sábado, 2 de junho de 2018




Orçamentos da União
Federal Brasileira,
pelas burlas e engodos...
é uma piada a moda tupiniquim!!!


Para os itens assinalados em vermelho, alguém nota algo estranho? Ou impertinente? Ou como queira “não” pertinentes?

Dados de 30 de maio de 2018!

Então... Todos aqueles que administram alguma coisa, podendo ser um boteco ou uma gigante multinacional empresa, sabem bem que a base de uma gestão financeira para um ano vindouro começa com ORÇAMENTOS, notadamente de RECEITAS! Para com isto se poder dimensionar aquelas despesas fixas e variáveis.

Não é diferente com uma “empresa” denominada Brasil! Certo... Quem faz isto, é um setor do governo federal, denominado de Comissão de Orçamento (Ceof), diretamente subordinado ao Ministério da Fazenda.

Trabalha para isto, com dados do que foi efetivamente realizado de RECEITAS, e com fatores outros, que podem ser, as distorções, por faltas de suprimentos adequados a certo tipos de categorias de órgãos, por Ministérios, há inflação havida e sua projeção futura, e outros elementos de receitas, como exportações e as prospecções de minérios, gás e petróleos, considerando ainda, o fator crescimentos, o PIB. Certo...

Pois então... Acima como se pode ver, houve-se com uma projeção, de receitas oriundas de uma rubrica denominada PETRÓLEO-REGIME DE CONCESSÃO – EXPLORAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS, no qual está inscrito um valor de 5,8 bilhões de reais, para uma receita realizada de ZERO!

Para onde foram parar as receitas? Ou será uma projeção furada?

Lógico, a mínima lógica indica que não se pode “projetar” algo num montante de quase 6 bilhões de reais, de receitas futuras, para que não haja nada. Seria mais do que um simples erro de projeção, senão de total irresponsabilidades.

E o pior de tudo isto, é que, este tal de PORTAL, espelha isto, com altíssimas frequências. Algo projetado de Receitas “futuras” (a base primária, já é do realizado) e não se ter receitas algumas auferidas. Como não acredito em tantos erros, pois seria uma merda de orçamentos, vem-me á mente, não só um engodo, para enganar “os trouxas”, sem expertises algumas de conhecimentos, que são nossos congressistas, ou, como verbas (receitas), verdadeiramente não contabilizada, e lançadas para outras verbas, num real engano proposital.

Quais efeitos disto? Burlar! Outro efeito pior, é que phooddee literalmente quaisquer projeções que vier futuramente!

Uma forma de burla, que se inventou, para se ser legal nas transferências de verbas (recursos), foi a criação da DRU – Desvinculação de Receitas da União. Isto Eu chamo de um câncer... Pois com ela, tem fodido dinheiros do FAT, FGTS, recursos primordialmente privados dos trabalhadores, e a vítima, quiçá, número um, o regime de PREVIDÊNCIA PRIVADA e da SAÚDE.

Destes fatos, sobre o regime da PREVIDÊNCIA PRIVADA e SAÚDE, todos sabem que os jogos (de azar) do governo, AS LOTERIAS FEDERAIS, há percentuais sobre os montantes auferidos, destinados a estes dois setores. Mas, se lá há uma projeção do quantum de projeção se tem, em milhões de reais, o realizado, se apresenta ZEROS. É possível isto? Lógico que não... Só seria possível se não tivesse havidos jogos. Portanto, a dedução obvia, são duas:

Ou não se apropriou aquilo que é devido por lei, ou simplesmente as receitas foram para outras verbas.

Pode isto Evaristo? No Brasil, pode sim, porque administrar é uma completam zona, como não há quem faça um controle disto. Os responsáveis maiores por estes controles, seriam os safados de nossos congressistas, mas eles, sempre andam mancomunados com os governantes, mais safados ainda.

Tenho dito... Ou melhor escrito!




DÁ SÉRIE: NÃO HÁ CU QUE AGUENTE...
SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS...




