quarta-feira, 19 de outubro de 2016

PEC 241
E PARLAMENTARISMO JÁ...

UM BINÔMIO SALVADOR DO BRASIL!


É para se questionar... Por que o político brasileiro tem tanto medos do Parlamentarismo?

Porque, suponho, este regime de certa forma reduzirá ao máximo os casos de fisiologismos políticos, uma forma natural de ser do político brasileiro. Que se faz congressista em suma maiorias para viverem em negociatas com o governante federal instalado, ou seja, um Presidente.

Ou este presidente, para então governar quando não faz maioria de votos no Congresso, tenta vias do toma lá de cargos em diversas entidades do governo o dá cá de votos.

Assim tem sido desde as imemoriáveis primeiras décadas, quando se assentava o Brasil Republicano, na forma presidencialista.

Nosso Congresso Brasileiro tem sido uma eterna feira de negociatas.

É dito na ortodoxia errada da política brasileira que fazer políticas é um estado de se governar pelos meios das trocas de questões ou por favores, ou por acomodações. Assim tem sido no plenário das duas casas legislativas. Quando se empatam em números de votos, nas maiorias das diversas questões, os meios mais cômodos dos políticos são se acomodarem em cessão de trocas, e nisto pouco ou nada importa o povo brasileiro, que são aqueles em verdades que lhes dão mandatos de representação.

Para não irmos muito mais atrás, na história das coisas de nosso parlamento, em 1961, precisamente 02 de setembro, portanto há 55 anos passados, o Congresso Brasileiro para solução de uma crise que se havia instalado por conta da renúncia de Jânio Quadros e há posição regida de três comandantes das três armas brasileiras, nas pessoas do general Odílio Denis, da Guerra, o brigadeiro Gabriel Grün Moss, da Aeronáutica, e o almirante Sílvio Heck, da Marinha que não queriam a assunção de João Goulart a presidência da república, mesmo que eleito como vice-presidente, tudo por conta de seu idealismo de esquerda e ligações com os sindicatos, o Congresso Nacional para contornar a situação, num exercício de acomodação, aprovou a Emenda Constitucional nº 4 que garantiu a posse de Goulart, mas fez instituir o REGIME PARLAMENTARISTA no país.

E a quem coube á função de Primeiro Ministro?

Coube num gabinete formado então por representantes dos Partidos mais forte da época que eram o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático (PSD) que tinha à frente deste Partido o Tancredo Neves, cuja função de PRIMEIRO MINISTRO lhe coube.

Por cargas de politicagens, Tancredo veio a renunciar em 1962, e tudo virou um imbróglio, com o Presidente João Goulart indicando nomes e o Congresso via de politicagens partidárias não aceitando!

Assim se deram os fatos: O Presidente João Goulart indicou para o cargo de Primeiro Ministro em substituição a Tancredo, o petebista Francisco Clementino de San Tiago Dantas, mas a UDN e o PSD se opuseram.

Já aí começavam agora as desordens de ordens sociais, com várias organizações operárias ameaçando entrar em greve caso a nomeação não se efetivasse, pois se havia que o Congresso Nacional rejeitaria esta indicação.

E assim aconteceu: O nome de San Tiago Dantas foi finalmente recusado pela Câmara dos Deputados, o que levou ao presidente Goulart a propor o pessedista Auro de Moura Andrade, presidente do Senado.

Aí foi a vez de diversas entidades de trabalhadores reagirem, ameaçando deflagrar uma greve geral caso o Congresso aprovasse aquela indicação.

Finalmente, em 10 de julho, Goulart agora com o aval do Congresso, indicou o seu conterrâneo Francisco de Paula Brochado da Rocha para a chefia do ministério.

Este novo primeiro-ministro prometeu antecipar para dezembro de 1962 a realização do plebiscito que decidiria a sorte do regime parlamentarista. Por trás disto é próprio hoje se lucubrar que havia “ás mãozinhas” da turma do Rio Grande do Sul, pois ninguém havia se acomodado de João Goulart não ter tido todos os poderes, ao qual como vice-presidente eleito teria.

Os Congressistas, principalmente os adversários do presidente, só queria o plebiscito para final de 1963.

Enfim para reduzir as histórias, em 14 de setembro, Brochado da Rocha renunciou após não ter conseguido que o Congresso aprovasse a antecipação do plebiscito.

No dia seguinte, foi decretada uma greve geral dos trabalhadores.

Pressionado, o Congresso, mais uma vez para acomodações de questões, aprovou naquele mesmo dia a Lei Complementar nº 2, que marcava a realização do plebiscito para seis de janeiro de 1963.

