terça-feira, 9 de maio de 2017


IMPEDIMENTOS E PUNIÇÃO DE GILMAR MENDES SÃO UTOPIAS ÁS VISTAS...



Em verdades creio que sim...
Duvido total e completamente que o Plenário do Supremo Tribunal Federal atenda a quaisquer dos pleitos pedidos contra o vergonhoso ministro Gilmar Mendes, ou seja, o Impeachment contra ele, pedidos por inúmeros juízes de várias Instâncias e Tribunais, tanto quanto este pedido do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, para seu impedimento de dar quaisquer votos, nos pleito feito a Justiça, pelos advogados de Eike Batista, haja vista a participação direta da sua mulher no escritório de advocacia que defende o indicado paciente, feito com plenas e ilibados acertos, pelos argumentos expostos do Código de processos civis e penais.
As dúvidas vêm dos altos espíritos corporativistas existentes neste, e outros órgãos do governo federal, como é o caso da casa de bandidos denominada Congresso. Para mais, que ele já detém um grupelho dentro do Supremo, que serão sem sobras de dúvidas o Toffoli, o Lewandowski, c om meias dúvidas o Marco Aurélio.
Somente me resta às convicções que dois pelos menos votarão a favor da punição e o impedimento, que seriam o Fachin e a ministra Carmem Lúcia, sobrariam: ministro Celso de Mello, ministro Luiz Fux, ministra Rosa Weber, ministro Roberto Barroso, ministro Alexandre de Moraes.
Deste, com dúvidas acho, acham que possam com “surpresas” votar a favor, o ministro Fux e o ministro Barroso, que já deram mostras, em conformidades com que dita à lei, no presente caso o que está determinado pelos Códigos de Processos, pelos artigos expostos.
Os artigos que o PGR enquadra são estes:
Art. 144.  Há impedimento do juiz, sendo-lhe vedado exercer suas funções no processo:
III - quando nele estiver postulando, como defensor público, advogado ou membro do Ministério Público, seu cônjuge ou companheiro, ou qualquer parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive; (Por analogia ao escritório da esposa que defende o Eike Batista).
IV - quando for parte no processo ele próprio, seu cônjuge ou companheiro, ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive; (Por analogia ao escritório da esposa que defende o Eike Batista).
VIII - em que figure como parte cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge, companheiro ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive, mesmo que patrocinado por advogado de outro escritório; (Neste caso é direto pela participação da esposa de proventos do escritório a qual faz parte).
§ 3o O impedimento previsto no inciso III também se verifica no caso de mandato conferido a membro de escritório de advocacia que tenha em seus quadros advogado que individualmente ostente a condição nele prevista, mesmo que não intervenha diretamente no processo. (Neste caso o advogado do Eike tem o mandato do escritório, onde ela trabalha).
Para mais o artigo...
Art. 145.  Há suspeição do juiz:
III - quando qualquer das partes for sua credora ou devedora, de seu cônjuge ou companheiro ou de parentes destes, em linha reta até o terceiro grau, inclusive; (Guiomar esposa do ministro Gilmar Mendes, é credora do Eike Batista, pelo escritório que o defende.)
IV - interessado no julgamento do processo em favor de qualquer das partes. (No caso há, qual seja a esposa Guiomar, do ministro Gilmar Mendes, que recebe proventos por causas feitas pelo escritório onde ela trabalha.)
Não creio que o novato ministro Alexandre Morais vote a favor ou contra. Se pudesse, ele e o ministro Celso de Mello e Rosa Weber optariam pela abstenção. Portanto, creio que os três votarão de forma corporativa. Resultado, que seria de seis votos contra, com quatro a favor.
Não será desta vez, que veremos este vergonhoso ministro Gilmar Mendes ser punido.
E por obvio, nunca será pelo Congresso, haja vista, que já demonstrou nos casos de Renan e outros, estar a favor que não mude, quanto a punições. Deixar tudo como sempre esteve. O Supremo não julgada nada, deixar estar para ver como é que fica, até, em vencendo todos os prazos, fique-se tudo pelas impunidades.

quinta-feira, 4 de maio de 2017


MAÇONARIA PASSADA A LIMPO, POR UM MAÇOM...




(Avisos aos desavisados e aos paranoicos de perseguições, este trabalho, esta prancha não são apenas críticas, senão uma exposição de fatos e motivos, que espero seja também entendidos como aviso aos navegantes por mares maçônicos).




Sou maçom de grau 15º, mas pouquíssimo importa, as suas gradações e cargos, para hoje, para amanhã e todo o sempre dentro da maçonaria. Ou fora dela... Se você não tiver deixado a maçonaria entrar em você, poderá ser maçom iniciado, mas continuará a ser, o profano que a ela adentrou, na suma maioria por curiosidades, e interesses pessoais!



