domingo, 23 de setembro de 2018






TRÊS COISAS QUE SÃO DE VALORES EM QUALQUER LUGAR, TEMPO E SITUAÇÃO:
- A OPINIÃO
- O COMENTÁRIO
- O PALPITE...


Principalmente nas redes sociais dos dias de hoje. Dentre elas a mais evidenciada que é o FACEBOOK, que tem sido o veículo de maior expansão dos pensamentos dos pensadores anônimos e não anônimos, da populaça e dos eruditos! Nunca algo se tornou tão democraticamente político.



Aliás, neste sentido, como elemento de comunicação e expansão, dos pensamentos, cumpre como jamais foi feito aquilo que é expresso na Declaração Universal dos Direitos Humanos, as liberdades, principalmente no que tange ao artigo 19, cujo teor expressa:




Toda pessoa tem direito à LIBERDADE de OPINIÃO e EXPRESSÃO; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, TER OPINIÕES e de PROCURAR, RECEBER e TRANSMITIR INFORMAÇÕES e IDEIAS por QUAISQUER MEIOS e independentemente de fronteiras”.




Alguém, muito brasileiro de Surubim-PE, já dizia a estes respeitos: “QUEM NÃO SE COMUNICA SE “TRUMBICA”. O velho Chacrinha, sempre estava á postos para Comentar Opinar e Palpitar.



Enfim... O FACEBOOK, podemos situar, é um FÓRUM PÚBLICO, universal, onde as pessoas de todos os credos, cor raças e classes sociais se manifestam livremente.



Em verdades, o FACEBOOK, é hoje uma “ÁGORA” (praça, mercados), hoje online, real time do século 21, para todos os tipos de manifestações.



Dixit... Abs.


sábado, 22 de setembro de 2018


CARTA AOS BRASILEIROS...
ELEIÇÕES DE 2018...
Por: EfeGueiros.
Pensei... Repensei, repensei de novo e resolvi escrever uma carta aos brasileiros!
Por que não? Se sou Eu e mais de 209 milhões, 999 mil brasileiros que pagam os salários e todas as despesas do pessoal do Executivo, do Judiciário e do Legislativo, afora, também de todos os militares de todas as áreas do Brasil.
E por que não; se sou Eu e mais 146 milhões, 999 mil brasileiros que estão aptos a votar nestas eleições de 2018?
E mais...
Por que não... se Luladrão, em junho de 2002, escreveu uma carta ao povo brasileiro, para se eleger, e se elegeu, fez de tudo que disse e pediu, e foi mais além, em roubar, incentivar os outros a roubarem, tanto quanto, dar todas as condições para que petistas e esquerdistas roubassem os cofres do Brasil, leia-se, dos brasileiros, junto com sua gangue?
Todos estes três fatores juntos, asseguram-me os direitos de também escrever uma carta aos brasileiros.
Será, simples singela, pragmática e objetiva.
Vou começar, pelos primeiros textos-parágrafos, quase epílogo, da malfadada carta engodo, feita, como mote de vencer as eleições de 2002, e feita pelo criminoso corruptor passivo, lavador de dinheiros, recebedor de propinas recebidas de empresários, principalmente os das empreiteiras, e condenado a mais de 12 anos, o Luladrão.
Ei-la... Em suas integridades, apenas, com textos acentuados em negritos...


O Brasil quer mudar. Mudar para crescer, incluir, pacificar. Mudar para conquistar o desenvolvimento econômico que hoje não temos e a justiça social que tanto almejamos. Há em nosso país uma poderosa vontade popular de encerrar o atual ciclo econômico e político.
Se em algum momento, ao longo dos anos 90, o atual modelo conseguiu despertar esperanças de progresso econômico e social, hoje a decepção com os seus resultados é enorme. Oito anos depois, o povo brasileiro faz o balanço e verifica que as promessas fundamentais foram descumpridas e as esperanças frustradas.
Nosso povo constata com pesar e indignação que a economia não cresceu e está muito mais vulnerável, a soberania do país ficou em grande parte comprometida, a corrupção continua alta e, principalmente, a crise social e a insegurança tornaram-se assustadoras.
O sentimento predominante em todas as classes e em todas as regiões é o de que o atual modelo esgotou-se. Por isso, o país não pode insistir nesse caminho, sob pena de ficar numa estagnação crônica ou até mesmo de sofrer, mais cedo ou mais tarde, um colapso econômico, social e moral.