Aí foi a vez de João Goulart agir... Em 1º de janeiro de 1963, o governo majorou os salários em 75%, assegurando o apoio das lideranças sindicais e das bases trabalhadoras à volta ao presidencialismo.

No dia 6, 11.531.030 eleitores, de um eleitorado de 18 milhões, votaram no plebiscito. O resultado determinou a volta ao presidencialismo, por 9.457.448 votos contra 2.073.582.

Jango Goulart voltou a ser presidente no presidencialismo instalado e deu no que em 31 de março de 1964.

Como está escrito na história por 21 anos o Brasil viveu no Regime da Ditadura de um Governo Militar, voltando ao governo civil em 1985, ainda na eleição indireta, para em 1988 instituir nova Constituição.

Cresceu por estes tempos, ainda na maturação de novos governos civis os problemas políticos fisiológicos, no status quo do toma lá da cá.

Por conta dos fortes desgastes por que passava a política brasileira, ainda em estado de maturação na era civil, resolveu-se fazer-se uma nova consulta ao povo brasileiro. As maluquices e instabilidades políticas eram tantas que a origem desta nova consulta se deu por conta da tentativa de ressurreição da forma de governo monárquico feito pelo deputado federal Antônio Henrique Bittencourt da Cunha Bueno (do Partido Social Democrático de São Paulo), membro da Assembleia Constituinte que aprovou a Constituição.

E não foi pouca a pressão haja vista que o deputado, com apoio do príncipe Pedro de Alcântara Gastão de Orléans e Bragança, conseguiu o apoio de um abaixo assinado com mais de um milhão de apoiadores. Pesquisas feitas a época dava conta de 22% de apoio de eleitores.

E assim foi feito o plebiscito em péssimas circunstâncias de desenvolvimento, onde a máquina governista presidencialistas atuou de formas sensacionais nos meios de comunicações.

E o resultado disto foi 6.843.196 (13,4%) para aqueles que queriam a monarquia, com 44.266.608 (86,6%) de votos aqueles que queriam a permanência do Regime Republicano.

Para as questões da forma de governo o sistema parlamentarista perdeu 16.518.028 (30,8%), para o sistema presidencial com 37.156.884 (69,2%).

Dois plebiscitos duas derrotas para o Parlamentarismo... Será que agora iria dar ?

Com certeza afirmo que sim...

Todas estas efervescência por que atualmente passamos, com os políticos metidos em todos tipos de safadezas e expostos na mídia como nunca antes se deu, tanto quanto massivamente se projetou nas mídias virtuais e pelas redes sociais, acho que todo o brasileiro se cansou.

Dado a isto, tenho quase a convicção que se lançada uma campanha pelo Governo Temer, e principalmente pelo PSDB, partido que em 1993, esteve junto com a campanha para o Parlamentarismo desta vez saíra como vencedor o Parlamentarismo como forma de governo para o Brasil.

Pela minha ótica, votei pelo Parlamentarismo em 1993, está é a hora de mudarmos o rumo da política nacional, na premissa de acabarmos com o status quo do toma lá da cá, vias do fisiologismo político gravosamente instalado.

De uma coisa Eu sei, pensa da mesma maneira o meu conterrâneo o deputado ROBERTO FREIRE.


terça-feira, 18 de outubro de 2016


O CONGRESSO NACIONAL ESTÁ EM LIDE PARA FAZER UMA REFORMA POLÍTICA...
PORQUE NÃO E para JÁ SE PROCEDER A UMA MUDANÇA DE REGIME PARA O PARLAMENTARISMO!


Muito se fala e se discutem para se reformular (ou reformar) questões políticas relativas aos Partidos, notadamente mudanças nas práticas políticas, nas formas de representação e nas regras que regem os governos e as eleições, tanto quanto aos números de Partidos, coalizões políticas, e outras afins como a duração dos mandatos, a possibilidade ou não de reeleição, a forma como devem ser eleitos os deputados, as formas de financiamento de campanha, a obrigatoriedade do voto, a possibilidade de candidaturas desvinculadas de partidos e de revogação de mandatos por meio do voto, a suplência de parlamentares, a frequência das eleições.

Por tudo isto e para tudo isso, por que não começarmos logo com a mudança deste regime presidencialista republicano caduco, viciado e anacrônico com nossas atuais formas de fazer política.

Já está por demais obvio, que vícios e mais vícios oriundos e advindos desde os primeiros anos do Brasil República, efetivado em 1889, minaram o presidencialismo brasileiro, que efetivamente foi corroído no exercício administrativo executivo por um presidente, perante um legislativo que é a absolutamente fisiologista!

O tão hoje, e já disseminado toma lá, dá cá, não é novidade destes tempos, senão por vícios antigos.

