quinta-feira, 9 de março de 2017




TODO DEFENSOR DE CRIMINOSOS,
TEM EM SI, UM QUÊ DE NATUREZA CRIMINOSA, VERBORRAGIAS FÁCEIS, ENFÁTICAS E TEATRAIS!
 



Quanto mais, concomitantes a isto seja ele velho de idades e de serviços advocatícios.

Inclino-me em entender, ser isto o senhor José Roberto Batochio, um dos vários advogados do hoje réu (dizem existir para mais de dez advogados), Luís Inácio, cuja alcunha é Lula da Silva que responde á três processos no judiciário, como réu e mais três indiciamentos.

Vide clicando aqui as enfáticas comicidades teatrais deste senhor no Jornal O Estadão, produzidas em data de 09 Março 2017 | 03h00, com o título “DIREITO DE DEFESA EM PROCESSO POLITIZADO”!

Ora... Ora... Senhor Batochio, querias o quê? Quem politiza os processos são seus pacientes, como é o caso de Lula da Silva e Antônio Palocci. “Tutti Buona Gente” criminosos do erário nacional, conforme a polícia federal, os procuradores federais da Lava-Jato, e mais ainda o Douto Juiz Sérgio Fernando Moro!

Lembra-me o senhor José Roberto Batochio, um famoso e folclórico advogado criminalista de Pernambuco o doutor Boris Trindade. Cuja figura afora suas excentricidades em defesas de seus constituintes, fazia práticas dos feitos um verdadeiro espetáculo teatral circense.

E isto se dava nas mesmas formas que agora faz o advogado do criminoso Lula, o senhor Batochio, quando era sabedor que dificilmente o seu paciente escaparia de uma condenação.

O Boris era o maior! Em se superar... Réu confesso de atitudes, para chamar a atenção dos jurados, sobre sua pessoa, e mais ainda, retirá-los daquela circunspeção de juízes julgadores, Boris se travestia qual um palhaço.

Em certa ocasião, apareceu com um terno listado, vermelho e branco, calça azul, calçado com sandálias tipo chinelos, e gravata borboleta amarelo. Dizia ele, que enquanto os juízes-julgadores iam reparando do aspecto dele, ele enchia suas defesas com uma verborragia enfática, dependendo das ocasiões com altos termos piegas, naturalmente com gestuais altamente teatralizados. Com isto, se não conseguia a não condenação do seu paciente, conseguia pelo menos que ele tivesse penas mais leves.

Acredito-me, que o Boris tenha sido os advogados brasileiros, dos quatros cantos do Brasil, que tenha tido dos seus julgamentos feitos, aqueles que mais os promotores recorreram.

Os juízes coitados! Rezavam para não ter o Boris como adversário de defesas dos criminosos, em virtudes de quase sempre os julgamentos durarem senão muitas horas, como vários dias, ou serem suspensos a pedidos dos promotores.

É o que me parece agora existir na figura do senhor José Roberto Batochio. Vendo que sua defesa feita ao paciente criminoso Lula da Silva, com as figuras de argumentos sempre vencidos, veste-se para outros palcos, afora práticas de chicanas, que não a defesa nos autos de processo, indo para mídia ser verborreico com retóricas cômicas e satíricas.

Afora tudo isto, antigamente havia mais respeitos e os juízes estavam muito na disposição de enquadrar os advogados, até com prisão por desrespeitos; hoje o tal do Batochio é um ator mais desrespeitoso para com juízes, como foi o fato, e tem sido repetido em quase todas as audiências, com o juiz Sérgio Moro.

O Boris Trindade pelo menos era respeitoso e tinha honestidades de propósitos. Sua prática era reconhecida!

Já o tal de José Roberto Batochio, é um diversionista em práticas levianas.

Para Boris muitos escreviam: “Na arte da advocacia, considero o Dr. Boris um verdadeiro Picasso, tanto na escrita como na oratória. As peças por ele produzidas são verdadeiras obras de arte. Quem já teve oportunidade de lê-las, sabe o que estou dizendo. Ele domina a língua portuguesa como poucos, por isso que suas petições são dotadas de um português impecável, com objetividade, leveza e sempre com uma pitada de humor e cultura”.

quarta-feira, 8 de março de 2017


SOBRE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

STF.

O JOIO DO TRIGO

E O CERTO DO ERRADO...










VERSUS


                                   
Dois debochados? Não acredito...

É comuníssimo se ver nas mídias faladas escritas televisadas e principalmente nas mídias sociais virtuais, uma enorme e severas indignações e condenações de todas as ordens aos atos praticados pelo Supremo Tribunal Federal, em linhas gerais.

Todavia, ninguém para pensar ou escutar ou pesquisar o certo do errado e o joio do trigo de seus atos.

Por certo, alguns atos nos parecem às primeiras vistas, haver algo de errado ou atos mancomunado com os bandidos. Entendam-se réus ou indiciados.

Mas, isto carece de verdades absolutas, senão que talvez, repetindo: "TALVEZ" haja deslizes de entendimentos.

Entretanto, 99,99% das ações são providas de tecnicidades jurídicas e observações rasas das leis. E nestes sentidos nada há que se fazer, tendo em vistas que nossas leis são feitas por um Congresso, mancomunados com safadezas e em nítidas defesas casuísticas dos Congressistas, quando se “instalam” nas leis "APROVADAS" os já tão famosos chamados "jabutis jurídicos". Ou seja, que consiste em inserir facciosidades de textos, quesitos e parágrafos, com o fito de dúbias interpretações de futuros.

Assim sendo, é, ou me parece ser para um atual caso que tem causado que tantas celeumas, com indignações e condenações ao Ministro do Supremo, o juiz MARCO AURÉLIO MELLO, num evento de habeas corpus dado ao condenado criminoso Bruno, ex-jogador de futebol.

Para que possamos entender este “causo”, o ex-jogador Bruno, foi condenado a 22 anos de prisão pelo crime da jovem Eliza Samudio, uma sua ex-amante, sobre qual relacionamento pesava questões de um filho que ela afirmava ser dele, exigindo pensão.

Ela teve um filho, fruto deste relacionamento extraconjugal, filho este que ele não reconhecia a paternidade do menino. Eliza Samudio exigia este reconhecimento, assim como o pagamento da pensão.

Para por fim á estas questões, conforme é dado nas narrativas de sua condenação, ele réu confesso, concluiu-se ser ele o mandante de sua morte. Esta pena de 22 anos chegou a ser mais elevada, e foi reduzida perante a confissão do mesmo.

Ocorre que o criminoso Bruno, e réu confesso, não teve até o momento do habeas corpus dado pelo Ministro Marco Aurélio Mello, mesmo estando preso á seis anos e sete meses, um seu recurso julgado pela Justiça.Eis porque dele ter sido solto.