Conhecem a figura do servidor número um do Brasil... Está assinalado, no quadro sinótico abaixo por uma seta em vermelho:

Hoje o Brasil, no dia 01.06.2018, ás 20,45 hs., exatos, conta com 1.237.568 (um milhão, duzentos e trinta e sete mil, quinhentos e sessenta e oito) servidores federais.

Se dividirmos 206 milhões de brasileiros, por 1.237.568 servidores federais, dará 166 brasileiros para cada um servidor.

Salvos enganos de meus entendimentos é muita gente para poucos “habitantes”. 1 servidor para 166 habitantes.

Sem contar o número de terceirizados!

Isto sem contar que não há uma só relação dos tais entes (servidores públicos federais) ditos COMISSIONADOS, os quais são contratados com ALTÍSSIMOS SALÁRIOS, e todos apaniguados de políticos.

Não há, pois se houvesse seria fácil detectar a podridão QUE ISTO É, a vista de nomes e sobrenomes de gentes conhecidas e relacionados a políticos e governantes.

Hoje quando vemos a existência de 1.237.568 funcionários públicos federais, CONFIRMADOS, podemos afirmar sem medos de errar, que já se pode imaginar que existam algo como 1.400.000. Isto mesmo: Um milhão e quatrocentos mil funcionários públicos federais.

Usando de um termo popular, chulo: NÃO HÁ CU QUE AGUENTE! Ou seja... Nossos impostos.

Para se fazer uma analogia, ou para se ter uma ideia, hoje, a relação de policiais da força pública com relação a todos habitantes do Brasil, é de 1 policial, para 473 habitantes.

Ademais, para se ver o quanto isto pesa em nossos bolsos, se levarmos, em considerações que os últimos levantamentos feitos, dão conta que 70% dos servidores tem salários igual a R$ 5.500,00, podemos afirmar sem medos de errar, que hoje nós pagamos, algo como 7 bilhões de reais a cada mês.

Com um valor anualizado 91 bilhões de reais.

Se considerarmos, que nunca é somente pago, salários, senão outras benesses como diversos auxílios, podemos entender que 100 bilhões de reais, é um valor factível, de custos destas gentes.

Algumas questões:

a) Pagamos excessivamente?
b) Pagamos muito?
c) Pagamos certo?
d) Pagamos razoável?

quarta-feira, 30 de maio de 2018

ELEFANTE BRANCO DISPENDIOSO IMPRODUTIVO E DEFICITÁRIO...

PRIVATIZAÇÃO JÁ PARA Á PETROBRÁS E NÃO SÓ, COMO PARA TODAS AS 
EMPRESAS PÚBLICAS E PARAESTATAIS 
HOJE DEFICITÁRIAS, E QUE CONSUMEM RECURSOS NOBRES PARA OUTRAS INSTÂNCIAS, COMO 
SAÚDE, SEGURANÇA E EDUCAÇÃO.


A Lei Sherman de 1890, feita pelo Senador americano John Sherman, foi a lei com que o Presidente Theodore Roosevelt, entrou na justiça federal com um processo contra a Standard Oil Co, acusando-a de práticas monopolistas.

Está empresa que monopoliza o petróleo americano, deste a extração aos refinos e as comercializações de seus produtos, do Petróleo, tinha como dono um dos homens mais rico do planeta, que era John D. Rockefeller, que com suas políticas devastadoras desleais, e criminosas formas de agir economicamente, não permitia, a quem quisesse e pudesse, financeiramente fazer-lhe concorrências. Tornando o mercado deste produto, quase em estado obsoleto de expansões e progressos!

Tanto quanto, tornava a segurança nacional e o povo refém deste monopólio.

Guardando, as devidas para-semelhanças a Standard Oil, seria ela, como a nossa empresa pública Petrobrás. Lá, na América, por se tratar de uma empresa privada, uma das formas de que poderia o Presidente Americano usar, era para quebrar o monopólio que ela exercia, pura e simplesmente estatiza-la! Algo contra todos os princípios americano de governar, e do livre comércio. E do próprio capitalismo.  