Importa-me agora, e para sempre importará é aprender, e a ser sempre ensinado, e para mais; dar-me em conta àquilo que me foi ensinado e que me deu condições de estando na maçonaria, e exercitando-a nos meus íntimos mais profundos, dedicar-me nos aprimoramentos de seus conhecimentos, conceitos e história, para poder exercitá-la com mais segurança e discernimentos. Dentro e fora dos Templos.



Para isto continuo sendo um eterno aprendiz e me apraz a ter sempre novos professores, da vida profana e da maçonaria. Tanto, se houver, ter as condições de dar em ensinamentos aquilo que aprendi! E nisto estar sempre experto, mais do que somente esperto, no lema pessoal: “Saber hoje mais do que ontem...”!



E ser julgado, jamais me deu receios algum para a vida.



Absorvi isto, ainda jovem, com 16 anos, quando me deparei com o Salmo: “JUDICA ME DOMINE SECUNDUM JUSTITIAM MEAM ET SECUNDUM INNOCENTIAM MEAM SUPER ME”!



Que na forma literal seria: “Julga-me senhor, segundo minha justiça e segundo minha inocência em mim”.



Que me levaram afirmar e ter como lema de vida, para mim, “Saber hoje mais do que ontem”, meu prumo, esquadro, compasso maço e outros instrumentos maçônicos, então homem maduro, enquanto mesmo simbólicos; e instrumental para vida profana.



Posto isto, vamos as trolhas...



Ser... APRENDIZ:



Todo maçom acima deste grau, portanto, companheiro e mestre, têm a certeza absoluta que um noviço (novato) candidato a aprendiz é absolutamente um estúpido ignorante. Pouco importando a natureza profissional, acadêmica (estudos) ou sua capacidade intelectual.



É aprendiz... É burro! E pronto...



Dentro deste conceito, se forem dadas chances para alguns mestres, pode o aprendiz até virar burro de carga. E tende a isto virar, por temores normais da natureza humana. Os receios de ser de alguma forma punido! Isto quase é uma rotina.



Tudo começa pelas imponências de muitos e variados mestres, aquando ao próprio aprendizado de aprendiz e sua formação como maçom. A aplicação do catecismo leia-se compêndio de instruções, ritualísticas e de material maçônico, pela filosofia dos mestres, já “formados” como tal, já se presta.



Se um aprendiz insisti com alguma questão; vêm as respostas mais clássicas: ISTO É SEGREDO!



Segredo porras alguma... Descobrirá o aprendiz mais à frente, no seu trabalho, e por se encontrar as cegas tateando, em centenas de livros existentes nas prateleiras de inúmeras livrarias.



E isto ocorre, por preguiças (ociosidades) ou simplesmente porque muitos daqueles que se fez Mestre, simplesmente passaram a isto, a este grau, ou a eles, foram alçados de graus, mesmo quiçá, muito menos sapientes do que muitos aprendizes.



Mestres e companheiros maçons, não se enxergam ou apenas tornam-se petulantes por já terem sido iniciados maçom primeiramente. Pouco importa se um aprendiz na vida profana tem alguma formação. Seja de ascensorista ou um profissional da medicina no grau de neurocirurgião dos “miolos” humanos. Ou no caso de um professor da área jurídica.



Não interessa! Ele é aprendiz, portanto um estúpido.



Este tipo de comportamento, normalmente, afora criar aborrecimentos no já aprendiz, o desestimula a seguir em frente. Vai daí muito se darem afastamentos.



O aprendiz, só não é estúpido quando é dado a ser explorado na sua profissão profana. Sim... E o são, por conta de seus receios. Que são absolutamente normais... Vi isto com meus olhos, que o fogo há de queimar. Sim...



O fogo! Haja vista, que já avisei a meus familiares, e por estes textos continuo avisando, que quero ser cremado, e caso não o façam, juro que me levanto de onde esteja, e vou encher de cipós, paus e peias a vizinhança que por acaso estiverem a me render homenagens póstumas. Não as quero na morte, se existir, quero-as em vida!!!



Ser... COMPANHEIRO:



Para estes, muda muito pouco! Somente que passados por alguns bons tempos, pelos tempos de aprendizes, já saem da categoria de aprendiz estúpidos, para aprendiz aceito como curioso, e por incrível que possa parecer... Sabem falar, e pasmem, descobre-se que sabem pensar.



Tanto quanto pelo maior tempo de convívios, já é mostrado não como aquele noviço estúpido, já agora é havido como pessoa, é da categoria humana.



Mas, nos critérios de instruções, ou ser instruído, vale o retro anterior descrito. Aplica-se o compêndio de instruções, ritualísticas e de material maçônico, contidos num livreto, também conhecido como catecismos. E agora o havido como companheiro, que se vire. Como tinham que se virar, os aprendizes...



Já é um pouquinho maior, mas, nunca se atreva a pedir a um mestre algo que pareça, complicado aos seus entendimentos, pois poderá ter as mesmas respostas que eram dadas aquando aprendiz. Isto é Segredo!