Reza no código de processo penal, que mesmo julgado e condenado, todos condenados podem recorrer das sentenças proferidas, ou seja, de sua condenação, em liberdades. Isto é... Como se ainda inocente fosse.

No presente caso, um paradoxo, haja vista que o mesmo foi condenado como réu confesso. Atribuindo-se a isto, esta confissão, uma redução de sua pena. Mesmo assim, ele, após preso, procedeu via de seu advogado, recorrer do tempo de prisão a que foi condenado. O que era de seus direitos.

Ora... Separando o joio do trigo, o certo do errado, a culpa cabe 100% da Instância onde se dar este recurso, no caso uma 2ª Instância jurídica, onde o grau de julgamento é colegiado, e que não se sabem quais as causas, ainda não foram feitas os julgamentos.

Por isto, o Ministro apenas seguiu a lei, o código de processo penal, e para mais o que reza a Constituição Federal.

Então... E a sociedade como é que fica?

E o filho e a mãe da jovem Eliza Samudio, como é que ficam enquanto vítima da crueldade praticada pelo ex-jogador Bruno?

A quem cabe a culpa e a punição para os eventos relatados?

Obvio que a culpa são dos juízes da 2ª Instância que estão com o recurso engavetado, sem julgamentos, e caberia por uma representação junto ao Conselho Nacional de Justiça ou mesmo a Ouvidoria deste Órgão, punir o juiz presidente ou juízes que estão agindo de formas desrespeitosas com o cumprimento de seus deveres!

Em realidades, e para finalizar, o que tem que ser revisto é os beneplácitos criados por Congressistas a respeitos de condenados, a começar, que todo e qualquer pessoa condenada, tem por óbvio seus direitos de produzir recursos contra estas condenações, todavia em regimes de prisões, como é praticado em todo mundo.

Por aqui, o que subsiste é um Regime de Leis sendo amarronzados. Ou amorenados a moda latina do Brasil.

Sobre isto escrevi há tempos sobre as fatídicas questões de quando se deve ir para prisão, fato já manifesto em primeiros julgamentos que se daria nas condenações de 2ª Grau de Instâncias do Judiciário, e que ainda continuam sem uma completa definição do Supremo Tribunal Federal, visto que o Ministro Gilmar Mendes pediu visto (já se vão mais de 30 dias) para seu voto, apesar do placar para o “sim” constar com 7 a 3.
Para ler sobre os 03 artigos Cliquem aqui, aqui e aqui.


sábado, 4 de março de 2017



OS COMPLEXOS DE ANTIGOS
DEVEDORES INGRATOS!

Sempre é bom quando leio nas páginas de diversos jornais europeus, notadamente os jornais de línguas latinas, e por óbvio, os jornais portugueses, sobre os vários problemas na Europa, relativos à economia e as políticas naquele continente.
Li nestes últimos dias, precisamente em 04.03.2017, uns comentários postos pelo meu ir:. e amigo virtual português Helder Pimentel, quando no Facebook ele dispôs um artigo assinado por Pedro Marta Santos, no suponho ser um Blog português, ÚLTIMA HORA.
Para melhor compreender exponho abaixo o artigo feito:
O moralista
Vamos ser redesenhados
22-11-2016 por Pedro Marta Santos
Quantos Brexits e Trumps serão necessários para os políticos mainstream perceberem que já não servem os anseios das populações?
Quantos Brexits e Trumps serão necessários para os políticos mainstream perceberem que já não servem os anseios das populações? Há, porém, um factor que tem escapado aos analistas: a tendência isolacionista, industrial e antiglobalização dos novos EUA será, a médio prazo, contraproducente.
O mundo que transportou Trump até à vitória – das fábricas operárias e do trabalho - lumpén – não irá regressar. O movimento do comércio global, baseado nas tecnologias digitais e no poder político das grandes corporações, é inexorável. O futuro Presidente dos EUA será – no mais irónico dos paradoxos – um D. Quixote desenhado a carvão e surgido do Rust Belt dos anos 80, em luta vã contra os gigantescos moinhos da Global Redesign Iniciative (GRI) do século XXI.
A GRI, congeminada por 1.200 peritos do Fórum Mundial – os barões de Davos –, é mais perigosa do que Trump porque é desconhecida do grande público. As multinacionais de topo, sob o auspício de países como o Qatar ou a sonsa Suíça, dominam o programa da GRI: "criar nova legislação internacional"; "integrar recursos não governamentais nas estruturas políticas e na sua aplicação"; "estabelecer um novo paradigma internacional de governança". Trump é um predador, mas um predador escolhido democraticamente pelos eleitores do seu país. Após destruir muitas costas, será devorado por tubarões ainda maiores do que ele, que mastigam o sistema legislativo e judicial das nações e engolem qualquer escrutínio democrático. Global Redesign Iniciative. Só o nome mete medo.
Então... De há muitos tempos, precisamente desde fins de agosto de 2004, amiúdes, faço comentários a respeito dos acontecimentos econômicos – políticos do continente Europeu, a começar pela tresloucada ação da “construção” da moeda única, haja vista as díspares economias envolvidas e estruturalmente havidas.
De um lado, três ou quatro países com parques industriais fortemente estruturados, com um deles fortíssimo que era, é e continuará sendo a Alemanha e os demais com suas precárias condições de meros consumidores.
Nestas precariedades todas, em 1º de Janeiro de 2002 efetivamente a Europa aderiria ao Euro. Notadamente tudo começa pelos idos de 1º de Janeiro de 1999, quando então 11 países membros aderiram, eliminando então suas  tradicionais moedas. Estes foram os países:
Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Portugal, e Países Baixos.
Atualmente passaram a serem 17 os membros:
Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Portugal e Países Baixos.
Com uma população deste grupo estimada em +/- 175 milhões de pessoas.
Em comentários anteriores firmei que a construção do Euro fora firmado em bases estéreis inscritas no Tratado de Maastricht, que para aquelas alturas estabelecia uns critérios necessários para os países tornarem-se membros da zona do euro. Eram estes:
1 - Uma taxa de inflação que não tivesse ultrapassado 1.5% a média (do ano anterior 1998) da taxa de inflação dos três países com menores taxas de inflação.
2 - Taxas de juros a longo prazo, durante o último ano, que não excedam 2% dos países com as menores taxas de inflação.
3 - Taxas de câmbio estáveis pelos últimos dois anos.
4 - Déficit menor que 3% do PIB (produto interno bruto) do país.
5 - Dívidas governamentais menores que 60% do PIB do país.
Com relação à taxa de inflação, nota-se que o critério de estipular uma taxa média, já se mostra num caráter no mínimo duvidoso ou facioso, se observarmos que já em 1998, pelos menos 06 países “trabalhavam” com taxas inflacionárias de:
Suécia           0,051 %
França           0,262 %
Alemanha     0,358 %
Luxemburgo   0,402 %
Islândia         0,496 %
Bélgica          0,684 %
Estas taxas mesmo que se tabulassem uns juros médios, a taxa de 1,50% conforme estipulada como condição, representava quase cinco vezes a taxa do terceiro país, que era a Alemanha, que então detinha uma taxa de inflação anual de 0,358%. Com média semelhantes pelos últimos 03 anos.
Portugal e outros pela época tinham taxas de inflações superiores a 3,%. Assim demonstrado: Portugal pela época detinha 3,175%, Grécia 3,869%. Os países baixos, em média, tinham taxas superiores a 1,85%. Por sorte, para os ingressos de alguns, fechou-se de todas as formas os olhos, de formas que tudo estava resolvido e todos tinham média de inflações igual a 1,50%. Ou seja: Pura pulhas. Puros engodos, para ingleses verem... Ou melhor: Para alemães verem, haja vista, que os departamentos de controles disto eram havidos na Alemanha, como o Banco Central Europeu.
Enfim... Fecharam-se os olhos para todos os critérios estabelecidos, para tudo ir piorando aos longos dos anos, 10 anos exatamente para os desastres de 2008. Quando então se deu a dor de barriga financeira na América, que desaguou numa tremenda caganeira na Europa, principalmente nos países, que usaram e abusaram dos créditos com favorecimentos, produzidos pelos países, com superestruturas industriais, e disto para os completos descontroles de suas despesas, notadamente as públicas.