Como o toma lá dá cá nada mais é do que trocas de favores, em sumas maiorias por pecúnias para troca de coalizões ou votos no parlamento, pecúnias estas muitas das vezes resultantes em cargos de direção de empresas do governo, de autarquias ou paraestatais, que tem levado a cabo a completa destruição do caráter político probo.

Com isto quem mais vem a sofrer normalmente, é o erário nacional, quer por fraudes quer por desvios de ações e funções de suas aplicações e singularmente o povo. 

Outra permanente causa, nas perdas de erários, são as frequências com que se tem feito eleições, que se tem demonstrado inócuas quanto aos interesses maiores da população que são esperanças de boas governanças, e com custos elevadíssimos, também com desperdícios em fraudes e desvios como se têm visto neste presente, e durante todo o passado recente.

Com a mudança de regime para o PARLAMENTARISMO, em primeiro momentos dar-se-á em analogias ao que hoje existe uma redução de custos financeiros com eleições, se se prover um Primeiro Ministro com cargo de vigência por duração indeterminada enquanto lhe for dado moção de confiança a sua governança pelo Parlamento.

No caso contrário e por acordos no PARLAMENTO pode o PRIMEIRO MINISTRO ser despedido, em caso de moção de desconfiança, aceito pelo Chefe de Estado, o presidente da República em exercício, quando por maioria for apresentado um novo nome em substituição pelo PARLAMENTO a concomitância do ato.

Por outra, se por força de negação houver do presidente uma moção de confiança para com seu Primeiro Ministro, esta presidência poderia dissolver o PARLAMENTO chamando nova eleição de parlamentares.

Acredito que com estas rédeas, ou regras, a vida política nacional poderia se dar com menos destemperamentos políticos partidários e ideológicos, pois a cada um por certo sobreviria aquilo que podemos determinar como sobrevivências parlamentar.

No popular: Que tem cu tem medo... Isto serviria muito bem para as calhordices de menos politicagens.

Com isto obvio, espera-se procurar a melhor forma de administrar e governar o país como menos atropelos políticos e com muito mais do que satisfatórias redução de custos e rapidez nas eliminações de turbulências sócio-político-econômicas.

Eu particularmente tenho grande apreço a Lei Fundamental da República Federal da Alemanha, que lhe serve como Constituição e como regras de seu Parlamentarismo, e vejo-a como muita identidade para com nossa forma política de ser. Vide aqui esta Lei Alemã...

Para finalizar, creio que neste novo REGIME DE GOVERNO, as eleições se façam vias do VOTO DISTRITAL, sem coalizações de Partidos. Sem voto ou sistema proporcional. E ainda com voto obrigatório.


Os interessados que lutem pelos votos á seus Partidos, pelo que no futuro é normal se haver coalizações no local próprio que o Parlamento para governabilidades. 

Quem sabe com isto podemos senão eliminar por todo nossos malditos problemas com fisiologismos políticos, com os toma lá dá cá de interesses pessoais reduzi-los a ínfimas ações!



Brasil condominial
Uma sociedade anônima quebrada pelo
Partido dos trabalhadores.




Lembro-me quando ainda bem jovem ouvia meus tios e avós afirmarem que deixavam seus recursos em Bancos do Governo por que estes estavam livres de quebrarem. Eram bancos seguros.

Quando adulto e gerente de uma instituição financeira, vi um cliente de origem portuguesa, bom cliente, se recusar a fazer uma aplicação em C.D.B. - Certificado de Deposito Bancário, em minha Agência, mesmo sendo meus juros mais competitivos do que os da Caixa, somente por achar que a Caixa seria um banco "inquebrável", em tempos que muitos bancos estavam em dificuldades.

E agora... Vejo por estes tempos que só precisou um Partido de bandidos, o PT, tomarem o poder que a para Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil entrassem em dificuldades econômicas e financeiras.
Por certo não quebrarão, pois o atual governo terá que obrigatoriamente retirar dinheiros de outros Órgãos, ou recursos do nosso erário nacional, para poder injetar recursos nestes Bancos.

Já agora também se sabe que tendo uma administração danosa, que fazia conluios com o Governo de Dilma, para ser o Caixa 2, tipo cheque especial do Governo Federal para pagamentos de obrigações do governo, como bolsa família e outros, sem ressarcimentos destes financiamentos por anos, e sem ganhos, também fizeram operações que estão se mostrando de riscos. Operações sem nenhuns critérios que não sejam obrigações políticas. 

Assim se quebrou inúmeros Bancos Estaduais pelo Brasil afora.