Ser... MESTRES:



É aqui que moram os acertos e os desacertos da Maçonaria. E é nisto que afirmo peremptoriamente que a Maçonaria é Justa e Perfeita.



Vejamos...



Já começa pelo erro crasso (Eu nunca vi pelos meus 23 anos, ou 8.401 dias de maçonaria – até 2008) ser pedido para exaltação de um mestre maçom, um trabalho, ou trabalhos como são pedidos aos aprendizes e companheiros. Como poucos trabalhos vi de mestres apresentados em Loja, sequer fosse, por distribuição, na bolsa de propostas e informações.



E soube disto, quando, ao meu amado mestre Eugênio Carbone (já hoje no Oriente Eterno) fiz a questão, quando cumprindo meus interstícios pelas lições “dadas” no catecismo de mestre, se seria requisitado um trabalho, pergunta que houvera feita a outro irmão companheiro. Disseram-me que não!



Por que não? Indaguei-lhe! E pela primeira vez vi o meu mestre de instruções, dizer que a esta pergunta, ele, não saberia responder. Como ninguém nunca soube me responder. É um modus operandi de se graduar alguém, sem inquerir de seus conhecimentos.



Será que o título; o grau, a vestimenta maior, o avental, já por isto iguala a todos? Novos mestres á velhos mestres?



Obvio que não. Os problemas na maçonaria, já são gerados nisto, e tornou-se quiçá, tradição.



Mestre é mestre, ora porra! Você não sabia disto, mestre EfeGueiros!!!



Não... Não quero e nunca aceitarei tal forma, pois o que isto tem gerado é um bando de mestres ociosos, estagnados em aprendizados da maçonaria, e cheios de vidas de ágapes.



Estás ociosidades é o gerador de até Lojas, serem tombadas.



Aliás, uma digressão...



Eu já vi, foram poucos, mais existiu, aprendiz apresentar um trabalho, para o não estava assente tão somente aos fatos e dados do catecismo maçônico, no livreto de aprendizagens maçônicas, senão, em projetá-las as instruções dadas em conexões análogas a sua vida profana e seu lado profissional. Tendo estes trabalhos, sido ovacionado como de gênios.



O gênio, tinha por formação, ter sido advogado, e por concursos, ter se tornado juiz. Outro caso, fora a de um neurocirurgião!



Lógico... Jamais, nunca ovacionados, por aqueles mestres com mentalidades tacanhas, que por serem tacanhos, acham por tradições, deve-se dissertar apenas sobre aquilo que foi apresentado ou instruído pelo catecismo. Ou seja, o estúpido aprendiz, estar querendo ser mais do que é. Um estúpido.



Salvo enganos, quem apresentou um trabalho a estes estilos, não sei em que grau, e dito por meu mestre Eugenio Carbone, foi um nosso irmão da Loja Sphinx Paulistana, que era neurocirurgião.



Então de volta ao tema mestre.



Os Veneráveis, não sei, por cargas d’águas não exige tais trabalhos, quer seja coletivo, quer seja pessoal, e creio se um fizer, não faltará irmãos, a pedir-lhe um “impeachment maçônico”, junto ao Grão Mestrado, ou quiçá, ao Conselho de Família, por que um bloco de mestre se sentirá incomodado.



E às águas vão rolando. Os mestres se emburrecendo, emburricados pelo ócio das mesmas coisas, em Templo. Na expressão: TUDO ESTÁ JUSTO E PERFEITO!



E passam, por isto, ou para isto a não servir a nada. Nem para Maçonaria e a sua Loja. Data vênia a razão de minha ótica crítica, ao final dos contextos destas minhas explanações, pois, não querem servir de mestres aos aprendizes; não quererem servir de mestres aos companheiros e a se próprio, de mestres para mestres, ao não expor seus conhecimentos maturados, enquanto os foram aprendendo em graus anteriores a sua exaltação.



E o que sobra?



Ócios! Que tendem a produzir turmas e turminhas, blocos e bloquinhos. Para as mais íntimas das coisas erradas, que é uns servirem de votos para outros galgarem o cargo de Venerável, um tributo, que para alguns tem sido um Dossel de calvários. Pois, vão sofrer, por não estarem preparado.



Passam-se então as amenidades á existirem, para dias menos dias surgiram os abusos, e aborrecimentos com as consequências de adormecimentos, muitas das vezes precoces a existência de vida de um maçom. Que certamente poderia produzir muito mais...



Tenho escrito...





Em tempo: Esta prancha, este trabalho foi por mim feito no ano de 2008, passado o tempo de nove anos, tudo anda dantes, como no quartel de Abrantes. Dito português. Adjunto isto, nesta data de 14.01.2019.

segunda-feira, 1 de maio de 2017


SÃO TOTALMENTE CULPADOS OS MINISTROS JUÍZES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL?

POR TODAS ESTAS ESBORNIAS DE HABEAS CORPUS, DO PRENDE E SOLTA DE CRIMINOSOS INVESTIGADOS DA LAVA-JATO?




