Tudo ficou pelas alturas! Taxas de inflações altas. Taxas de juros altas. Deficits altíssimos, tudo superior aos 3% estabelecido. E as dívidas internas somadas as dívidas externas, principalmente pelos excessivos números de empréstimos superaram em muito os 60% estabelecido para como limites de comprometimentos do PIB.
Os culpados? Todos... Desde o mais alto governante ao povão (a malta). Todos queriam ganhar como ganhava um operário alemão. E por que não? Só que para isto não existia economia para tal em paridades econômicas e principalmente financeiras.
E como afirmei isto existia desde o começo. Inúmeros países não tinham ontem, como não tiveram durante, e nem terão no futuro, viver numa moeda utópica, quando se faz umas mínimas analogias econômicas.
O que mantinha uma pseuda paridades de euro, nos países com comprometimentos econômicos graves, países estes que dias a dias mais se enrolavam econômica e financeiramente em dívidas, era o crédito vil estimulado pelos países altamente exportadores, como Alemanha e a França, e pelas beiradas os Ingleses. Como sempre!
Estes sempre ficam como observadores. Se der certo Eu trepo, se não der certo, fico do lado vendo as trepadas, quiçá, sobra alguém, ou alguma!
Com isto países como Espanha Portugal e principalmente a Grécia, iam criando paridades salariais com os outros, que eram bem mais estruturados, e muitos melhormente organizados, econômica e financeiramente, a cada berro que o povo dava nas ruas, os governantes iam aumentando salários sem quaisquer relações com as produções, juntando a isto outras benesses salarias dos tipos, 13º salários, salários de férias (verão), salários de natal, etc. Resultado disto, governos altamente endividados com altíssimos empréstimos do exterior, com juros cada vez mais altos para rolagens de dívidas internas e externas. Acumulando mais dívidas, agora em formas de juros, algo altamente antiprodutivo.
Quando veio a forte recessão provocada pela dor de barriga financeira nas terras americanas, e a disenteria que correu solta na Europa, acabaram-se os créditos, dos países fornecedores destes, surgindo então à inadimplência dos países tomadores, que endividados e sem capacidades próprias de saírem dos imbróglios em que se meteram resultou receberem ordens, como meninos maus aplicados, de como agirem nas ordens fiscais internas, econômica e financeira. Ficaram pelas choradeiras e chiadeiras que vieram com tais ordens! E que ainda continuam.
Posto isto, acho que o articulista português, mais uma vez, olha os fundilhos dos outros, sem, entretanto primeiramente olhar os seus. Ainda por cima, trata os trabalhadores americanos de lumpén, que quer dizer no singular da língua portuguesa, chama-los de: indivíduo que faz parte do lumpemproletariados, ou na gíria mais pejorativa, de pessoas vadias, sem ocupação.
Ora... No que lhes importa o que o Trump fez para ganhar as eleições, ou fará, com o fito para cumprir com seus compromissos de campanha? Ainda mais quando o articulista se põe como pitonisa, ou Nostradamus.
Sugerindo, que o Trump não irá produzir empregos suficientes para que os “lumpén” voltem. E por que não? Há expectativa está instalada justamente nos critérios de mudanças que o Trump quer estabelecer para com as empresas americanas que mudaram de domicilio fiscal. Ou Elas voltam, ou aqueles que fazem elas verão das consequências.
E mais tolo se acha o articulista, quando aventa que países como Qatar ou Suíça, possam de algumas formas fazer frente de algumas maneiras aos americanos, notadamente, naquilo em que muito se especializaram os americanos, e quantos mais pesquisam e criam, que são as técnicas em tecnologias digitais, para nem falar em conglomerados, associados que vão formando pelo mundo!
O Articulista, ainda não se deu conta, que quando a América do Norte solta um pum, que sentem odores maus são os outros. Quando os americanos têm dores de barriga, que se toma por diarreias são os outros. Isto tem sido assim, por quase um século. Os últimos acontecimentos foram os de 2008, pois o mundo não aprendeu com os caos de 1929, começados em 1920 com a crise da Bolsa Nova-iorquina.
Por hora, o que o Trump está fazendo ou querendo fazer é retirar a América dos ostracismos que se meteu por estes oito anos do Governo de Barack Obama. A América deixou de ser um protagonista em quase tudo, para se tornar apenas uma observadora.
Escrevi quanto o Obama se elegeu com promessas da retirada quase completa das forças americanas do Oriente Médio, que àquilo se tornaria o caos. Escrevi isto, numa das páginas do Fórum Maçônico Lusófono, pelos idos de 2005/2006. Dizia Eu por escritos inquisitivos...
“Quem ou qual país estaria preparado para assumir a estrela de xerife do mundo, já que o xerife Obama anunciava a aposentadoria de xerife, principalmente no Oriente”?
Eu mesmo respondi, afirmando que ninguém no mundo, tinha ganhado este preparo. A América do Norte tinha ganhado respeitos e preparos para isto desde quando sua participação na 2ª Grande Guerra, e a longo disto, durante a guerra fria com Moscou.

Quando a Guerra do Kosovo surgiu, depois de mais de um ano cada vez mais forte e selvagem, movidos pelas interferências dos americanos, a OTAN resolveu interferir, com a frota americana metida no meio ativamente. Tudo em solo europeu, a 7.200 quilômetros de Washington.