Conseguiu então o Presidente Theodore Roosevelt, indo na justiça, via da lei antitruste de Sherman, obrigar a John Rockfeller, vender suas nove empresas, que monopolizavam as coisas do Petróleo, em empresas geridas por outros empresários, sem que o mesmo pudesse delas participar, como um dos seus maiores acionistas.

Disto, cresceram ou passaram a existir inúmeras empresas, e a América do Norte, por quase séculos passou a ser o país com maiores prosperidades na prospecção do petróleo, tanto quanto, nos desenvolvimentos deste produto e de seus derivados.

Hoje, 2018, a América do Norte, conta com 35 empresas petrolíferas, sendo três delas, inscrita no rol das 50 maiores empresas americanas (vide: https://exame.abril.com.br/negocios/as-50-maiores-empresas-dos-estados-unidos-segundo-a-fortune/) que competem entre si, não só nas prospecções, como no refino e nos desenvolvimentos de produtos e subprodutos do Petróleo, ganhando com isto, os Americanos que tem estes produtos como um dos mais baratos do mundo.

Aqui, na terrinha dos espertos, com poucas ou quase nenhumas expertises, tem-se uma empresa Estatal, com nome pomposo, com certas doses exageradas de patriotismos caboclo, denominada PETROBRÁS, altamente inchada de funcionários caríssimos, com produtividades comprometidas, e corrompida até suas raízes, por políticos e politicagens internas, sem capacidades de investimentos, quiçá, reinvestimentos por parte de seu gestor econômico, o governo Brasileiro, e que monopoliza um mercado onde tudo está deficiente e caro, a começar, como exemplos, que uma simples greves de caminhoneiros, quebra a espinha dorsal de segurança de um país, como sua capacidade de se manter nas suas normalidades mediante uso de suas energias, no caso, a completa falha e falta de combustíveis. Óleos, gás e gasolina! E que vieram a acarretar centenas e centenas de prejuízos, a terceiros, sem formas de reaver estes perdas.

A quebra do monopólio por parte desta empresa, com sua PRIVATIZAÇÃO, é imprescindível ao crescimento do Brasil, e a segurança de todos os Brasileiros.  Exemplos há destes monopólios que já foram quebrados, como das TELES, e a abertura de mercados para automóveis, que fez não só crescerem estes mercados, como torna-los mais eficientes, mais produtivos e bem mais acessíveis as populações economicamente mais fracas. Até as de baixa rendas.

PRIVATIZAÇÕES JÁ...
SÃO ESSENCIAIS AO BRASIL E AOS BRASILEIROS.









AS FARRAS DOS CARTÕES CORPORATIVO DO FEUDO CHAMADO BRASIL!


Que já não ouviu falar destas formas de gatunagens legalizadas? Seu nome é bonito, é pomposo: CARTÕES CORPORATIVOS.

Estes de quem a seguir comento, são CORPORATIVOS de quê? De quem? Ah! Esqueci-me de colocar... São da UNIÃO! UNIÃO de quê? De quem? Porra estes meus enigmas, que todos já, óbvio, sabem, são os CARTÕES CORPORATIVOS DO ESTADO BRASILEIRO. Da porra chamada Brasil. E quem paga as contas dos gastos destes tais pomposos CARTÕES CORPORATIVOS DO BRASIL? Eu, você, e mais um bando de milhões que trabalham, e não tem uma boquinha desta para algumas compensações dos suores gastos. Enfim...

Estes cartões, como muitas boas e más invenções de FHC, foi criado no seu governo em 2001/2002, para dar agilidades em pagamentos de pequenas despesas do governo, aquelas que são inclusas nos tetos limites de 8.000,00 e 15.000,00 reais, e que não precisam de licitações. Este limite maior, só poderia ser usado em casos de emergenciais pequenas reformas. Além, da ideia de se reduzir papeladas, de notas e faturas. Obvio... Tentos de 8.000,00 não é nada... A casa é rica, e qualquer coisa de 8.000,00 reais, pode ser considerado pequenas despesas. Certo?

Mais a coisa foi além... E porque de não se dar as pessoas com títulos de Ministros, ou Presidentes de quaisquer coisas da União? De quaisquer órgãos da União, também conhecido como porra de Brasil, ou: Presidentes do Congresso Brasileiro. Ou Presidentes de órgãos do Judiciário.