Nos meus ““achamentos”” SIM e NÃO...
Antes uma pequena digressão de uma história...
Tive a sublime honra de ter dois tios como ministros juízes do Supremo Tribunal Federal, ambos também a presidir aquele Órgão.
Seria, de todo, Eu, suspeito em falar dos mesmos como figuras impar, em sobriedades, hombridades, probidades e doutos nas artes do Direito. Mas, não só escrevo como fui testemunha de tudo sobre a vida destes.
Jamais vi seus nomes nas mídias que não fossem para receberem elogios e homenagens, Simples assim... Seus nomes: Esdras Gueiros e Evandro Gueiros Leite. Para mais completar destes meus orgulhos desta gente tão importante para o Brasil conto uma passagem com um de seus pares, ministro juiz Aldir Passarinho.
Estava Eu, num almoço em casa de meu tio Evandro, ressabiado (risos), jovem (34 anos) por conta de tantas luzes do Direito. Mudo não haveria de ficar... Pois, a conversa, á tirar meus receios existia de tudo, desde obvio, de coisas da área dos mesmos, passando por futebol, piadas, etc.
Lá pelas tantas, talvez porque examinasse um caso relativo, o ministro Aldir discorria sobre questões relativas do FGTS, algo que como bancário que era, tinha, modéstia ao lado, quase completo domínio, pois havia sido inspetor de um Banco, a que está matéria a mim foi destinada e circunstanciada. Para tanto não só tinha o domínio sobre a parte técnico executivo do programa, como sua inerência jurídica.
Suscintamente... Concordando e discordando com o ministro Aldir, também discorri que o FGTS tinha sua parte boa e ruim. Das ruins... Ele foi criado com o fito de dar seguranças ao empregador e também para o empregado, algo meio difícil. Ao empregado porque tirava as subjetividades de indenizações quando da saída de um empregado, fosse por que fosse. E ao trabalhar, a segurança, primordial, que teria sim, um suporte de indenização em uma conta individualizada a sua pessoa.
Antes, porventura uma empresa viesse a falir, o primeiro a ficar com uma mão na frente e outra atrás era o empregado.
A parte ruim que considerei com o ministro Aldir, foi á questão da indenização. Antes um funcionário tinha a indenização tantos tempos quantos fosse os doze meses de trabalho numa empresa, e que quando chegasse há 10 anos, ou seja, 120 meses; teriam que ser pago pelo empregador, os dez anos acima, dobrados. 10 anos equivaleria uma indenização de 20 anos. 11, como 22, e assim sucessivamente.
E o que via para isto, como contrapartida de proteção ao empregador? Demitir seu funcionário ao completar no máximo oito anos. Pois nos primórdios do nono, aí até incluindo oito anos e tantos meses, pela leitura legal e jurídica era uma manifesta forma de evitar-se a dita cuja indenização em dobro.
E o que foi feito, que nas aparências era tão perfeito ao empregado e empregador? O legislado técnico financeiro.
Passou-se a cobrar 8% sobre o salário mês pago ao trabalhador, que ao longo de 12 meses repercutia em 96% do salário! Sim... E os outros 4% para se considerar um salario de 100% ano. Vinha da aplicação de juros capitalizados ao ano de 6%, que em verdades era aplicação de 0,50% de juros ao mês.
Então... Passou-se a indenizar, não por um salário de 100%, senão de 102%. Arguiu-me o ministro Aldir Passarinho: E qual o mau Gueiros?
Então passei explicar outros fatos que manipulados por outrem, inferia em ter sequer os 102%. A começar que a taxa que era empregado de 6%, taxa de juros não correspondia á desvalorização da moeda, que era provocada pela inflação. Índices estes que eram manipulados pelos órgãos de pesquisa, que alimentava de dados a inflação declarada do governo.
E expliquei matematicamente nas formas financeiras as discrepâncias, com estas atitudes. Se ele desse por conta de pegar o último o salário de um empregado e o multiplicasse por cada ano de trabalho numa empresa, veria que o montante aferido, estaria sempre superior ao valor constante em sua conta do FGTS.
Ele ainda me arguiu: Verdades isto Gueiros? Eu então lhe disse:

 “Ministro”... “De dez casos que o senhor tiver em vossas mãos para ser analisado por conta de valor pago a menor, posso lhe garantir que se aplicar a “forma simples” da indenização pelo último salário pago ao trabalhador, e idealizado pelos legisladores, na composição 96% + 6%, todos os dez estarão errado”.
A conversa foi finalizada: Gueiros você me deu um caso a pensar! Se pensou? Honestamente não sei... Mas, desconfio que não.
E explico, por conta de que estas todas minhas prosopopeias singulares, implícita minhas respostas.
Os juízes Ministros não podem á tocar de caixa, desconhecer leis que foram aprovadas pelos Congressistas.
Entretanto, numa conversa com meu tio Esdras, em sua residência a uma indagação minha a respeito de como deve agir um julgador ele disse: “PRIMEIRAMENTE UM JULGADOR JULGA POR AQUILO QUE É DADO DE PROVAS NOS AUTOS. INERENTE A ISTO APLICA O QUE ESTÁ NA LEI. POR TERCEIRO, EM HIPOTESES AS MÍNIMAS POSSÍVEIS, JULGA COM SUAS CONSCIÊNCIAS”!
É ou não é foda ser Ministro do Supremo Tribunal Federal, quando se tem um Congresso, lotados de bandidos e analfabetos jurídicos, consequentemente fazendo leis, para defenderem seus rabos no futuro. Senão para melhorar suas condições quando se meterem em delitos.
Pois então... Questionarão? E os sim?
Este sim, que eles são culpados, é para os momentos de agora, quando os atuais ministros juízes, estão fazendo do Supremo Tribunal Federal a CASA DO CU DE MÃE JOANA para se tornarem juízes de tudo e legisladores. Ora... Se não podem julgar por consciências, não deveriam se meter a julgar de tudo, senão, para as exceções da exceções, passadas antes por instâncias inferiores.
Abriram-se as pernas para todos os tipos de chicanas, notadamente, para as coisas, políticas judicializada. Daí asfixiou-se os trabalhadores pela quantidade de ações aceitas, que creio estúpido ás suas atenções.
E faço estes meus ““achamentos””, por aquilo que as Supremas Cortes de vários países agem, principalmente a Corte Americana. Tem entrado e aceito muito lixo na nossa Suprema Corte.
E para mais... Vejo com as simplicidades de um Ministro Aldir Passarinho o que há de amostras pelas atualidades de MARCO AURÉLIO e o tal de GILMAR MENDES.
Este com aparências de Sapo Rei, falo inclusive da fisionomia, dar-se por arroubos, quase juvenis de querer ser o todo poderoso, incorporado. Do Eu posso, dos absolutistas. Como se diz aqui pelo meu nordeste o “CAVALO DO CÃO CHUPANDO MANGAS”!
Seus atos, a começar pelo habeas corpus dado ao criminoso estuprador Roger Abdelmassih (478 anos de condenação), que com isto evadiu-se do país para o Líbano, podemos minimamente considerar inconsequente, leva-nos com suas outras atitudes nos atuais momentos, aos mesmos estilos, pensar algo muito mais pesaroso, que seria ele não ser um homem honrado para a toga.
Quanto mais nos lembrarmos, que também sem os necessários controles emocionais o ex-ministro Joaquim Barbosa, em plenário e a luz da visão do povo brasileiro chamou-o de desonesto e portador de capangas.
O que estaria se passando no atual Supremo Tribunal Federal?
- Gentes sem berços jurídicos?
- Gentes sem a formação moral e equilíbrios para o cargo?
- Jovens demais para a toga de ministro de uma Corte Suprema?
- O televisionamentos das sessões, tornou-os pavões?
- Suas consciências de homens probos é uma falácia?
Sem provas concretas ou alguma condenação, retiro a quinta questão e fico pelas demais.
Com perdão da má palavra nosso Supremo Tribunal Federal atualmente está uma merda. Só não pior pelo Congresso que nós temos. Mas, há ministro juízes suficientes fazendo de tudo para que se torne igual...


quinta-feira, 27 de abril de 2017


SOBRARAM ESPAÇOS PARA INFORMAÇÕES E DADOS PARA DELATORES SE SALVAREM?

SIM OU NÃO,

EIS A QUESTÃO!!!

Resultado de imagem para delatores charges




Resposta mais lógica... Creio que sim!

E talvez aquele espaço que não só deve salvar como deve premiar ao delator dos últimos dos últimos atos, a um prêmio da Loteria Federal.

Quaisquer delas...

Vejamos... Tudo ou quase tudo foi esclarecido. Lula é o marginal número um do BRASIL, o capo de tutti capo (chefe de todos os chefes) das roubalheiras que se praticaram contra as empresas do governo federal, e contra o erário federal pelos últimos 13 anos.

Nem mais, nem menos 13 o número cabalístico, para marginalidade, óbvias, produzidas pelo partido do marginal número um do Brasil, Lula da Silva, e a gangue formada dentro do PARTIDO DOS TRABALHADORES.

Partido este, que teve vários de seus ex-diretores presos. Dentre os famosos, o Capo número 2, José Dirceu, e dentre está turma, três ex-tesoureiros presos. Os quais foram: Delúbio Soares, João Vaccari Neto e Paulo Pereira, todos já condenados pelo juiz Moro.

Estes, os três tesoureiros, eram as pessoas que manipulavam os dinheiros lícitos do PT, e as quantias bem maiores e ilícitas provindas de propinas, a maioria não contabilizada, para burlar e sonegar ao fisco. E não só do Partido, como afirma a Polícia Federal, Procuradores, e o Juiz Moro, senão do próprio Lula.

O capo número um, destas questões de propinas, recebimentos e distribuições destas, inclusive para entes do Partido, como Lula da Silva, foi o Vaccari, e como agora se descobre o Antônio Palocci.