Operações de negociatas, cujos vencimentos já se deram, sem os respectivos pagamentos, fazendo os Bancos contingenciar recursos futuros para cobrir estes inadimplementos.

Já agora para compensar suas fortes perdas, estão como seus juros de mercados bem mais altos do que os Bancos privados, quando deveria ser ao contrário, haja vista, que a natureza destes bancos é de serem bancos de fomentos federais.

A pergunta que hoje se pode fazer é saber quais empresas públicas, estatais paraestatais e de economia mistas do governo não estão quebradas.

A relação pode hoje começar pelos Bancos, quiçá inclusive o BNDES, passando pelas Fundações, empresas como Petrobrás, Correios, Eletrobras, Embrapa, e tantas outras.

O pior disto é que por falta de recursos e quebradeiras estas empresas causam danos diretos ao Tesouro Federal, e consequentemente a toda cadeia produtiva do Brasil, pela falta de fomentos. 



DONA DILMA “DA SILVA” LEGISLOU INDULTOS?

COM A PALAVRA A OAB, JURISTAS, JUÍZES E PROCURADORES FEDERAIS...


Imagem compilada de charges do google sem menção do autor.
 
DECRETO Nº 8.172, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2013, também conhecido como INDULTO NATALINO é CONSTITUCIONAL?

Como leigo na matéria de Direitos, mesmo assim, me ponho em dúvidas se este decreto estabelecido por Dilma não é inconstitucional...

E isto me vem a mente, por saber que atos de legislar leis e normas de direitos é algo de competência exclusive do Congresso Nacional.
Por certo é de lei, é de competência, é constitucional e moral os presidentes da República, conceder INDULTOS a quaisquer tempos, como está previsto no artigo 84, inciso XII da Constituição Federal de 1988.

Agora normatizar tal indulto, principalmente naquilo que é do Código Penal e do Código de Processo Penal, creio Eu, já extrapola a competência da Presidência.

Pois como é visto neste decreto, nele se determina normas de enquadramentos de entes apenados, dando descrição a tipos de penas e pessoas, concomitantemente as questões de sursis, como de reincidências, doenças pessoais ou eventos de família, como filhos menores ou doentes.

Para mim isto é sinal de legislação. Aliás, nem decreto lei é!

Isto posto é para se considerar, ainda, todas as características e pormenores da pseuda normatização, dá existência, mesmo que subjetiva, de um caráter eminentemente conciliador de quem os produziu, pelo visto, o advogado, jurista e professor José Eduardo Cardozo que assina tal decreto junto com a Presidente Dilma, era a época Ministro da Justiça para favorecimentos a entes julgados e condenados pelo Mensalão, muitos deste, até poderia se afirmar, uma maioria de entes sequazes políticos desta gente.

Com a palavra os senhores advogados, senhores juízes promotores procuradores e a OAB notadamente.

Este DECRETO Nº 8.172, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2013 é ou não é legislador?

Portanto, este DECRETO Nº 8.172, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2013 é ou não é inconstitucional.

Sendo inconstitucional, sua forma de ser não haveria de sê-lo um Decreto-Lei?

E mais... Em assim sendo, todos os indultos que deles foram derivados ou derivativos são nulos de natureza, portanto ilegais.




ESTÃO PONDO PELOS EM OVOS SOBRE O INDULTO CONCEDIDO POR DONA DILMA “DA SILVA”