Aposentado o xerife o que ocorreu? O Oriente pegou fogo e ficou ensandecido, e novamente para onde foi a grande disenteria? Justamente, para aqueles que berravam contra as ações americanas, com uma invasão ensandecida de muçulmanos dispostos a tudo! E a bagunça social estabeleceu-se no continente Europeu, nos quatro lados.
É umas sandices do articulista, querer atestar que o Trump quer o isolacionismo de seu país. Chega, com todos os respeitos a quase burrices. Jamais, nem em campanha, o Trump, homem nascido e vivido dentre aglomerados financeiros e econômicos, desde tenra idade como "operário" proporia tais sandices.
O que ele pretende é que a América do Norte volte novamente a sempre querer prioridades e ser novamente protagonista para seus comércios, não somente tratar de parcerias como ocorreu no governo Obama, com resultados nada pífios para economia americana, onde tem muito mais cedido do que ter ganhado alguma coisa.
Muitos se apegaram e continuam se apegar nas questões dos imigrantes. Ora... A América do Norte, nestas questões de imigrantes desde o fim da segunda grande guerra, sempre teve suas fronteiras quase abertas, principalmente, para os europeus. Por onde todos os anos, entraram milhões de pessoas.
A cada ano, desde está época, somam-se milhões de pessoas que ingressam para viverem nas terras americanas. Só de mexicanos, estima-se hoje que vivam na América do Norte mais de 60 milhões, destes 9 a 10 milhões são de clandestinos. Ou seja, de clandestinos, é quase uma população inteira de Portugal vivendo na clandestinidade mais indigna possível na América. Some-se a isto altíssimos custos sociais para o país. E consequentemente para sociedade americana.
Isto tem causado todos os tipos de transtornos, sócios econômicos e financeiros. Principalmente, na área criminal. Quase 1/5 da população carcerária americana, num total aproximado de dois milhões, 400 mil são de mexicanos.
Quando o Trump, falou da criação de um muro, para conter esta invasão de clandestinos via de sua fronteira com o México, foi um deus nos acuda. Ora... Que estupidez criar um muro, quando o mundo “está” querendo derrubá-lo? Pensam as mídias nos rincões de suas cadeiras almofadadas.
Para mim, todos os comentários ressoados pelas mídias americanas, mexicanas e por todo mundo, soam-me a porcas hipocrisias ou as estupidezes da falta de conhecimentos.
O muro na fronteira com o México já existe, há quase 30 anos. Tem quase 2.000 quilômetros, e foi criado no governo Clinton. E ninguém se fez com tantos alardes. O que o governo Trump quer fazer é ampliá-lo, e desta vez cobrando os custos da ampliação do governo mexicano. O que o governo Trump quer concomitantes a isto, é reduzir ao máximo admissível os imigrantes clandestinos vivendo em seu país, com hoje, se estipulam, serem para mais de 30 milhões de pessoas. Qual governante responsável não há de querer isto? 
E para mais... Já diz um velho ditado: “Que pimenta no rabo dos outros é refrescos”!
Alguém ouviu falar, discutir ou alardear o muro já existente feito pelo México? Certo...

Ele não existe fisicamente com a Guatemala, mas é o mesmo como se existisse tal é a violência com que o México guarda está fronteiras, tendo em vista, que não tolera a invasão de seus territórios por guatemaltecos e outros povos da América Central, muitos destes, com destinos a América do Norte. O México é muito mais do que enérgico com imigrantes clandestinos. Eles são ferozes policialmente.
Segundo uma Rede de Organizações Defensoras de Migrantes (Redodem), que entrevistou mais de 30.000 migrantes acolhidos em sua rede de albergues, quase metade dos crimes contra eles em 2015 foi cometida por policiais (41%) mexicanos e o restante pelo crime organizado e a delinquência comum no México. Hoje a prevalência, está mesmo sendo feita pelos mares, quer seja o mar do Caribe, Atlântico ou Pacífico. Para estas minhas colocações vide o link de uma articulista mexicana de nome: Ana Rosa Moreno, de Puebla, México... Clicando aqui...
Finalizando... Na visão do Trump, ele tem feito indicações para empresas e conglomerados americanos, que estão dando preferências em colocar suas empresas em outros países, com fins de obterem maiores ganhos de lucros, por conta de mão de obras mais baratas, tirando, portanto, os empregos dos americanos ou daqueles que o articulista português, cognominou-os de lumpén, terão que se ver com o fisco americano, ao internar seus recursos lucros e outros, com os bens produzidos, pois os tributos sobre estes, serão altíssimos a ponto que desestimule a prática, que ele entendeu como um dumping ao contrário do país dele.
E para mais, o articulista português denominado Pedro Marta escreveu... Que o Global Redesign Iniciative, ou seja, Iniciativa de redesenho Global, referindo-se as questões da Globalização, não só meteria medos a América, afirmando que 1.200 peritos do Fórum Mundial – os barões de Davos, estariam a postos para tais reformulações, como estaria para meter medos ao mundo.
Ora... Meu senhor articulista português! No mínimo seus escritos beira aos paradoxos, pois quem está com medos são os outros do Trump.
Ademais, desde 1950 que o comércio americano pouco mudou. Escrevo isto nas magnitudes de seus produtos agropecuários industriais, que a cada ano continuam crescendo, mesmo com alguns enfrentamentos por países com grandes áreas extensivamente agricultáveis como o Brasil.
Agregue-se a isto, sua fabulosa máquina e atuações, também sempre crescente, nas áreas de desenvolvimentos técnicos científicos, notadamente, na área de química fina e tecnologias digitais.
É para se lembrar de que dois são os elementos que atrapalham se se pensar que os Europeus com uma moeda forte vão querer fazer luta ao comércio americano. Ou vão para a prática do dumping, ou tentam que a que sua mão de obra obedeça em deprimir-se, mais ainda, quando a União de Países europeus, da comunidade conta com 175 milhões de pessoas a serem consumidoras, enquanto os americanos, só neste quesito tem quase o dobro de pessoas consumidoras.
O mercado mundial ainda é voltado para a América, ainda com consumidores de grandes portes financeiros, e a coisa tem funcionado no “Toma lá, Dá cá”. Ou seja... Vocês me vendem desde que também compre alguma coisa de mim... Senão é pau cipó e peias. E na guerra de fracos com fortes, desde os tempos das cavernas, os fracos têm perdido sempre. E falo isto nas duas formas. Na do comércio e das forças das armas.
Sem mais para não esquecer a cagada feita pelo nosso querido negão Barack Obama. Desistiu de ser xerife do mundo, e o mundo foi para anarquia e pegou fogo, para mais guerras, como o caso da Síria, e o aumento da violência terrorista, com a invasão muçulmana prevista por Nostradamus que se está dando com as inconsequentes vazões (despejo) no ingresso de imigrantes.
Irreversível, inexorável, desestabilizadora para o fomento de graves confrontos sociais. Que tenderá a desestabilizar mais ainda os frágeis governos e governantes, alguns com as síndromes de Estocolmo as avessas. Tanto fizeram no passado em sequestrar países e pessoas, que agora as culpas lhes sobem a cabeça, servindo para criar os que entendem como mundo livre, sem fronteiras.

quinta-feira, 2 de março de 2017




NA PRÁTICA A MAÇONARIA PORTUGUESA
É TEÓRICA E UM BLEFE...