Eis aí dois fortíssimos e sérios candidatos que podem ganhar o prêmio maior das delações premiadas!

O qual seriam estes espaços, dados, informações de tantos valores?

Dizerem, onde, como, quando, aonde o CAPO DE TUTTI CAPO, o Lula da Silva, escondeu as granas de todas as propinas recebidas, óbvio, não aquelas relativas aos objetos e bens, como bens roubados do Palácio do Planalto, nem Sítios, nem Tríplex, mas, os das granas. Tutu, arame, os mais de 30 milhões de dólares, algo como quase 100 milhões de reais, rapinados do Governo Federal.

Como Lula, manobra, manipula estes valores no seu dia a dia? Haja vista, sua forma peculiar de novo rico, sem fontes definidas para tantos e tantos gastos fabulosos.

De algum lugar, e as fontes que alimentava secaram, vem seus recursos! Para então pagar uma banca de advogados, famosos e caros, em mais de 20. Estar a viajar pelo Brasil, dia sim, outro também em aeronaves particulares, e se hospedar em hotéis caríssimos. Afora lógico, os gastos com propagandas e eventos que criando por todo o Brasil, numa tentativa fula e vã de se defender de seus crimes.

Este é o prêmio maior da delação premiada, e que ensejará ao delator que o fizer, o prêmio Nobel de delação.

Se houvesse por certo.

E para mais elucubrar: Para ser tão rápido, rapidamente servido, o Lula deve contar com estes recursos bem facilmente levantados e transitados, e para isto, só vejo estas possibilidades em limites próximos à fronteira do Brasil, que possa facultar viagens aéreas fáceis e rápidas, senão também terrestres, para aqueles que lhe possa servir de mulas financeiras.


Longe e em paraísos fiscais costumeiramente havidos, do conhecimento público, afora os riscos de estarem sob atenções e controles de policiais federais brasileiras e estrangeiras, o pedágio que se paga para estes serviços, e frequentes, de mulas financeiras é alto. Muito alto.

Posto isto, é fácil se descartar também países como Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia, por suas inseguranças jurídicas e políticas, afora, lógico, suas fraquezas financeiras. Quem seria um maluco beleza de deixar suas economias, mesmo que ilícitas, numa Venezuela?

Sobrariam aqui pela América Latina, Argentina e Uruguai, e descarto os demais, pois não eram de proximidades com o Lula, nas filosofias e ideologias. Argentina acredito ficou fora dos planos, pelo novo governo, sobra, pois, o Uruguai.

Alguém me soprou uma vez, Portugal. Por conta do Sócrates. Mas, este também foi descartado, depois dos adventos de 2008, quando literalmente, Portugal quase quebrou, e seus bancos foram a piques. Ou quase isto!

Como que cu, e grana tem medo, se por algum tempo lá estiveram, a esta altura, escafederam-se para perto.

Tenho dito...

sábado, 22 de abril de 2017


ALGUMAS DAS HIPOCRISIAS DO POLITICAMENTE CORRETO!!!

POBRES DA BOLSA ESMOLA; PELEGOS E SINDICALIZADOS E VOTANTES POR PÃO E MORTADELAS GOSTAM MESMO DE BANDIDOS, SOBRETUDO OS DE SUAS PREDILEÇÕES.


Alguns amigos (virtuais) de outros países, e do Brasil já me fizeram á tempos uma questões do tipo:

Se todos sabiam das safadezas do Lula, por que o elegeram, o reelegeram, e ainda elegeram uma sua cria sem quaisquer perfis políticos, ou administrativos em governanças diretas?

Minha resposta foi clara e objetiva...

Porque nossas URNAS ainda não tem um dispositivo para detectar um burro de um vegetal, que nelas digitam seus votos!

E estes burros e vegetais, têm nome e sobrenomes. E são:

- as gentes dos programas bolsas esmolas, também conhecidos como bolsa família, bolsas escola, bolsas botijão de gás, bolsas disto e daquilo;
- as gentes sindicalizadas e que vivem sob as custódias de pelegos em benesses;
- as gentes intituladas de seguidores do Partido Trabalhista Brasileiro, que são meros oportunistas do pão com mortadelas;
- as gentes dos cleros, das diversas seitas no Brasil, notadamente católicos e evangélicos, que vivem de subsídios de governos, uns oportunistas e de agradar seus seguidores pelos dízimos recebidos;
- as gentes não alfabetizadas, e os semianalfabetos, que são por força da natureza lobotomizados políticos, dado a isto, serem oportunistas dos imediatismos.

Todos, não na supra maioria, com naturezas oportunistas pelo imediatismo das saciedades de suas necessidades, fechando os olhos, completamente para o que é errado, está errado, ou estará errado.

Lula, Falcão, Okamoto, e outros do PT, não descobriram a “pólvora” ou o que alimenta as URNAS, disto já fizeram os chamados Coronéis (do norte, sul, leste e oeste) que criavam seus currais de votos.