Observem, o que está posto, por mim, em epígrafes negritos, sublinhado, e na forma itálico, são as “mentiras e as verdades” enrustidas na carta engodo de Luís Inácio Luladrão da Silva de junho de 2002.
Comecemos a analisa-las... Quase um prólogo, afinal, e feito por Luladrão.
Vejam as similaridades do que está assinalado em negritos, com tudo que aconteceu com Luís Inácio Luladrão da Silva, nas suas governanças petistas, e outras por ele ditadas, ao longo de 14 anos.
Ele claramente fez um indicativo, quase como um Nostradamus, em estados negativos, do que ele iria fazer junto com sua gangue petista e esquerdista, ao povo brasileiro.
Ou seja; o povo atual, em verdades constatou, com o verbo no presente do indicativo, do verbo constatar, as verdades prescritas por Luladrão, e seus quadrilheiros petistas, já em junho de 2002. Vejamos...
A começar com palavras indicativas em epígrafes vermelhos e acrescentadas aos textos do senhor Luís Inácio LULADRÃO da Silva, os verdadeiros prognósticos futuristas:
Nosso povo, (o povo atual), constata com pesar e indignação que a economia não cresceu e está muito mais vulnerável, a soberania do país ficou em grande parte comprometida, a corrupção continua alta (aumentou) e, principalmente, a crise social e a insegurança tornaram-se assustadoras.
Incrível, como de formas embotadas, o jegue Nostradamus de Caetés, Luladrão, falou verdades, ou seja, prognosticou, numa carta PEGA TROUXAS, e pegou, 52.793.364 votantes, ou seja, mais de 52 milhões de trouxas, que nele votaram e o elegeram.
Pensem... E pensem bem... Fernando Haddad, Marina Silva, Ciro goiaba Gomes, e até o picolé de chuchu Geraldo Alckmin, são gentes de esquerdas, quer diretamente ou indiretamente, estiveram em governanças ou apoios com Luís Inácio Luladrão da Silva, por estes 16 últimos anos, desde junho de 2002.
Pensem... E pensem bem... Os tempos de agora, são tempos de renovar!

RENOVEMOS ENTÃO...
O AGORA É NOSSO!

domingo, 19 de agosto de 2018






INSS – INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL, ÓRGÃO (BOTECO) FEDERAL DE COISAS RUINS A PIORES...

Acredito que todos saibam, que o INSS de hoje, foi criado, após as junções (unificações-fusões) de vários Institutos de Serviços Médicos e Aposentadorias que existiam. Dentre eles, os mais fortes eram o IAPB e o IAPI, respectivamente, ligados aos bancários e aos industriários. Haviam ao todo para mais de dez.

Estes dois institutos indicados, eram os mais enxutos, na relação, funcionários administrativos, para pensionistas.

Algo, que nos institutos ligados a servidores públicos, eram vários, desde federais, por autarquias, e estaduais, eram o que são hoje, as autarquias. Verdadeiros cabides de empregos. Em muito maiores escalas que as de hoje.

Antes de adentrarmos, sobre as coisas ruins, para piores, pelo idos de 1960, Juscelino Kubistchek, endeusado pelos mineiros, e boa parte dos sem-vergonhas votantes brasileiros, aqueles, a quem chamo também de venais e oportunistas, incumbiu-se de acabar com os dois maiores institutos do Brasil, o IAPB e IAPI, desviando os recursos altíssimos destes institutos, em projetos e resoluções para criações de prédios de moradias, e para autarquias em Brasília, com o fito único de incentivar aos barnabés federais do Rio de Janeiro virem morar no novo Distrito Federal.

Quem quiser aferir provas destas safadezas, destas velhacarias feitas pelo safado Juscelino, verá em quase todos os prédios construídos a altura do início de Brasília, placas em ferros, onde está escrito: “Este prédio, ou edificação, foi construído com recursos do IAPB, ou do IAPI”.