Á JOSÉ DIRCEU.
José Dirceu de Oliveira e Silva


A começar que não existe nenhum INDULTO NATALINO inscrito em nenhum artigo na Constituição como fazem crer alguns articulistas em certos jornais, inclusive aqueles em sites, ou virtuais e pelo Ministro Barroso.
O que realmente existe é o INDULTO, que pode ser a qualquer tempo e hora, e que consta no inciso XII, da Seção II – Das Atribuições do Presidente da República, cujo teor é o seguinte:
“XII – conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei”...
Para mim, e creio para todas as pessoas, data vênia da extensão, o problema se torna maior quando os legisladores, ou seja, nossos congressistas constituíram os artigos de lei na Constituição Federal de 1988 e conseguiram mais uma vez, ou seria quase sempre, por um jabuti na “árvore” da Constituição Federal que é o termo casuístico “SE NECESSÁRIO”.
Ora... Ora... Ora... Isto é mais umas das diversas sandices congressuais impostas, ou postas em nossa Constituição de 41 títulos, mais de 600 artigos, com quase mais de 2.500 incisos (alíneas, itens e parágrafos). Um verdadeiro balaio de gatos, de diversas cores.
Como, em que hora uma pessoa, no caso um presidente com poder explícito exarado na Constituição – Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República –, há de pensar em coletivizar ou colegiar um ato que está explicito é decisão monocrática, poderíamos até dizer seja monoprogramática?
Somente nas sandices congressuais ou nas “emendas jabutis” é que uma coisa dessas possa existir. E pior existe... E "mais pior" do que é pior são existentes na Constituição Federal Brasileira!
Sigamos que a coisa vai piorar ainda...
Exposto isto o ato de Dona Dilma “da Silva” é legal é moral e constitucional. Pois é isto mesmo!
É obvio que existe outro caráter que é caráter de ser um ato amoral, pois sem dúvidas algumas ela, a Dilma, o fez para beneficiar um sequaz seu de Partido Político.
Uma pequena digressão: Quando escrevo Dilma da Silva o faço por duas condições: um por ela ser da Silva mesmo. Pois seu primeiro marido era: Carlos Araújo da Silva. Outra por ser uma criação de Lula da Silva.
Feita a digressão sigamos...
Então... O ato de indulto de dona Dilma da Silva dado ao criminoso José Dirceu sempre foi legal e constitucional! Pois até então, ao ato, não era ainda do conhecimento de ninguém os seus recentes crimes apurados pela Lava-jato no caso do Petrolão. Portanto não havia a priori o que falar em reincidências criminais.
O que me causa espanto é por que o Ministro Barroso, e pelo que li em seus despachos, vem agora dar ares de legalidades para aquilo que sempre foi legal e constitucional, aliás, nem deveria sob quaisquer aspectos estar sub judice no Supremo Tribunal Federal.
Luís Roberto Barroso
Entendo Eu como leigo.
O ministro Barroso não foi experto, sequer juridicamente. Meteu-se no imbróglio que não era dele, senão de Dona Dilma “da Silva”.
Se a presidente tinha (todos outros ainda terão) a competência de exarar um indulto, por que se arrolam os jurídicos em questionar o indulto, por não ter havido antes sentenças outras de torná-lo réu em progressão de penas? Não faz sentido pelo que é determinado em lei pétrea!
Pois, não estar inscrito sequer implícitos que haja quaisquer impedimentos (senões) para que a presidente possa dar um indulto.
Há erros? Pois que se corrija o artigo de lei da Constituição Federal.
Enfim... Repito: Como leigo para mim não tiveram sentido os atos do Ministro Barroso.
Por isto me sentencio por lhe imputar aquilo que não foi de suas “lavras”. O indulto de José Dirceu. Ele apenas meteu os pés pelas mãos.
Procedeu a uma tempestiva ação de dar legalidades àquilo que por natureza é legal.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016



Mais golpes contra
o tão caro de nossos bolsos,
os impostos,
Nossos recursos do erário nacional...






O pior disto tudo meus caros brasileiros e brasileiras, tanto quanto os agregados por adoção, os imigrantes, é que eles, os malditos CONGRESSISTAS têm tido a faca e o queijo nas mãos. Pois são eles que fazem nossas malditas leis.

Eu creio que é chegada a hora de constitucionalmente se colocar certas regras para se criar leis.

Por exemplos:

a) Proibir constitucionalmente que os Congressistas possam criar leis (legislar) em causas ou benefícios próprios.

b) Que todas as leis de caráter a sociedade, que envolvam redução de benefícios sociais tenha por regras somente serem aprovadas com votos favoráveis de 3/5 dos Congressistas. Em dois turnos!

c) Que todas as leis que sejam relativas á sociedade em caráter punitivo sejam levadas á obrigatoriamente audiências públicas, nas quais haja não menos de 50 entidades representativas da sociedade, aos estilos dos Sindicatos ou Sociedades de Classes e a OAB, e que por estes participantes sejam aprovadas por maioria de 2/3 e levadas á plenário.

Isto a priori é o que vem a minha mente.

É chegada a hora pois, como colocou o amigo Daniel no Facebook, em comentários do mesmo, que o povo se imponha contra tamanhos desatinos que se tem dado pelo Congresso Nacional.

Sabemos também que por força de não haver circunstâncias de melhores condições impostas, elege-se de tudo que é bom e também de ruim, mais ruins do que bons, o Congresso Brasileiro é provido de pessoas, em sua maioria, de dislexos e de analfabetos funcionais, sem obvio levarmos em conta questões de interesses e fisiologismos destes entes.

Sempre fui contra, e continuo a sê-lo, quanto a Constituição abranger a tudo, em sínteses, pois tem demonstrado ao longo dos anos, terminam engessando o Congresso de trabalhar e ao País e o Povo como um todo, de ter liberdades de opinião e livres exercícios.