Virou zona, e descontrolada!!!

Hoje, Eu tenho dúvidas, chegando a quase conclusão, que Fernando Henrique Cardoso mancomunou-se com Luladrão e sua gangue. Só pode... 

Quase todas as invenções de FHC, deu-se ou começou a se dar no final de seu governo. Aliás, seu último ano foi uma merda, merdas estas, que foi o cacife para Luladrão ganhar, como ganhou! Há do CARTÃO CORPORATIVO foi de mão beijada. Cheques impressos e expressos sem controles.

Não por coincidências, foi justamente no governo do Luladrão que pipocou todos os tipos de safadezas, além dos gastos com estes CARTÕES terem sido elevados as raiais dos absurdos. Só em 2015, os gastos estavam acima de 650 milhões de reais. 50% disto, debaixo de sigilos. O volume para hoje, já chegam próximos a um bilhão de reais. 50% 60% tudo debaixo de sigilos de Estado!

Lembram-se da Rosemary? A fulaninha, que se diz, era amante do sapo cururu, Luladrão... Gastou dezenas de milhões de reais. Até hoje, 30.05.2018, nadica de nada foi destrinchado. Vide este vídeo: 


Abaixo um quadro sinótico do tamanho que as safadezas começavam a tomar corpos, tomando-se dois dos últimos anos da gestão do Lularápio:

MINISTÉRIOS                                   2006                                       2007                                      AUMENTO

PLANEJAMENTO                  R$ 4.514.833,00                  R$ 34.446.016,00                                662,95 %

CULTURA                                R$      35.932,00                  R$      117.444,00                                226,85 %

TURISMO                                R$           348,00                  R$         2.780 ,00                                699,41 %

PREVIDÊNCIA SOCIAL       R$    436.810,00                  R$  1.282.095,00                                193,51 %

IGUALDADE RACIAL          R$      55.532,00                  R$     171.556,00                                 208,93 %

No total foram gastos 177,5 milhões de reais, no exercício findo de 2007, por 11.500 portadores de cartões corporativos.

A zona começou a ser descoberta, quando uma tal de Matilde Ribeiro, Ministra do tal Ministério racista, com o nome de IGUALDADE RACIAL, usou do CARTÃO CORPORATIVO para coisas pessoais, gastando muito mais do que o seu salário que era de R$ 10.700,00. Ela consumiu R$ 175 mil só com aluguel de carros em suas viagens.

Mas, isto já era café pequeno. Nos primórdios do governo Lularápio, foram nove os Ministros que caíram também por conta dos tais cartões. Vide a relação dos maus feitos dados pela mídia, em 19.09.2010... Por este link:http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/09/em-8-anos-de-lula-denuncias-levaram-demissao-de-9-ministros.html

Aquela espevitada, e bem “comportadinha” deputada federal pelo Rio de Janeiro, com o nome de “Beneditinha da Silva”, está no meio.

Bem dizia a minha avó materna Floripes Santana Neves, a quem todos chamava de dona Iaiá, ao se referir á pessoas pobres, que de alguma forma ascendia um pouquinho ao mundo sócio pecuniário: “Quem nunca comeu meu, quando come pela primeira vez, se mela todo”!

Nestas lambanças desonestas, por maus caratismos, também andou metido o Ministro dos Esportes, Orlando Silva. Também teve seu nome envolvido no escândalo por ter utilizado o cartão para pagar conta em barraca de tapiocas.

Vejam só... Contas de tapiocas, não duvido na praia, tomando umas...

Então... Existiam antes de 2007, aproximadamente 9.000 funcionários fazendo uso de cartões corporativos. Em 2007 o número de cartões era de cerca de 11 mil. HOJE... Só os deuses, ou satanases sabem!!!

Para completar a zona, do completo descontroles, uma grande maioria dos funcionários, que detinha estes cartões nominalmente, com senhas, obvio, a quem eles desejassem dar, sacavam em caixas, em dinheiros vivos, em altas quantias, pois o grande limite 8.000 reais, era aberto. Só dependia da vontade e do tamanho das safadezas pessoais.