É UM CONTRASSENSO SUA EXISTÊNCIA!






A seguir e naturalmente para colaborar com meu amigo virtual e irmão maçom Mario de Oliveira, ou como ele se “assina” no Facebook, Mário D’Oliveira com o codinome Zhephanya, anonímia adotada no Fórum Maçônico Lusófono, espero data vênia do mesmo, postar este meu artigo, que se referem a fatos e eventos, que foram sendo historiados, aquando minha entrada pelos idos do final de agosto de 2004.
Lembro-me bem da época e ano, por conta do Tsunami havido no oceano Índico, 26 de dezembro de 2004, um dia após o natal, provocado por um Sismo com magnitude 9,2 na Escala de Richter, considerado o terceiro maior detectado nesta escala. Chamou-me á atenção às barbaridades colocadas então naquele Fórum, por um dos usuários, um portuga de nome Rui Palmela, que então afirmava ter sido o Tsunami provocado por um teste feito pelos americanos, com uma bomba de hidrogênio de 100 megatons. Na época caí-lhe com cipós paus e peias em seu lombo virtual por conta destas suas barbaridades.
Fórum este que foi criado pelo também maçom português Luiz Figueiredo no site MAÇONARIA.NET, também de sua assinatura, e recentemente de minhas notícias terem sido todos eventos deletados totalmente. Uma pena, como bem colocou o ir: Adriano Chagas, um dos brasileiros participantes com o codinome PEDRA BRUTA, pois não só se apagou uma história, como eventos de discussões principalmente de Ordens Maçônicas de excelentes discernimentos, e qualidades de informações e muita cultura maçônica!
Volto a frisar: Total e infelizmente para alguns usuários participantes, alguns de mais 12 anos, como o meu irmão carioca, com o codinome Pedra Bruta – Adriano Chagas, que em muito ficou “passado” por o Fórum ter se acabado; e como bem deixou de sua ideia, ele conter 12 anos de excelentes discussões que se traduziram em muitos conhecimentos e aprendizados. Todos perdidos.

Ele particularmente confessou-me, que havia feitos vários arquivos, do que por lá escreveu, daquilo que achava de substancial, guardando-os em pastas no seu computador até hoje, ideia pela qual nunca me provi. Tenho pouquíssimos eventos registrados.

Tudo jogado na lata de lixo, como se serventia nenhuma houvesse tido. Triste ação do dono do site Luís Figueiredo. Que para mim confesso, hoje, era uma figura sonsa. Ou ensossa! Ou ambas com se lhes afirmava o caráter em várias ocasiões.

Mas, este ato, para alguns vilosíssimo, para mim se traduziu naquilo que em verdades tinha se tornado o Fórum. Um Fórum cheio de vilanias, notadamente para aqueles que como Eu, estrangeiro de língua portuguesa os contraditava amiúde, algo inimaginável nos sensos xenófobos de alguns participantes portugas, contrariedades estas que os deixavam fora de si. Alguns até apopléticos, não duvido, saiam da frente da tela fria de seu computador de cabeças inchadas e testas marcadas pelas cabeçadas que davam no écran.
Era uma exordia panorâmica de xenofobismos, digo isto assente naquilo que passei pessoalmente, e se tornou mais forte ainda, quando a moderação foi dada há um dos diversos Luíses que compunham o quadro de pseudo “segundos donos”.
Neste caso em particular refiro-me diretamente ao tal de Luís Fonseca, cujo codinome no Fórum era Colibri. Algo que me causava estranheza, aquele “homão” tuga com feições de Colibri... Ai, ai Jesus! Mas, cada qual com seus codinomes. Havia até alguns com as artes e codinome do diabo, inclusive na verborragia. Risos!
Então... Foi este pseudo dono do site MAÇONARIA.NET e por consequências do Fórum Maçônico Lusófono, Luís Fonseca, quem começou a prática de apagar os registros de eventos assuntados no Fórum.
Primeiro a sentir isto na pele virtualmente, fui Eu, que tinha por codinome naquele grupo de usuários foristas, EfeGueiros. Numa de suas tresloucadas ações em proibir minha participação, ora suspendendo-me, ora proibindo minhas participações, tratou logo de erradicar tudo o que Eu havia escrito e inscrito no Fórum, juntamente com a participação de outros foristas. Sob a indignação é claro de uma grande maioria! E altamente vergonhosa de atitudes.
E nunca ditas por mim, que só vim a verificar isto, ao regressar após inúmeros pedidos de foristas, mais de cinco dezenas de portugueses, pedidos estes feitos pelo meu e-mail particular, os quais os têm guardados na pasta Maçonaria – Fórum Maçônico registrado no meu e-mail Hotmail.com.
A antipatia por mim não era casual, pelo tal Colibri – Luís Fonseca, e outros, senão doentia, era, sobretudo causada por sua xenofobia, não ocasional, por óbvio – isto é de muita naturalidade no Europeu – notadamente quanto a minha pessoal, principalmente pelo meu atrevimento desde que cheguei ao Fórum, nos fins de agosto de 2004, em expor minhas ideias e ideais maçônicos, e outros pensamentos e argumentos, e por contradizê-los com argumentações sólidas, justas e perfeitas – data vênia do que possam parecer presunções – o que, principalmente ele, e mais uma dezena deles, ou mais (havia muitos enrustidos nestes sentidos), ser de nacionalidade estrangeira era um acinte. Ser brasileiro então era uma ofensa. Risos.
Repito: Xenofobicamente um acinte, um atrevimento impensável nos seus pensamentos retrógrados de ex-colonizadores, alguns deles com atitudes medievais!
Cabe aqui uma pequena digressão... Passados quatorze parágrafos-textos. Não me esqueci do tema inscrito no preambulo deste artigo que é:
NA PRÁTICA A MAÇONARIA PORTUGUESA É TEÓRICA
E UM BLEFE...
É UM CONTRASSENSO SUA EXISTÊNCIA!