Dei por conta disto, quando morei em Brasília em 1979/83, onde no prédio onde que residia, havia uma placa destas. Os recursos eram do IAPB!

Estes recursos desviados de suas devidas funções, ou seja, complementos para aposentadorias, jamais... repito: Jamais retornaram aos caixas destes institutos.

Já aí começam as coisas ruins.

Quando os militares, resolveram por questões de problemas operacionais, custos, unificar os institutos (fusão), o passado relativo aos recursos desviados, teve seu túmulo selado. Para nunca mais retornar aos cofres do então criado INPS.

Todo mundo a de convir, que afora os recursos desviados, aqueles sonegados, também foram para o sepulcro dos IAPs (vários institutos) selados. Pois, os devedores, já nem sabiam a quem recolher, e foram perdoados. Vida nova... Para os sonegadores, como se faz hoje via de REFIS.

Com as unificações, vieram juntos os institutos de servidores. Federais, estaduais, municipais. Estes nunca como ontem e como hoje, respeitaram os ditames dos cálculos atuariais, que são a alma que fecunda quaisquer formas de contribuições.

Trocando o grosso, pelo miúdo. Hoje, como foi antigamente, nunca se recolheu uma contribuição equivalente para se dar uma aposentadoria pelo salário ativo. Ou seja: Integral.

Sem os cálculos atuariais necessário passou a existir um rombo por defasagem de contribuições. A considerar que com o tempo, afora virar uma “bola de neve”, estas defasagens de contribuições se tornam exponenciais.

Além de se ter criados várias benesses. Como por exemplos:

1-  tetos salariais mínimos para servidores da ativa, que consagram os mesmos salários para os inativos;

2-  servidores como juízes e as gentes do judiciário, que tem suas aposentadorias integrais, agregados seus vencimentos a valores aos recebimentos de servidores ativos;


3-  O mesmo para os militares federais, e pior, com aposentadorias hereditárias, ou seja, transferidas as filhas.

Nada disto, aferidos como elementos para as feituras dos cálculos atuariais. Com contribuições efetivas, completamente defasadas as necessidades.

Já existindo o rombo causado pelo safado do Juscelino, acresceu-se outro rombo, que era trazer para dentro do balaio comum chamado de INPS, outros rombos. Como dos servidores, perdões dos sonegadores, e benesses salarias.

E isto, só, se fez crescer, não só pelo governo militar, 21 anos, mais substancialmente pelos ditos governos democráticos a partir de 1985/86, até os dias de hoje, onde o governo federal informa existir um déficit de mais de 180 bilhões de reais.

Como se ver, as coisas saíram de ruins para piores. Pois nada foi feito para corrigir as discrepâncias, relativas aos servidores. Não se procurou ressarcir os cofres do INSS, pelos desvios passados e presente, pois se sabe que durante e após o governo militares, recursos do INSS foram apropriados, para se aplicar em saneamentos de algumas prefeituras, via do fomento de empréstimos.

Recursos também que nunca retornaram, face ao governo federal, ser perdulários, e nunca cobrar, senão dar como a fundos perdidos. Hoje quem está pagando o pato, no lugar do INSS, por consideraram que são fundos riquíssimos, é o FAT e Fundo de Garantia Por Tempo de Serviços. E algumas Fundações, as quais, hoje, não teriam capacidades de suportar as complementações de aposentadorias.

Agora, então com as famigeradas corrupções dos políticos, duvido que os ativos financeiros destes fundos, corrigidos, tenham montantes equivalentes as suas realidades de caixas hoje. “Duvido dê ó dó”!

E a medida que o tempo passa, tudo que era ruim, vai se tornando pior. 

E a perspectivas, de “consertos”, afora ficarem dificílimos, àquele a quem os interesses possam interessar, os trabalhadores, deixam em mãos de agentes representativos corruptos, que são as direções de sindicatos de classes, os controles ou fiscalizações que nunca fizeram, não fazem e nunca irão fazer, sobre os ativos destes fundos (FAT e FGTS), senão, também alguns controles sobre o próprio INSS, pois é muito fácil ser perdulário com as coisas alheias.