Já foram feitas neste quesito, várias, talvez, dezenas de leis regulamentando, afora, centenas de portarias. O problema, é que os controles, são fragilíssimos. Os limites fragilíssimos, e muito mais do que isto, o caráter destas gentes que usam este tipo de cartões, que nós pagamos as despesas, são fragilíssimos.

E a fragilidades são muitíssimos piores, e começam, pelos cartões que estão protegidos por “segredos de Estado”, os cartões que são dados á governantes maiores, do poder executivo e aos Ministros da República, inclua-se aí, todos que porventura usem deste título. E para aqueles, que mesmo seu os títulos de Ministros, levam o título de PRESIDENTES.

Quem, se diz, faz os controles desta zona toda, é a Controladoria-Geral da União. Aí a coisa fede... Pois, pelo vistos, não há controles de nada com porras nenhumas.

Para finalizar uma pequena grande digressão pessoal de controladoria:

Em 1982/1983, salvos enganos, Eu havia sido derrubado para cima, quando passei de Gerente Geral da Filial de Brasília, para ser “Assessor da Gerência Regional-Centro Oeste”.

Dentre várias das funções cabia-me controlar as despesas desta Regional, as quais eram depois mandadas para a administração controladora geral em São Paulo.

Certo dia, um colega de nome Richard Cury, Gerente Geral Administrativo Diretoria Regional Sul-Sudeste-Centro Oeste, uma espécie de controlador geral de despesas, devolveu-me uma nota de despesas me questionando: “Gueiros, meu querido, você não viu algo de anormal nesta despesa”. A porra do termo “meu querido” já me afobou os nervosos.

Falava ele, de uma adulteração grosseira no valor da nota de uma refeição. 

Estava adulterada uma nota fiscal de serviços, de 290 reais, para 690. Então devolvia-a, com o seguinte bilhete colada a ela:

“Richard, meu querido, entre aspas, não passei 05 anos de minha vida na auditoria do Banco, comendo merdas. Você sabe bem de quem é a nota (falava de quem havia consumido), se tiver colhões, se dirija a quem a adulterou, e peça, para ele conseguir uma nota do valor da adulteração. Se não tiver cu para isto; você mesmo vá a qualquer posto de gasolina, e troca está merda, por uma nota de consumo de gasolina! Beijos e abraços”!

A desgraçada da nota, nunca voltou, mas tenho xerocópia dela, e dos bilhetes de “veio e voltou” até hoje. Risos!




terça-feira, 29 de maio de 2018



VAMOS DE C.S.M.F CONTRIBUIÇÃO SOBRE MOVIMENTAÇÕES FINANCEIRAS!


Só tolos se prestam a pensar ao contrário. (Perdoe-me o atrevimento presunçoso).

Existem várias dezenas de impostos no Brasil, aplicados, inclusive, em cascatas, a grande maioria até com pesos de dois dígitos percentuais, em duas, três, quatro ou mais dezenas de valores, sobrepostos, que contemplam umas difíceis vistorias, causas de desvios e sonegações, tanto quanto um custo de bilhões de reais, senão um trilhão, aos empregadores e produtores em geral, no preparo de suas contribuições.

Com cada vez mais os setores das Fazendas (Federal, Estadual e Municipal), ficam mais inchados de servidores fiscais, e caros aos ofícios de fiscalizações. 

E com poucas eficiências e produtividades, isto mostrado, em passados recentes, de bilhões e bilhões de reais detectados pela LAVA-JATO, sem que se tenha notícias de apurações, "in locum” dias, dos eventos acontecidos.

Ademais... Hoje, já é possível admitir-se que mais de 80% do montante de recursos em circulação no Brasil, são feitos via de cartões de créditos e cartões de débitos, pessoas físicas e jurídicas, afora, pagamentos virtualizados, feitos, também, por estes meios. O chamado dinheiro de plásticos.