Ele, o tema, continua preambular... Pois é apenas a porta de entrada para um contexto mais complexo a frente.
Sigamos... O Fórum que era a algum tempo magnificamente instado como Lusófono, era por essências, sim, um fórum eminentemente portuga com calhaus de prumos de ultranacionalista, tipo mexeu com um tuga, mexeu com todos portugas. Quem se atrevesse a contestar ou contextualizar algum deles receberia de pronto pau cipós e peias de todos os lados. Fizeram até, em suas tresloucadas atitudes angustiadas, criarem-se Nicks com participação mútuas de vários usuários, para ficarem de prontidão daquilo que por sorte minha ou azar deles, viesse Eu a escrever, isto confessado via de e-mail por um dos usuários participantes, e-mail guardado.
E senti isto na pele logo quando “mexi” com uns dos “PAPAS” referenciados por quase todos os tugas foristas portugueses, que era o tal de Guenon, codinome, salvos enganos, para o maçom participante, com nome de batismos Luís Conceição.
Oh! Figurinha difícil de aturar e cheia de soberbas... Risos!
Alias, oh! fórum para ter Luíses! Foi para mim uma surpresa, pois esperava ter muitos mais “Manués e Joaquins”, algo que se dizia ser muito como aos portugas... Joaquim não conheci nenhum, Manuel, só o dos Espinhos. E Silva, só o Mário.
Sigamos... E todos os “desacordos” aconteceram quando afirmei num comentário meu, em contradita a uma postagem do Guenon – Luís Conceição, que a maçonaria brasileira era formal, jurídica física e socialmente, haja vista, que ela tinha seus Estatutos de entidade jurídica registrado no Cartório de Títulos e Documentos, e era inscrita em todos os Órgãos de registros fiscais para recolhimentos de seus impostos e declarações contábeis.
Incontinentemente, o Luís Conceição – Guenon para os foristas, de formas acintosas escreveu em Eu ser um mentiroso. Que aquilo não existiria; que eram invenções minhas, pois em Portugal, a Maçonaria era representada entre aspas, juridicamente, por uma entidade denominada Grêmio Lusitano.
Provado, por mim, que há época era o Tesoureiro de minha Loja, com os dados físicos de registros nos diversos cartórios cíveis e registros fiscais, com até o código do CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, ele, o Guenon – Luís Conceição, ficou com a cara mexendo e os “zoios” rodando, visto, como ele se atreveu perante todos de me chamar de mentiroso, Eu em resposta lhe afirmei que a Maçonaria de Portugal era um fantasma, lógico, contextualizando pela não existência jurídica que ele afirmara não existir, dela, da Maçonaria Portuguesa, sendo assim, uma Maçonaria ou Potência de mentirinha por não existir como registros reais.
Então... Mexer com o papa Luís dos Luíses do Fórum foi mexer com uma casa de marimbondos tugas.
Tinha até um deles, um Luís gordito, muito bolha, que era metido a conhecer coisas da maçonaria. E um explorador, literal, de formas pecuniárias, das causas dos Templários, aquela horda de genocidas, fortemente franceses a serviços das matanças ordenadas pelos papas de plantão havidos pelas épocas.
Lógico a maneira dos que praticam o artigo 171, no código penal brasileiro, significa dizer, estelionatos, o gordito Luís, era sintonizado apenas a ser explorador da ingenuidade alheia a respeito das coisas da maçonaria e a explorar ilegalmente, em vender Tertúlias de conhecimentos, vendendo diplomas aos crentes ingênuos, com falsos diplomas de conhecedores da maçonaria, quando não de falsos Templários.

Assunto este Templários – Maçonaria, pelo qual, pegava os incautos, que movidos pela curiosidade pensavam estar sendo iniciados, quando não se tornando verdadeiros magos. Só rindo... Por contas das vicissitudes passadas por estas gentes!
Quando mais me pego por esta imagem, agora do novo layout do site MAÇONARIA.NET que também parece se dedicar a contar para os INCAUTOS que fazem Cursos Online de Maçonaria, ainda chamando atenção os “contos” de Segredos da Maçonaria, tudo por gente brasileira. Custos de R$ 29,90 e 24,90 respectivamente.
Será que temos também os Luíses gorditos por aqui no Brasil? Claro que temos... A internet favoreceu este comércio, notadamente, por conta da alta curiosidade dos “grandes” segredos que se pode auferir.
Alguém paga alguma coisa por explorar a Legenda Maçonaria? Por certo que não, isto vale para pegar incautos e engordar os bolsos de malfeitores, provavelmente, de adormecidos maçons.

Chama-me atualmente a atenção o novo layout da MAÇONARIA.NET, onde se noticia com chamamentos que me parecem sensacionalista haver CURSOS ONLINE DE MAÇONARIA e vendas de SEGREDOS DA MAÇONARIA. Tudo óbvio, muito bem pagos.
Enfim... É por esta e outras que afirmo:
NA PRÁTICA A MAÇONARIA PORTUGUESA É TEÓRICA
E UM BLEFE...
É UM CONTRASSENSO SUA EXISTÊNCIA!

E por que afirmo isto, quando sua real história é pré-existente, rica e fundamentalmente nos registro histórico da existência de Portugal?
Isto tem a haver com as paranoias existentes no seio dos portugueses contra a Maçonaria.
Mesmo porque, isto, a interação maçônica na história de Portugal histórico, ser do desconhecimento dos portugas. A malta e a sociedade maior como um todo, que por históricos ascendentes do século 18 “odeiam” a Maçonaria! Á malta, leia-se, num todo, incluso o social economicamente forte, o todo de diversos pesos pecuniários e culturais.
Pois assim é a verdade. Há grande maioria dos portugas não sabem que foi a Maçonaria que fez a “última” Independência de Portugal.