Por isto admiro a Constituição American que tem quase 230 anos, sete artigos e 27 emendas, em detrimentos da nossa, que tem 25 anos, tem 83 títulos, e para mais de 700 artigos, se levarmos em conta que é recheada de parágrafos e incisos diversos, que em resumos são outros artigos.

E já nem falo ou escrevo sobre emendas, pois elas se constituem depois de aprovadas, ou remodelação de um artigo, ou pondo novo artigo a Constituição. Como são os casos presentes.

O que tem tornado nossa Constituição, uma “CONSTITUIÇÃO CONSTRITORA”! Engessadora!

Por certo, que o mais certo é que as leis ordinárias ditem as regras para as normalidades civis.

Deixando que algumas virem leis pétreas ou vinculantes ditadas em plenos do Supremo Tribunal Federal.

Tenho dito...

sábado, 15 de outubro de 2016

LULA – DE TORNEIRO MECÂNICO 
A PRESIDÊNCIA DO BRASIL

E A MARGINALIDADE!

AS VIRGENS NO ProsTíbulo.

Parte primeira...


O presidente Luís Inácio “lula” da Silva e seus comandados parecem-se com virgens no prostíbulo. Sabem o que tem que fazer mais ainda não sabe como.

Vão passar nove meses tentando “emprenhar” pelos os ouvidos, o povo, maravilhoso e maravilhado brasileiro, com ações do tipo: toma LÁ que o filho não é meu, ou seja, frutos malditos, “prenhez” do “EX” o FHC, a que também chamam de herança maldita.

Já vi, ouvi e vejo esse filme dos incompetentes. Alegam que a prenhez é grave, ou grávida. Sabiam quem era os pais e assumiram o risco de pegar a gravidez. 

E agora querem alegar prenhez psicológicas. Estou grávido, mais não sei como...! Simples..., ou assume e educa o nenê “herança maldita FHC” ou “aborta”.

Ou para de reclamar da prenhez ou de ter de dar de comer aos rebentos famintos ou “aborta”. E assim se passam e passarão os nove meses.

Pedir-se-á depois um exame de DNA e descobrir-se-á que na verdade é uma alta fecundação de incapacidades, incompetências, junto com empulhações e certo toma lá que o filho não é meu, ou seja, foi ou é ou será pelos HERDADOS companheiros do “NOVO GOVERNO ASSEMBLEISTA E COOPERATIVISTA DO BRASIL”.

HERDADOS companheiros, principalmente, os que não foram eleitos ou reeleitos, os perdedores, os primeiros a serem “EMPREGADOS” da lista da criação “pungente” de 10 (dez) milhões de empregos. Outra PULHA?????

Acho melhor continuarmos com os governos RECEBIDOS DEMOCRÁTICOS E REPUBLICANOS FEDERATIVOS E DOS BRASILEIROS, sejam riquíssimos, ricos, médios, pobres e ou pobríssimos, mais que tenham pelo menos suas diretrizes e seus diretores competentes e acima de tudo RESPONSÁVEIS.

O Mote, as Alegorias, as Parábolas, as Metáforas, as Analogias, e os Símbolos ditados e gritados, em vários momentos urrados, perante os meios de comunicações diversos, em campanha, têm de ser aplicados ou serão na grande e maior das verdades um:

 “ENORME ENGODO, UM ENORME 171 (ESTELIONATO ELEITORAL DA HISTÓRIA) NOS QUASE 53 MILHÕES DE BRASILEIROS VOTANTES”.

Alia jacta est. Fiat lux. Chega de empulhações!

Ultima do José Richelieu Dirceu Golbery do Couto e SILVA: Precisamos de 10 anos para consertar o Brasil. Danou-se! E agora Luís?????

Criado em 02 de Março de 2003 (domingo), após mais uns dos ditos empulhativos dos mestres dos mestres da empulhação: DirceuGolbery” e o agora Doutor Honoris Causa Lulinha (Pax ET Amore).

Até hoje, 25.10.2005 (terça-feira), as empulhações continuam as mesmas, DIFERENÇAS, apenas o título, que foram pegos ROUBANDO.


LULA – DE TORNEIRO MECÂNICO A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E A MARGINALIDADE...

Parte dois...

Como é do conhecimento público Lula nasceu no agreste pernambucano num pequeníssimo sítio, numa casa de dois dormitórios de pau a pique e de chão bastido, situado no pequeno distrito de nome Caetés, distrito este pertencente à cidade de Garanhuns-Pe., a época do seu nascimento no dia 06.10.1945, num sábado, conforme informações de seu irmão mais velho, porém registrado em cartório de Garanhuns na data de 27.10.1945, igualmente num sábado.