A retenção na fonte, forma como é aplicado este tributo-contribuição, enseja, custos quase zeros em papeladas e serviços, pois este tipo de arrecadação, como disposto, se dar 100% na fonte, sobre recursos utilizados ou circulados via de Bancos, Operadoras de Cartões de Créditos, ou de Serviços de débitos, ele, contribuí também para uma arrecadação social mais equânimes, haja vista, se sobrepor a montantes usados ou circulados por cada indivíduo ou entidades (per capita dia), ao seu potencial sócio financeiro pecuniário.

Qual seria a taxação máxima possível? Penso pela mínima: 

Nunca inferior à 2,5%.

Taxa de inflação, hoje, que nos "penintencializa", de sobremodos, os mais pobres.

EM TEMPO:

“MUITOS ACHARÃO A TAXAÇÃO POSTA ELEVADA E UMA ESTUPIDEZ, TODAVIA, POUCOS ACHAM ESTÚPIDO AS ALTÍSSIMAS TAXAÇÕES FEITAS EM PRODUTOS BÁSICOS DE CONSUMO E DE MEDICAMENTOS, ALÉM DOS DE PRIORIDADES DE VIDA, COMO ENERGIA, GÁS E COMBUSTÍVEIS, COMO O DIESEL, PIOR: IMPOSTOS EM CASCATAS, ONDE QUEM SÃO OS MAIS ATINGIDOS SÃO AS PESSOAS HUMILDES”.


Pensem nisto...

domingo, 27 de maio de 2018




MEU PRIMEIRO COMPUTADOR (JUNHO DE 1999) E MEU PRIMEIRO CONTO COM REGISTROS NA INTERNET, AO QUAL DEI POR TÍTULO: MEUS DIAS ANDANDO COM JESUS. O CRISTO, FOI EM 2005!


Há Internet surgiu no Brasil em 1988, “usualmente usada” (gostei da cacofonia!), para o mundo acadêmico, só havendo seu boom popular, pelos idos de 1996. Alguns fatores influíram para tardiamente ser usada popularmente no Brasil. O primeiro dele, era que ainda estava muito precária sua distribuição em processar a Internet, com nossas redes de telefonia sempre lastimáveis.

Quem não se lembra das dificuldades de se falar ao telefone! Ou até mesmo para se comunicar. As linhas precárias, era uma chiadeira só. Quando não ficava caindo as ligações. Sim... Porque você tinha que a repeti-las por várias vezes.

Segundo que o produto computador, afora poucos, eram caríssimos, nada populares.

Para mim, minha relação de usos com a Internet chegou pelos tempos de junho de 2004. Quando fiz uma troca de um MONZA 1989, automático, que Eu havia comprado em São Paulo, por um computador velho, mas funcionando, que era de meu tio Roberto.

Eu havia passado uma forte comoção pela perda de minha ex-esposa Ana Maria, e meu filho de 09 anos, Ricardo, num acidente de carro, próximo a cidade balneária Mongaguá-SP. Em 1990. Os fatos:

Indo para Garanhuns, para criar a minha filha Renata, que havia sobrevivido ao acidente, estando lá, e por isto, por conta do acidente, que vitimou meu filho Ricardo, entrei num fortíssimo surto de inseguranças, com uma depressão fortíssima, que me ocasionou a tão terrível SÍNDROME DO PÂNICO, que me levou por quase 05 anos a praticamente me encerrar em casa, sendo meu quarto meu refúgio predileto, ou então a sala, onde encerrava-me também na televisão.

Por estes tempos, o meu Monza, ficava estacionado a frente de minha casa, em Garanhuns, por anos, ao ponto de um dia a Polícia bater a minha porta, pois, acredito, alguém deu alguma denúncia de meu carro parecer roubado. Onde morava, não tinha garagem. Identifiquei a policia ser o dono do carro, ficando resolvida a questão.

Mas, não querendo passar por situação semelhante, ou que meu carro, mais dias, menos dias fosse, por algum motivo, fosse danificado, resolvi então leva-lo para uma fazenda que era de heranças de meu avô José Custódio, e lá deixá-lo na garagem da Fazenda. A fazenda ficava próxima a Garanhuns, mais ou menos umas 04 léguas. Ou seja, um pouco mais das léguas informadas, exatos 25 quilômetros.