Isto mesmo...
Portugal já fez partes várias vezes de outros jugos, tendo suas independências feitas por três vezes. Uma em 1139, outra 1640 e a última em 1820, quando então foi impedido de vir para Portugal o general inglês William Carr Beresford que detinha Portugal a mão de ferro, como um protetorado inglês, desde quando a fuga desesperada da Corte Portuguesa, na pessoa de Dom João VI, então Príncipe regente português para o Brasil, a fugir das garras de Napoleão.
O artífice e mártir desta última independência portuguesa foram promovidas pela maçonaria, via do General português Gomes Freire de Andrade (1817), quando foi preso juntamente com vários outros maçons. Eram em mais de 100 os considerados insurretos, pelo dito General Inglês, que mandou enforcar a todos, sob ordens e aceitação do então Rei Dom João VI, residente na Metropole do Reino, no Brasil, precisamente na cidade do Rio de Janeiro. Veio daí nascerem os sentimentos dos então portugueses protetorados, que com fortes sentimentos de libertação do jugo do comandante irlandês-inglês Guilherme Carr Beresford, fizeram-se rebelados contra o retorno do General inglês.
Os fatos...
Por está época, era o Brasil Metrópole e capital do Reino Brasil, Portugal e Algarves.
De lá para cá, os portugueses esqueceram-se deste evento formidável da Maçonaria e maçons, quiçá, por conta da Maçonaria lutar veementemente contra as esbornias dos absolutismos cometidos por reis portugueses em toda sua história, verdadeiros causadores dos fracassos econômicos financeiros de Portugal, voltaram-se contra a Maçonaria abstendo-se em historietas da Igreja Católica Apostólica Romana, que era concursa as todas as arbitrariedades que eram cometidas contra o povo português, em conluios, como afirmei, por reinados absolutistas.
Vem daí, deste então, os maçons portugueses, afirmarem-se maçons, como maçons em teorias, de poucas práticas maçônicas e como exercícios maçônicos um blefe, pois não são poucos aqueles que se esconde em dizerem-se maçons, quando interpelados, como se ser maçom fosse um crime em Portugal.
E poderia nomear alguns destes portugueses, que ao se credenciarem as redes sociais, nomeadamente ao Facebook, pedem a aqueles irmãos que os conhecem que sob hipóteses algumas, lhes citem como tal, ou façam menção deles ser maçom nas conversas havidas. Pelo menos mais de um deles, me fizeram este pedido via dos meios internos no Facebook.
Ora que diachos de maçons são estes que se põem em medos? No mundo todo, todo aquele que é verdadeiramente maçom, não só se orgulha disto, como se expõem a sociedade. Até por que aqueles que se associam (uma forma de iniciação) a clubes e tertúlias não se escondem com é o caso dos Rotarianos, Leoninos e outros, até de confessas práticas xenófobas quanto ás questões religiosas.
Dou como exemplos, de não se esconderem, que isto vem acontecendo às pessoas ser conhecida como maçons desde 1798, na terra da criação da Maçonaria, a Inglaterra, em Londres, quando por conta das ocorrências da Revolução Francesa de 1789, o então Primeiro Ministro Inglês William Pitt, falando pelo Parlamento obrigou que todos os membros existentes como maçom na Inglaterra fossem relacionados seus nomes para o governo monárquico, qual notificação perdurou durante todos os anos até 1967. Estas informações obrigatórias deveriam ser feitas, a cada novo ano, uma nova declaração aí incluindo os novos iniciados.
E nem por isto, aqueles ingleses que tiveram seus nomes identificados e noticiados como maçons, partiram para se esconder como maçons ou adormecerem.
Isto não impediu que os maçons fossem reconhecidos, como se aumentou o número de maçons iniciados, sendo hoje a Maçonaria altamente participante da vida de todos ingleses, como é imensa e intensamente na América do Norte, que não só deve sua independência também aos Maçons, como estes fizeram daquela Nação a maior Nação do mundo em liberdades e grandezas.
Com tamanhas paranoias civis em Portugal contra os Maçons e a Maçonaria, aquiescendo-se estes a viver num submundo de formas clandestinas, às escondidas, é para se afirmar:
NA PRÁTICA A MAÇONARIA PORTUGUESA É TEÓRICA
E UM BLEFE... É UM CONTRASSENSO SUA EXISTÊNCIA!
Pois, os próprios maçons querem se esconder delas...
Não é senhor Carpe Diem? Jorge e senhores Luíses do Fórum, com raríssimas exceções a outro Luiz.
Em tempo: Este artigo foi escrito em 2011, portanto há cinco anos, hoje apenas reidealizado e atualizado aos acontecimentos recentes, dentre eles, a criação do Grupo Tertúlias dos Amigos do FM.
Praia de Nossa Senhora do Ó, 13.02.2017.
Por: Mestre Maçom EfeGueiros.

sábado, 25 de fevereiro de 2017


MAÇONARIA É SIMPLES, QUEM COMPLICA SÃO OS RITOS...

E OS MAÇONS INVENTORES.





Nestes meus descansos profundos, causados pelo ostracismo, o desterro de 30 dias me dado pelo Facebook, me concede, sem interagir, à qualidade de ser um observador, apenas, para ler os acontecimentos que estão a desenrolar no Grupo Tertúlias FM, já hoje não existente (03.06.2018).

Fazendo-me consequentemente, sem ser “cuius intersit”, elucubrar meus entendimentos daquilo que se discute.


Exemplos das colocações, aliás, excelente da Maria Câmara, uma profana das coisas íntimas maçônicas e nosso polêmico Mário, aos estilos Zhephanya (pseudônimo) á argumentar e contra argumentar.


Pois bem... Na qualidade de maçom, portanto um iniciado nas coisas maçônicas, já tendo visto milhares e milhares de citações, ou melhor, dissertações, em vários idiomas, amiúde, na Internet á fora, desde os idos de setembro de 2004, sobre o que é a maçonaria e suas cousas!


Entenda-se por cousas, seus exercícios externados. Umas boas, outras ótimas e algumas excelentes, óbvio – e àquelas que não tem valores para mim nem as classifico – tem-me mostrado que os profanos estudam mais maçonaria do que os ditos maçons. E o máximo disto; com muitos mais acertos, e diria até, com mais conhecimentos.


Contudo, todos, nos meus entendimentos “despencam” no que acho uma aventura estéril que é levar tudo ou quase tudo para aquilo que certa altura denominei como sapientes de mago Merlin e piegas de coisas sobrenaturais, neste sentido para coisas religiosas, para despertá-lo do Eu interno, para aquilo que comumente deveria ser de interiorização. Simples assim.


Paradoxalmente nosso problema de hoje em dia é sermos racionais, algumas vezes em demasia, pelo fluxo de informações que vimos recebendo, notadamente a partir dos idos de 1950, pelo aprendizado ótico, enquanto, que aqueles que nos antecederam tinham estas informações obtidas de formas nunca claras, e quando não; havidas sob severas críticas e obstruções religiosas. Criando o pecado dos crimes latentes, no sempre: "Estarei certo ou estarei errado"!


E que ainda hoje persistem para meus desgostos particulares.


Para tangenciar de certas formas estes sempre compromissos latentes crimes do certo ou errado, iam-se pelos caminhos de novas criações para aprender o obvio.


O aprendizado “destes óbvios” são as formas simbológicas, dentre suas mais diversas formas, as dos apontamentos. Como: Parábolas, alegorias, metáforas ou simplesmente um símbolo!


Que em verdades significa dizer é a representação perceptível de uma ideia, com características associadas por uma convenção do socialmente aceito.


O que é a grafia senão os apontamentos de vários símbolos associados às expressões fonéticas. Quando o francês Jean-François Champollion decifrou o "alfabeto" dos Tempos dos Faraós, que eram uma representação de símbolos, ideograficamente pictográficos, representativos de objetos ou animais, e fê-lo via de dominar o conhecimento da língua grega a época e a língua cóptica, e por analogias, das gravuras em sintonias ao nome de Ptolomeu V, um dos Faraós da época, quando então, se fez conseguir decifrar aquilo que foi denominado como Pedra de Rosetas.


