vossas mãos para ser analisado por conta de valor pago a menor, posso lhe garantir que se aplicar a “forma simples” da indenização pelo último salário pago ao trabalhador, e idealizado pelos legisladores, na composição 96% + 6%, todos os dez estarão errado”.