Um tio meu Pedro Jameson, chamávamos de Pedrinho, tinha resolvido pela mesma época, ir morar lá, nada Fazenda, e me perguntou se Eu deixaria ele usá-lo. Deu as chaves para ele, e ele passou a usá-lo por longos 07 anos.

Até um dia, que outro tio, Roberto Neves, me perguntou porque Eu não dava o carro para Pedrinho de papel passado. Praticamente Eu já o tinha dado. Roberto então me resolveu oferecer, dar em troca um computador, velho, que estava encostado na casa dele sem uso, mas funcionando. Eu disse que sim... E assim ele me mandou o dito cujo, e Eu mandei os documentos de venda do carro, assinado, para ele.

Por ser velho, com pouquíssima memória, era uma verdadeira zona mantê-lo funcionando, pois, além de travar, a todo tempo, era costumeiro dar a maldita TELA AZUL. E lá ia Eu mexer no dito cujo, abrindo-o, para passar borracha nos pentes de memória, melhor dizendo, num pente de memória, e formata-lo. Era minha técnica de conhecedor profundo de computadores. Risos...

Perdi, por conta da precariedade de agora, meu computador, significativamente vários trabalhos que começava a produzir, principalmente os de natureza maçônicos, e alguns contos. Tanto quanto, era comum também os discos regidos, darem problemas. Aí mesmo, tudo ia para o brejo, pois sem pen drive, creio não existir pelos tempos, para guardar os trabalhos em cópia, tudo ficava pelo disco rígido estragado. Ainda hoje tenho vários deles. Tanto quanto me esquecia de guardar tais trabalhos em disquetes, que tinham pequeníssimas memórias para regristos. 

Mesmo com todas estas dificuldades, com o uso da Internet, em 2004, ingressei particularmente em dois Fóruns, um que era da Revista chamada PRIMEIRA LEITURA, fórum mantido por seu editor chefe Reinaldo Azevedo, e outro de origens portuguesa, que era FÓRUM MAÇÔNICO LUSÓFONO, primeiro e único na categoria, e mantido por um portuga de nome Luís Figueiredo.

Tornou-se ambos, para mim, um deleite diário, donde podia externar meus pensamentos, e discutir todos tipos de assuntos, por horas a fio, como hoje se faz com o Facebook. Os mais amplos assuntos que se possa imaginar.

Foi daí que me veio a ideia de fazer o conto que intitulei: MEUS DIAS ANDANDO COM JESUS, provocado por discussões sobre religião, notadamente, no Fórum Maçônico Lusófono.

Um adendo: Sempre li, para aprender e mais do que isto, depreender, as coisas relativas as religiões e nisto, óbvio, muito me ajudou a Internet. Sem ela, por dezenas, centenas de vezes, quiçá? Li o Velho e o Novo Testamento, depois que ingressei na Maçonaria, 1985.

Com a Internet fui ler o Alcorão, o Torá e o livro “bíblico” dos egípcios denominado “O Livro dos Mortos”, afora o também os “bíblicos” indianos, e a vida de Sidarta Gautama ou Siddartha Guatama, o criador do budismo.

Então... Foi daí e por assim dizer, por todas irreverências criadas pelas leituras de tantas coisas sobre religiões, que criei o conto "MEUS DIAS ANDANDO COM JESUS" imaginando, na minha cama, ao chegar do sono, como seria ter vivido estes tempos.

Para lê-lo resolvi também pô-lo, no Grupo por mim criado denominado ASSEMBLEIA MULTICULTURAL, POLÍTICA E FILOSÓFICA DE FATOS E EVENTOS DO MUNDO, no Facebook, e para também lê-lo neste meu Blog, eis o link:https://efegueiros.blogspot.com.br/2016/08/meus-dias-andando-com-jesus.html

sábado, 26 de maio de 2018



.:Rodolfo Egon Tress:.


Há tempos que venho pensando fazer um artigo, sobre algo que muito me impactou quando ainda, noviço na maçonaria, havia sido iniciado em 17 de outubro de 1985, na venerança do irmão Fernando Lusvarghi, de um fato chocante.