Finalmente, este artigo foi motivado pela leitura feita de uma matéria publicada na Folha de São Paulo, intitulada 'ILHA DA FANTASIA', BRASÍLIA TEM 'MESADA' DE R$ 13 BI DA UNIÃO..., cujo teor pode se lido no link: https://temas.folha.uol.com.br/reef/reportagens-e-analises/com-mesada-de-r-13-bi-da-uniao-brasilia-e-ilha-da-fantasia.shtml.

Leiam também: A UNIFICAÇÃO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, por Dante de Souza Gondim, link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75901968000300003.

E um breve relato feito, por Alderico Sena com o título: História da Previdência Social no Brasil, cujo link é: http://www.noticialivre.com.br/index.php/2014-03-09-16-39-32/21932-historia-da-previdencia-social-no-brasil.


quarta-feira, 8 de agosto de 2018



O GENERAL MOURÃO, CANDIDATO VICE-PRESIDENTE, DO CANDIDATO A PRESIDÊNCIA JAIR BOLSONARO, ERROU AO DIZER QUE ÍNDIOS E NEGROS, ERAM, RESPECTIVAMENTE INDOLENTES E MALANDROS?

Sim... Se analisarmos pelo tal do “politicamente correto”!

Foi ele inventor ou criador da ideia posta?

Obvio que não... Qualquer brasileiro com mais de 60 anos, ou os que tenham vivido em cidades do interior, já deve ter ouvido isto por centenas de milhares de vezes!

Exageradamente colocando...

Ouvi isto, estes tipos de colocações, desde tenras idades, (8/9 anos) aquando criança, vivendo nas cidades de Brejão de Garanhuns e na cidade de Garanhuns, estas frases amiúdes. Com até outras assertivas... Por exemplo:

“Quando querem enganar, iludir, para tirar algum proveito ou facilidades, o negro é malandro, o branco é cafajeste”!

Mas, vamos para mais remotas épocas... Estas questões de negros malandros e índios indolentes, não foram coisas ditas, ou dadas como assertivas, somente aqui no Brasil. É mundial... Os ingleses diziam isto para os índios americanos. Os americanos diziam isto para os negros, ao sul da América do Norte. Os espanhóis, para o México, e para a América do Sul, e obvio, os portugueses, aquando no Brasil.

Por outro lado... Se você analisar a natureza de algumas bulas papais, por exemplo a bula DUM DIVERSAS, criada pelo Papa Nicolau V em 18 de Junho de 1452 e dirigida ao rei Afonso V de Portugal junto com o breviário APOSTÓLICO DIVINO AMORE COMMUNITI, dava por esta bula, que os portugueses eram autorizados a conquistar territórios não cristianizados e consignar a escravatura perpétua aos sarracenos e pagãos que capturassem, razão pela qual é considerada frequentemente como o advento do comércio e tráfico europeu de escravos na África Ocidental.

Bem mais a frente, por outras bulas, sendo a última nestes sentidos a bula "PRECELSE DEVOTIONIS ET INDEFESSUM", 1514, do PAPA LEÃO X 

pela qual, viria confirmar as bulas dos PAPAS NICOLAU V e SIXTO IV, explicita sobre as investidura dos reinos e terras conquistada, e que se conquistarem aos infiéis, o contrato e divisão feita entre os reis de PORTUGAL e CASTELA sobre a partilha, comércio, navegação e descobrimento de ilhas e terra do mar oceano, a que tudo o PAPA de seu motu próprio (de próprias mãos) confirma ao rei D. MANUEL I, tanto quanto, torna extensiva o conceito de consignamento de esferas de influência exclusiva de determinados estados-nação, foi  também alargado ao continente americano em 1493 pelo PAPA ALEXANDRE VI com a BULA INTER CÆTERA. Para finalmente 8 de janeiro de 1554, estes poderes terem sido alargados aos reis da Espanha.