Por outras, cujas figuras literárias ou temas artísticos de hoje, visam representar um uso “ideia fabricação” de formas humanas, animais e objetos do cotidiano, portanto uma Alegoria Semiótica em que metáfora e parábolas consistem em identificar dois termos, de modo a referir-se a um deles nomear o outro, como uma ação ou exemplos.


As alegorias destinam-se a proporcionar uma reflexão que não tem nenhuma imagem para que possa ser mais bem compreendido pela generalidade. Desenhe-se o abstrato, para torna-lo "visível", que é apenas conceitual!


Ou, não é? São conceituais os entendimentos.


Se desenhar uma régua e pergunto para que sirva, creio que noventa e nove por cento das pessoas irão afirmar que servem para se traçar uma linha reta, ou para medir e traçar uma linha continua.


Entretanto, se está mesma régua for apresentada perante um iniciado maçom, ele virá com várias alternativas, pois foi formatado para isto. Ou seja... Pensar nas diversidades ao fim de um alcance comum e compreensivo a todos.


Á isto podemos distinguir um desenvolvimento do Eu. Do não bestial escrito, havido como desenvolvimento espiritual!


Espírito do quê? Será do espírito de porco?


Nossa querida Maria Câmara esboçou data vênia, o que posso denominar como copa paste, sem querer faltar-lhe com respeitos, mas, enfim, é o que comumente se ver expressado entre todos. Maçons e não maçons, para aquilo que entendem estão descomplicando:


“A Maçonaria tem a sua parte espiritual, os seus ensinamentos são passados através de símbolos, nos rituais e em cada um está um ensinamento, cada um vai apreendendo conforme o que está preparado para receber”.


Ipsis litteris, ipsis verbis...


Qual espiritual tem a maçonaria?


Se assim for, ninguém está aprendendo ou depreendendo nada. Nadica de nada...


Estará apenas revitalizando os embotamentos feitos e praticados há 2017 anos, quiçá até 2050, se somarmos os tempos de vida de Jesus, mais 33 anos, quiçá mais ainda, senão desde os primeiros momentos que o primeiro homem, a fim de conquistar os seus pares, fez do sol e da lua, deuses... Embotando para todos; suas culpas e medos!


Eu como maçom iniciado no dia 17.10.1985, numa quinta-feira, portanto há mais de 11.454 dias, ou 31 anos, de aprendizado contínuo, “entendo”, que o espiritual, enquanto entendimentos do crescer o Eu, é o forte desejo de sublimar todo o embotamento que lhe foi imposto, fora disto desnecessário, diz nada com coisa alguma.


Por quê? O homem após 1950 entendo Eu, mesmo que advindo de vários dias e dias de aprendizados e descobertas, após 1950, o que se desenvolvia em “meio século” ou séculos, passou sistematicamente as descobertas, terem ciclos menores do que décadas. Quando cito descobertas, refiro-me a todas elas.


O que menos se descobriu, ou inventou-se foram coisas das espiritualidades, ainda pensamos qual pensavam as pessoas, principalmente aqueles versados em filosofias, pelos idos anteriores a idade média.


Costumo afirmar que Aristóteles numa sala de aula dos dias de hoje, se não houvesse cuidados, seria tomado como um pândego, haja vista, que suas colocações, mesmo que versado em quase tudo; física, a metafísica, as leis da poesia e do drama, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia e a zoologia, ou seja, como se diz aqui pelo Brasil, “no escambau de tudo”, pois tudo no entendimento de nossos cotidianos, estariam na espetacular “introdução” das coisas. PONTO!


Assim sendo, indevidamente, entendo Eu, que muitos maçons (á os não iniciados podem-se tudo), diz-se que os rituais são formas de aprendizados... Pois não... Errado!


Ritual ou ritualísticas é o formal de eventos, precisamente na Maçonaria, que se fizeram práticas, daquilo que veio para deterioração de seus conceitos originais, e que foram providos pela imensidão de RITOS feitos, em total maioria, para representar os pensamentos e conceitos, especificamente, dos egos de seus criadores.

Tanto isto são verdades que dos mais de cem havidos, por mim catalogados, fala-se da existência de mais de 200, hoje, existente, e praticantes, há senão mais do que cinco ou seis. Sendo o mais diversamente praticado o Rito Escocês Antigo e Aceite, e mais populosamente o Rito de York.


É por isto que coloquei como título de minhas intervenções argumentativas, que os Ritos e suas aplicações, então como rituais e ritualísticas, vieram para complicar a Maçonaria. 


Todos trouxeram muitas inventivas de seus criadores, muitos deles frustrados sacerdotes, ou latentes sacerdotes que cuidaram para fazer dos trabalhos maçônicos, uns escolásticos aprendizados religiosos, muito mal imitadores das coisas de religiões, dentre os males maiores aquilo que demandou em coisas espirituais.


Agora vamos para os cipós, paus e peias...


Ora... O homem para ser livre e de bons costumes, necessariamente tem que se ver livre da escravidão do intelecto social, que lhe faz qualquer religião. Ela não só formata a mente em coisas abstratas, e sobremaneira, de medos, como a torna embotada para concepções de novas ideias e ideais. Então...



A coisa ficou tão feia que se inventou até um OFÍCIO maçônico de Capelão.



Depois um mais esperto do que experto, com alcunha de Albert Mackey, andou por inventar tais “lemas maçônico” que foi introduzido para os anais do Rito Escocês Antigo e Aceito, professando que na maçonaria não se discute e nem se faz práticas de religião. Uma ova!



Quase todos os ritos se basearam para coisas religiosas!!!


Repito: Quase todos os ritos se basearam para coisas religiosas!!!
Alguns até começam por rezar um terço, com todos os pais nossos e ave-marias, enfim finalizando uma sessão de trabalhos maçônicos como se um missa fosse! Só faltam ao final beatificar tudo consagrando alguns pãezinhos numa comilança festiva das carnes de algum deus. Dentre eles o que mais faz práticas disto, é o pseudo inovador Rito Escocês Retificado.

Para terminar com todas estas minhas verborreias...

Entendo que o primordial dentro da maçonaria, é não inovar o homem, senão despertar seu Id para a racionalidade da vida, e enquanto um ser social fortalecer-se para superar adversidades, crescendo seu Ego para lutar em prol de crescimento próprio, para seu bem-estar e de todos que o cercam, ou seja, a humanidade, notadamente naquilo que lhe é vital, desbotar-se dos embotamentos feitos práticas desde seu nascedouro. Para então de fato ser um homem livre, de bons costumes e um operário para trabalhar a vida.

EfeGueiros... M:. M:.