Sendo Eu nascido na cidade de Garanhuns, ás 7,45 de uma sexta-feira do dia 06 de abril de 1945, em um casario de meu avô materno, a Praça Dom Moura nº 44 posso atestar que 27.10.1945, era sábado, e por isto de seu registro nesta data.

Atesto isto, pois como é de costumes até hoje, todos os sábados existe as grandes feiras, hoje situadas no CEASA de Garanhuns, aonde produtores de diversos produtos agropecuários vem a esta cidade para negociá-los, por isso e pelas aquelas épocas de 1945, os cartórios de registros eram abertos aos sábados (hoje já não mais), afim de que aqueles que viriam para a grande feira, então no centro da cidade, e feitas em todos os sábados, de distritos e cidades vizinhas pudessem de fazer também alguns de seus registros pessoais. 

Vai daí a certeza que Lula nasceu em 06.10.1945 e registraram-no, provavelmente seu pai, em 27.10.1945.

Indo pela história... Foi pela época de 1952, que Lula com seus irmãos e sua mãe partiram rumo a São Paulo via da condução mais comum ás pessoas pobre, que era o chamado Pau de Arara.

Singularmente chamado por este nome, pois nada mais era do que um caminhão com carroceria coberto por lonas, onde eram montados diversos bancos aonde um número muito grande de pessoas ia apertadamente sentados, parecendo ao largo dos olhos de muitas gentes um poleiro, aos estilos onde as araras costumam pousar.

Para fazer uma pequena digressão de um fato que não posso trazer provas, conta-se pelos lados de familiares meus, agregados pelo casamento de minha filha, que o tio bisneto de meu neto Iago Gueiros, de nome Amílcar Valença, a época vereador em Garanhuns contribuiu no pagamento de partes das passagens do Pau de Arara da família do Lula.

Era normal, e provavelmente também aos sábados, que esta condução de pessoas se dava. Partia-se de um ponto junto a um bar denominado de Café Gloria (salvos enganos de minhas memórias), ao centro da cidade de Garanhuns Paus de Araras com destinos vários, predominantemente para o Rio de Janeiro e São Paulo.

Amílcar Valença que costumava tomar um cafezinho neste Bar percebeu uma discussão junto ao embarque de pessoas no caminhão, ficando sabedor que o motorista não queria deixar embarcar a família de Lula por conta de faltar o valor completo das passagens.

Chegando próximo e sendo um bom político, e também por que Amílcar sempre foi de natureza benéfica resolveu completar o que faltava. Assim sendo a mãe de Lula e seus filhos embarcaram.

Faltou-me fazer as provas disto junto ao Amílcar, e por já estar falecido fica por uma, quiçá estória, ao invés de uma história. Posta esta pequena digressão sigamos aos eventos do Lula da Silva.

Começou por aí as sortes de Lula. Sim... Lula é, e foi até os dias de hoje um homem de muitas sortes! Os fatos à frente demonstrarão isto.

E todas estas suas sortes começam na cidade de São Bernardo do Campo, quando ele então metalúrgico no seu mister de torneiro mecânico foi elevado à nova categoria de profissão que foi a profissão de sindicalista, no qual se tornou presidente.

Diz-se por natureza supersticiosa, quiçá por premonições que todas as pessoas há um dia passam a sua frente um cavalo (da sorte), dito cavalo branco, encilhado no qual se espera você o monte. Lula montou.

Como a função de um presidente de um sindicato é a de fazer políticas, logo, e por obviedades, Lula se sentiu atraído e foi fazer a política “política”, a política Partidária, nada incomum então, senão criar o seu próprio Partido Político que foi também obviedades um Partido para os Trabalhadores.

Fundado o Partido de natureza esquerdista, daí para se candidatar eletivo foi um pulo. 

Fez isto por diversas vezes para governador de São Paulo, nunca conseguindo intento. Entretanto conseguiu se eleger para deputado federal constitucionalista pelo Estado de São Paulo em 1987.

Já por estes tempos Lula começou a chutar o rabo da sorte, pois ao invés de concluir seu trabalho ao qual seus seguidores o levaram, como seu representante, arrogantemente por não conseguir se impor dentro da Câmara Federal, como até então fizera-se na vida, e que não era o Sindicato de São Bernardo, pois por lá existiam entes de fortíssimos status políticos como Ulisses Guimarães, Mario Covas, Franco Montoro, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer, Henrique Eduardo Alves, Bernardo Cabral, Renan Calheiros, Nelson Jobim, Maurício Corrêa, José Serra (UNE), Geraldo Alkmin, Delfim Neto, Roberto Freire, Marcos Freire, Agripino Maia, Bete Mendes, Benedita da Silva e outros, o Lula largou o mandato em 1989, chamando a todos do congresso de marginais. De bando de ladrões!