Título, ipsis litteris, ipsis verbis da:

BULA "PRECELSE DEVOTIONIS ET INDEFESSUM"DO PAPA LEÃO X PELA QUAL CONFIRMA AS BULAS DO PAPA NICOLAU V E SIXTO IV SOBRE AS INVESTIDURA DOS REINOS E TERRAS CONQUISTADAS E QUE SE CONQUISTAREM AOS INFIÉIS, E TAMBÉM O CONTRATO E DIVISÃO FEITA ENTRE OS REIS DE PORTUGAL E CASTELA SOBRE A PARTILHA, COMÉRCIO, NAVEGAÇÃO E DESCOBRIMENTO DE ILHAS E TERRA DO MAR OCEANO, O QUE TUDO O PAPA DE SEU MOTU PRÓPRIO CONFIRMA AO REI D. MANUEL I.
Texto compilado do Arquivo Nacional Torre do Tombo – Portugal.

A ideia formulada por estás gentes, e aplicadas, eram que negros índios, ou em linhas gerais, pagãos, não tinham “ALMAS”! Daí poderem serem escravizados e catequisados.

Isto foi obviamente trazido ao Brasil, não só nas esferas dos colonialistas, nas questões das divisões de terras, capitanias, como no bojo dos religiosos, que acompanhavam estas pessoas civis, que foram os jesuítas.

Nossos índios, os negros, para estas gentes, notadamente os jesuítas, afora serem pagãos, em muito foram considerados indolentes e preguiçosos.

Enquanto os jesuítas se diziam protetores dos indígenas da escravidão, os mesmos, e vários sacerdotes usavam o trabalho escravo dos africanos para seus serviços, alguns até para suas plantações. Eles não pensavam duas vezes não. 

Eles compravam e vendiam escravos negros com essa justificativa bem cínica de que o escravo não tinha alma. Chegou inclusive isto causar um frenesi, na corte Portuguesa, em saber, que muitos padres, tinham fazendas (terras), em extensões até maiores do que Portugal. Um dos motivos também de terem sidos expulsos de Portugal em 1759.

Enfim, não quero com estes meus blablabás, livrar a cara do General Mourão? Obvio que não...

Mas, onde há fogo, certamente haverão fumaças e cinzas.

Foi uma coisa cinzenta suas formas de expressar, provavelmente, pela sua natureza militar. Creio eu...! 

Mas, porém, todavia, entretanto, quem correr o Brasil, do norte ao sul, do leste ao oeste, certamente encontrará em várias regiões, notadamente, na região norte e centro-oeste, este tipo de ações mais peculiares, ou seja, indolências e malandragens.

Para finalizar, vamos a uma pequena digressão de exercício profissional nestes causos:

Fui chamado numa época que era gerente do Banorte em Campo Grande – Mato Grosso do Sul, a direção maior do Banco Banorte, em Recife, dezembro de 1978, para ir a Brasília, com a finalidade principal de dar um “jeito de consertar aquela filial", expressões ditas, pelos diretores, meus queridos amigos Bossa Nova e Cachimbão, também conhecidos, respectivamente como Jacques Maritain da Cunha Moraes e Paulo Rubens Freire Vilar.

Quando lá chegando (Brasília), em poucos mais de um mês, consegui determinar que um dos grandes problemas era em nossos caixas, e provocados por indolências e malandragens.

A forma de determinar estes “causos” foi pedir ao meu colega gerente administrativo, Ageu Cavalcanti de Albuquerque, que a cada uma hora, adentrasse os caixas, e sem nada informa-los, nas fitas de registro das máquinas autenticadoras traçasse um risco, uma linha, nas ditas fichas. Pedi para fazer isto por 3 dias. Mesmo indagado pelo mesmo, Ageu, porque queria isto, não lhe informei, e pedi que o fizesse. Sem mais dongas...

Ao cabo de três dias, num final de semana, levei as fitas para casa, e passei a aferir, quantos atendimentos casa caixa fazia por cada uma hora, num dia, e durante três dias. Obvio, deu no que deu, ou que Eu queria que desse...

Descobri, que dois dos cinco caixas, trabalhavam no atendimento, em menos do que os outros, para mais de um terço dos demais três, em médias. Beirando, os 50%.