Lula, Falcão Okamoto, outros dos mesmos instintos e caráter, apenas aperfeiçoaram e dinamizaram a forma, que era coloquial a municípios e a universalizou aos quatros cantos do Brasil.

Para isto, era necessário aquilo que dar sustento a todos os elencados de gentes classificadas para estes perfis, como retro assinalei que é se ter com muitos milhões, quiçá, bilhões de reais, para saciara a sede desta gente pelo imediatismo fácil e prático, que é dando que se recebe.

O Partido dos Trabalhadores passou a dar pão com mortadelas, circos, e dinheiros em formas de benesses sociais (ridículas), para terem em trocas votos.

Para isto, tiveram que se associar a bandidos, para agirem como bandidos e assaltou o erário nacional, erário do povo advindo de impostos cobrados.

A forma encontrada para os bandidos de gravatas, também reconhecidos como empresários são nos paralelismos a mesma da gente votante. O viés por força desta nova força é que mudou. Eles passaram para necessidades prementes deles exigirem recursos, em formas de propinas, para então lhes criar facilidades para que estes viessem obter formas de assaltar os cofres do Tesouro, das Empresas públicas, das empresas estatais e paraestatais. Nelas incluindo bancos federais e outras instituições como as diversas Fundações.

Acho que o único local do governo federal, estadual e municipal que não foi assaltado por esta gente, para obterem votos, foram seus mictórios. Isto porque alguns deles fedem e não dão lucros.

O que fazer, eis a questão e eis a pergunta?

Para mim; inventar-se urnas que possam detectar burros e vegetais que andam votando.

quinta-feira, 20 de abril de 2017


AS CANALHICES NÃO FACTUAIS DO JORNALISTA JÂNIO DE FREITAS.


Malandro é malandro, canalha é canalha e será agirá com safadezas!

Este tal de Jânio de Freitas não se enxerga na tentativa de fazer defesas de um criminoso como Lula da Silva.

Comenta ele no jornal petista Folha de São Paulo, conforme link acima, que o douto probo Juiz Sergio Fernando Moro, quando exigiu que o marginal Lula da Silva, esteja presente em todas as 87 audiências para “novas” testemunhas, que agora seu advogado pede para serem ouvidas no judiciário.

Jânio de Freitas, dito jornalista, se porta como malandro Mané. Ora... Escreve o malandro Mané Jânio de Freitas:

“Um ato estritamente pessoal. De raiva, de prepotência. É uma atitude miúda, rasteira. Incompatível com a missão de juiz. De um "julgador", como Moro se define”. Referindo-se a exigência do Juiz Sergio de Moro.

Sabe bem o malandro Mané, com todas as suas safadezas, que o Lula via de seu advogado inicialmente pediu para serem ouvidas 53 testemunhas de defesas. Que foram ouvidas em audiência, àquelas que se dignaram a comparecer, pois muitas não comparecerem e outras foram dispensadas pelo réu Lula da Silva.

Não satisfeito, Lula e seu bando de advogados, peticionarem novo pedido de testemunhas agora em número de 35, com mesmos casos antecedentes, muitos não comparecendo, outros sendo pelo réu dispensado.

Muitos não sabem como funcionam os meandros do judiciário, precisamente para os casos de testemunhas. Para casa testemunha indicada, tem que ser formalizada uma notificação a pessoa, via de um oficial de justiça, e para isto, e neste caso, tem que se usar de diversos oficiais de justiça de diversos Estados, haja vista, que a maioria, ou quase totalidade não reside onde corre o processo. E ninguém pode ser “acionado” vias de e-mails. Tem que ser pessoalmente.

Com isto, o que pretende o bando de advogado do marginal Lula, é ganhar tempos, procrastinando quaisquer tempos, ou tipos da sentença.

Qual o nome para estás ações do bando de causídicos de Lula?

CHICANAS E DEBOCHES AO JUÍZO E AO JUDICIÁRIO COMO UM TODO!

Estas agora 87 testemunhas, não por acaso ou meras coincidências é o somatório das 53 testemunhas iniciais, mais 32 de uma nova chamada.

É debochar ou não do Juiz, do Juízo e do Judiciário?

Claro que é... Mas, o safado, malandro Mané do Jânio de Freitas acha que o Juiz Sergio Moro é que está por fazer vinganças e mesquinhez!

E para mais. O juiz Sergio Moro está absolutamente correto e legalíssimo na sua atitude. Quem é o presidente do Júri é ele, e dentro deste ocorre situações, não capituladas em artigos no Código de Processo Penal, como ás estapafúrdias canalhices dos advogados do Lula.

E para mais... Poderia o douto probo Juiz Sergio Fernando Moro, pois é de seu fórum íntimo, dar um limite para a quantidade de testemunhas, conforme está previsto no art. 209, do código de Processo:

- O juiz, quando julgar necessário, poderá ouvir outras testemunhas, além das indicadas pelas partes.