Não conseguiu sequer neste pequeno tempo de mandato aprovar ou indicar qualquer projeto de sua autoria.

Quinze anos após estas ocorrências, e várias candidaturas a presidência da república e perdidas, tornou-se presidente em 2003.

Para este governo, conforme sua trajetória sindicalista e históricos políticos esperava-se um governo de reformas, mas já aí, novamente Lula volta a chutar o rabo da sorte, quando então se consorciou ou passou a fazer conluios, com o que de mais escroto havia na política brasileira que eram pessoas como família Sarney, Renan, Collor, Jader Barbalho, Edison Lobão e outros a quem por todo seu tempo de sindicalista e político por São Paulo chamava rotineiramente de ladrões.

Com este consorcio, ou conluio Lula atribui-se de salvador dos pobres e oprimidos do Brasil, partindo para o plano de governo populista ao criar, ou melhor, aumentar as benesses criadas no governo Fernando Henrique Cardoso, aglutinando-as, dando agora uma feição eminentemente política para se tornar num verdadeiro curral eleitoreiro, gritando para o mundo que estava tirando milhões da pobreza e salvando os pobres de malefícios, com as tais de “bolsas esmolas” quando era notório que tudo não passava de um ledo engano, uma grande pulha, pois como se pode ver ao fim de seu governo, e do governo de Dilma os milhões de pobres continuaram os mesmos, e muitos mais piorados com os níveis da saúde em péssimos estados, onde centenas de milhares de pessoas morreram nesta década de governos, por falta de assistências médicas hospitalares.

Uma coisa Lula nunca se apercebeu que pobres e pobrezas se reduz com saúde e educação, binômio ao quais as pessoas são catapultadas para melhorias sistemáticas.

Ao invés disto partiu de formas avassaladoras e demonizadas para um plano de governo com o fito de perpetuar o petismo (ou seria lulismo) criando e implantando a “roubocracia”, quando então fez surgir uma roubalheira congressual, denominada Mensalão, onde para se manter uma maioria congressual, passou-se a pagar via de fraudes aos erários federais, aos congressistas, com mesadas mensais.

Mesmo assim com todos estes eventos desastrosos e fraudulentos Lula chegou a ter 85% de aceitação de seu governo, a ponto, de que em algum momento, Eu ter elucubrado a hipótese em ele proceder, haja vista que tinha o Congresso em suas mãos, uma mudança no regime de governo, para o Parlamentarismo, para daí se impor como Primeiro Ministro, onde poderia se perpetuar por 10 20 anos.

Graças aos bons deuses do Olimpo e por sua ignorância cultural este fato não se deu. Pois aí estaria dado a fome com a vontade de comer.

Mas, parece que os deuses sendo brasileiros, como dizem os ditos populares agiram.

Igualmente, eis aí também as grandes diferenças das marginalidades do Lula, frente às marginalidades, por exemplo, de um político como Maluf.

Maluf, afinal pego por roubos aos erários de São Paulo, não sendo ainda preso, por conta de um judiciário venal, roubava mais não formava quadrilhas para roubar. 

Caso feito por Lula, que formando uma quadrilha no governo federal, elevou estes roubos a escalas descomunais. Á quase trilhões de reais.

Eis aí o grande e definitivo chute no rabo de sua sorte.

Por conta disto, depois de tanto chutar o rabo da sua sorte, tornou-se de Torneiro Mecânico á Marginal ingresso em vários processos no judiciário, os quais certamente o levarão para cadeia por longos anos.

E para finalizar e ver as distâncias entre estadistas e um marginal populista cito:

Churchil disse ao mundo a frase: “Nunca tantos deveram tanto a tão poucos”, referindo-se as tropas inglesas na 2ª guerra mundial.

Getúlio ao suicidar-se deixa escrito num bilhete seu epitáfio: “Saio da vida para entrar na história”.

Já o Marginal Lula disse: “Nada sei, nada vi, nada ouvi”!

E continua dizendo isto, mesmo que uma montanha de evidências junto com montanhas de indícios e provas digam ou mostrem ao contrário para suas marginalidades.

Lula é psicologicamente um mentiroso contumaz... Sempre o fez! E continua fazendo.

Para isto prova este vídeo:


Obervações: Em 2008 abri um Blog ao qual iria inserir alguns artigos criados, contudo não o fiz devido a grave enfermidades, havia tido um câncer, deixando de lado. Nele há um pequeno comentário rápido que fiz sobre Lula e coisas daqueles momentos. O link é: POR TUDO QUE SABIA ONTEM E HOJE NÃO SEI...