Mandei dar-lhes um aviso prévio (aos dois), que se não conseguissem trabalhar á 90% dos colegas, eles seriam demitidos. Reduziu-se quase 100% dos problemas de atendimentos dos caixas, e as malditas filas reduziram-se drasticamente, e ao final, de dois, meses, por conta da continuidade das indolências e malandragens, os dois foram demitidos.

Não... Nenhum deles, eram índios ou negros. Eram indolentes e malandros, no caso, preguiçosos. Simples assim...

sábado, 7 de julho de 2018





FUTEBOL DE KNOCKDOWN!

Como brasileiro, que praticou futebol e gosta deste esporte desde jovem, vou fazer aquilo que 99,99% dos comentaristas remunerados para isto fazem, que é comentar e indicar ideais de como deveria ter sido feito o jogo com a Bélgica.

Vou ser, então, comentarista de evento definido. Ou jogo jogado com resultado feito!

A começar pelo título do artigo... Futebol de Knock down!

Que é jogar-se hoje, com o alto desenvolvimento físico e a prática de sistema defensivo bem desenvolvido e bem treinado. 

Principalmente se olhando o poder ofensivo do adversário.

Sem olhar para isto é algo altamente temerário, pois todos, ou uma grande maioria dos times pelo mundo, estão jogando pelo Knock down, ou no bom português e no bom anglicismo, pelo “nocaute” dado pelo primeiro gol!

Ou mais futebolisticamente escrevendo, por uma bola. A bola do primeiro gol!

E assim ocorreu com o Brasil. O Knock down, com o consequente nocaute se deu com o gol contra do jogador Fernandinho.

Que aliás, é jogador mais de time, e na seleção jogador de banco, para entrar com resultado praticamente assegurado. Além disto, neste jogo com a Bélgica, ele desde o começo, me pareceu totalmente perdido.

Aliás, vamos desde já falar dos jogadores, ao primeiro tempo, totalmente perdidos. Começo com o lateral esquerdo Marcelo. 

Formidável “meia-atacante”, quando exerce está função, e regular lateral esquerdo.

O segundo gol da Bélgica, nasceu pelo seu lado, pela sua falta de combate na lateral ao jogador Kevin De Bruyne, que avançando e sem combate direto, e próximo, a dois passos da grande área chutou uma bola cruzada ao gol de Alisson.

Uma bola de fora da área, uns dois passos, onde também vejo falha do goleiro Alisson que chegou atrasado ao chute.

Mormente, sua pouca culpa, mas, falhou, com o lateral Marcelo, que se preocupou por uma possível passagem do lateral belga Thomas Meunier, pela sua esquerda, ao invés do combate direto ao meio campista Kevin De Bruyne, resolveu esperar seu jogo!

Assim o Brasil foi derrotado.

Vide os dois gols da belga, seu desenvolvimento neste vídeo: 


Se olharem bem, a jogada nasce num contra-ataque onde não se observa a defesa base do Brasil. Quem está fazendo a defesa, são três jogadores: William, Phillipe Coutinho e Marcelo, com Lukaku caído ao chão, que tentou fazer uma diagonal, e derrubado por Coutinho.

Lembrou bem o contra-ataque feito ao time do Japão, onde a defesa mais alta tinha ido tentar o gol num escanteio.

Mas, a derrota começa com o Knock down do primeiro gol. O nocaute!

Creio, também que o goleiro Alisson, se analisarmos agora friamente, e por estas imagens, ele falhou como havia sempre falhado. É prática, o goleiro num escanteio se posicionar quase ao lado da trave do lado chutado, ou a um passo dela. Alisson estava ao meio do gol... E quando saiu, saiu atrasado quando a bola já estava batendo, quase as costas do jogador Fernandinho, chegando ao gol.

Como comentarista de resultado feito, jogo jogado, o Brasil, “deveria” ter jogado num 4-2-3-1.

Numa formação:

4 – Fagner – Thiago – Miranda – Marcelo.
2 – Fernandinho – Paulinho (ou Renato Augusto).
3 – Douglas – Philippe Coutinho – Neymar.
1 – Firmino.