- § 1º Se ao juiz parecer conveniente, serão ouvidas as pessoas a que as testemunhas se referirem.

Mais de 87 já foram ouvidas. E mais estas de agora no total de 87, totalizam 174 testemunhas, que os advogados contam para protelações do processo. SINE DIE! Pois com certezas outras virão.

Por fim, as canalhices do jornalista Jânio de Freitas passa dos limites, quando ele quer alegar como defesas do Lula, que o Leo Pinheiros, dono da Empreiteira OAS disse não ter havido a compra do apto. Tríplex do Guarujá, o que é uma rotunda mentira. Pois, inclusive não o a coisa principal que seria o distrato do Contrato de Compra e Venda feito pelo casal de criminosa Marisa e o Lula, tanto quanto outros crimes inerentes às coisas da Empreiteira existem como os mais de 2 milhões dados de propina ao Lula, para que tivesse a guarda de suas tralhas de Brasília guardada por uma Empresa do Ramo de guardas de bens.

Coisas rasteiras e canalhas são quando um jornalista usa de sua pena e meios jornalísticos para defender o maior bandido que o Brasil já conheceu!


quarta-feira, 19 de abril de 2017




LULA E SEUS ADVOGADOS,
OS MALANDROS MANÉS!!!
Bezerra da silva, compositor de samba que criou o dito popular: malandro é malandro, mané é mané!




Pois então...
Lula, alcunhado também de “da Silva” e seus advogados pensam eles, que o juízo que os julgam, deve seguir as vontades deles e não o que determina o Código de Processo Criminal. Senão vejamos:

No julgamento atual do Lula, no juízo de 1ª Instância, em Curitiba, sob presidência do Juiz Sérgio Fernando Moro, já foram pela defesa do acusado Lula, em defesa prévia, arroladas 52 testemunhas. Em nova manifestação (fevereiro de 2017) arrolou mais 35 totalizando num acumulado 87 testemunhas de defesas.

Não por meras coincidências, agora numa terceira manifestação, resolveu arrolar mais 87 testemunhas, ou seja, o dobro das últimas havidas.

Não por menos, os advogados do criminoso Lula da Silva, já tentaram junto a outras Instâncias, retirar o Juízo Moro por suspeição da presidência do júri; atentaram junto ao Conselho Nacional de Justiça, para prendê-lo e outras tantas, inclusive junto ao Supremo Tribunal Federal, passando por cima de jurisdições judiciárias em graus de competência ao caso, tudo para lembrar, meras ações protelatórias, com o fito de chegar ao ano de 2018, livre de uma condenação que se sabe é certa.

Recorreram até a ONU.

Até o finado Teori Zavascki, sempre com muitas sobriedades, em autos, num claro tom de aborrecimentos, relatou que os advogados do Lula, com suas chicanas legais, queriam somente embaraçar o processo de julgamentos. Em atos protelatórios.

No caso, o próprio juiz Sérgio Fernando Moro, já declinou de coisas absurdas, e completamente irrelevantes ao caso, como peticionar junto a Petrobrás, para solicitar todos os documentos havidos por diversos juízos e em investigações pelo Ministério Público Federal e a Polícia Federal, que levariam anos, senão décadas para serem ajuntados.

Outro fato é dado a se elucubrar que nas primeiras 87 testemunhas, muitas delas foram dispensadas, em pleno caso de suspeição, haja vista, que as próprias testemunhas sem fatos para deporem a favor, eram de riscos para defesa, que açodadamente inscreveu inúmeros nomes no feito.

Por outra... Quem é que anda pagando as despesas destas gentes? Pois, a completa maioria não mora em Curitiba, e custa caro, muitíssimo caro arcar com deslocações via de aviões, idas e retornos, tanto quanto suas manutenções pessoais para estadia, mesmo que sejam de poucas horas na cidade de Curitiba.

Sabe-se que o criminoso Lula, conta aeronaves particulares (seriam dele?) para locomover estas gentes, contudo, como os julgamentos ocorrem em dias úteis, é de se supor que as testemunhas devem contar com suas disponibilidades de trabalhos prejudicados. E isto também tem um preço!

Para mais, é óbvio, que de todos os regramentos do Código de Processo Penal, o juiz presidente de tais atos, é que dar direção às formas, fora dos inscritos em regras, para fatos incomuns, principalmente naquelas que se denotam haver apenas atos chicaneiros, momento em que o juiz, a fórum íntimo e natural, imporá por meios lícitos, limites para tais atos, dentre eles o de consignar que o réu, afora seu advogado, ou advogados, temerários em suas ações, delas seja imprescindível, para que em futuros próximos não venham pedir novas oitivas, destas 87 testemunhas, nas alegações que o réu, sentindo-se prejudicado venha requerer queira novas reinquirições.

Fatos, aliás, que eles, nestes critérios, voltam por reincidi-la com novos requerimentos sobre testemunhos e testemunhas já ouvidas.