Num amanhecer, não me lembro a data pelos tempos passados, por um telefonema recebido em casa, dado por um colega de trabalho e irmão maçom de minha antiga Loja Maçônica Sphinx Paulistana - 248, o Formiga, me foi dado a péssima notícia que um dos nossos mestres, o irmão Rodolfo Egon Tress, que conosco tinha convivências, tinha se suicidado.

Aquilo me impactou de tal forma, que pensei, ao longo de uma semana, deixar a maçonaria, e só não um fiz, devido ao querido amigo e colega de trabalho, Luiz Gonzaga Santarelli. Jamais, por certo, faria isto, pois sabia iria magoar seus sentimentos.

E por mais, para alguém que me deu a mão, em momentos difíceis emocionais, ao me levar para Ordem. Tornando meu padrinho maçônico de fato! O de direitos maçônico foi o querido Eugênio Carbone, devido a ser ele mestre, e somente mestres poder indicar entes para maçonaria e apadrinha-lo. 

Já estava pelas últimas lições no grau de aprendiz, quando o fato se deu... A morte do Mestre Maçom RODOLFO EGON TRESS.

Nunca soube, dos porquês, tanto quanto nunca ninguém do quadro, me informou de nada. Tanto quanto, também porque nunca perguntei.

O que me impactou, e muito, é que pela morte, nada normal, também tudo continuou em nosso quadro, como nada de anormal houvesse havido. E muito pela convivência do Mestre Rodolfo, sinceramente isto me perturbou!

Perturbou, pois não senti o que um dos nossos “lemas” nos exercita a exercer, ter havido: FRATERNIDADE!

Quem, maçom ou não, não conhece o lema que foi cooptado da Revolução Francesa... LIBERTÉ, EGALITÉ, FRATERNITÉ!

LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE.

Justo este tema, acima assinalado, pelos meus crivos, Fraternidade, me veio à tona. Será que faltou fraternidades? Será que foi deixado um irmão aos léus de seus sofrimentos, sem quaisquer aparatos... Sem quaisquer aparatos de apoios? Era possível não deixar os fatos ocorrerem? Perguntas e perguntas, sem quaisquer respostas saltava na minha mente. E que meus sentimentos faziam por existir.

Formiga, que foi chamado a casa dele para dar os primeiros atendimentos a família, ele era médico clinico geral, além de ser médico do IML – Instituto Médico Legal de São Paulo, disse-me depois, que o quadro era dantesco na casa do irmão Rodolfo. Não só pelo os sofrimentos estampados na esposa e filhos..., mas, nas imagens dos fatos. Pois seu suicídio se dera por um tiro de revólver na têmpora! Ele cometera o suicídio no seu quarto de dormir deitado a cama.

Uma das coisas que havia “apreendido” nas minhas lições maçônicas, era prestar atenções nos sentimentos dos irmãos. De todos sentidos. Raivas, estados depressivos e outros nestas linhas, que podem ser causados por enes motivos. Inclusive os sociais e os de trabalhos. O que havia na vida de nosso irmão Rodolfo Egon Tress?

Existe na maçonaria para se atender questões destes portes, como um irmão depressivo, faltoso ao comparecimento em loja; em estados de emoções destemperadas, com alcoolismos, ou com quaisquer outros vícios, o que denominamos Conselho de Família, onde são analisadas anormalidades cometidas por obreiros maçons.

Este Conselho é basicamente formado por mestres mais velhos, quanto mais antigos melhor. Pois carregam em si, todos os históricos do quadro de obreiros.

Como nada me foi falado, tampouco, foi por mim perguntado, pois aprendiz não fala, não questiona, não escreve, fiquei por eu perguntar-me e fiz... Não uma, mais diversas vezes, e confesso, até hoje, passados 33 anos, por que Rodolfo Egon Tress se matou?

Como tudo voltou numa normalidade absoluta, quase alguns dias depois do fato acontecido na minha Loja, isto me causou espécie na época, e continuou a causar. E voltou a acontecer... Anos depois, exatos 04 anos, comigo.


Tenho dito...