E quando estivesse atacando, fazer uma formação, com Neymar pelo meio, e nunca aberto a esquerda, pois em todos jogos foi anulado nesta posição. Seu desempenho foi demasiadamente abaixo, de quando, no PSG, quando joga flutuando.

Faltou ao Coutinho um companheiro de tabela, que bem poderia ser o Douglas.

Quanto ao Firmino no lugar de Gabriel Jesus, estava mais do que evidente. Estava claro, que era mais pragmático e ofensivo do que Gabriel Jesus, além de se posicionar pelo alto excepcionalmente bem, acostumado ao futebol britânico.

Contudo tudo isto se resume num fato só: Perdemos pelo futebol de Knock down – nocaute, onde por uma bola de gol, o time adversário se fecha em defesas, e espera nova falha do adversário combalido pelo gol.

Onde o futebol europeu, notadamente o futebol belga sabe fazer com maestria.

Outro grande mal do atual futebol brasileiro, é a falta de um meio-campista, para não falar dos mais antigo (e já falando: Gerson, Rivelino e Quarentinha), falar de um Rivaldo.

Outro grave defeito. Não temos atacantes para pôr, quase sempre, uma defesa presa, ou seja... Para não ir mais atrás, um Bebeto e um Romário. Juntos.

Está história de atacantes vir, para área média da defesa, em se tornar defensor, obriga não termos saída para um bom contra-ataque, afora, fazer dos defensores inimigos, meias-atacantes.

Finalizando, além de tudo isto, por algo que creio atrapalhou o altamente competente Tite. Sua demasiada convicção, com alguns atletas, que vinham falhando, como Paulinho, William e Gabriel Jesus. Convicção e apego!

Vamos para o CATAR 2022, na expectativa que nasça, algum armador-meio-campista tipos Gerson, algum Rivelino, quiçá um Quarentinha.


























terça-feira, 3 de julho de 2018

Não duvido sintaxes de Mauro César...




CRONISTAS DESPORTIVOS, 
NO BRASIL, SÃO VERDADEIROS
MENTECAPTOS DIPLOMADOS!


Certamente, o programa desportivo da ESPN denominado LINHA DE PASSE, e seu “gênio” chamado de Mauro Cesar Pereira, é o espelho do título acima colocado!

Aliás, este programa cresceu, em muito, quando puseram para fora alguns tresloucados, como o “valente” José Trajano, altamente boçal, mas, infelizmente deixaram sua "sequelada alma", o tal de Juca Kfouri.

Que pelo jeito, creio, também deram fim a este. Pois, escafedeu-se completamente nesta COPA DO MUNDO DE 2018.

Mas, o “linguinha” Mauro Cesar Pereira, ficou, e está superando a todos.

Sempre raivoso, alteradíssimo, não consegue, creio por isto, que sua linguinha se ponha dentro da boca. Aliás, lugar onde se espera a língua permaneça, não só quando se come, mas, e também quando se fala.

Ontem, no programa do dia 02.07.2018, se superou... Raivoso e alterado emocionalmente como sempre, beirando as apoplexias,  tomou para cristo (é a sua forma normal de aparecer), querer ser mais verdadeiro do que a verdade é, principalmente quando se trata de pessoas no meio futebolístico que se projeta como muitas riquezas pessoais, como é o caso do técnico TITE.

Ele, odeia, o TITE por ter se tornado uma unanimidade na crônica desportiva, como excelente técnico de futebol, tanto quanto um ótimo gestor de pessoas. E nesta data, 02.07, quando o Brasil venceu o México, onde mais uma vez a “mão” do técnico TITE se fez sentir, ele o pegou para cristo, numa empolgação tresloucada, por conta do técnico, numa entrevista ter assinalado (dito), haver uma hierarquia no Futebol, textualizando: “Que técnico deve falar sobre técnico,  jogador sobre jogador, e dirigentes sobre dirigentes, pela administração”.

Algo claro e óbvio... Como dois mais dois são quatro. Não para o raivoso, apoplético, Mauro Cesar Pereira.

Irado, numa apoplexia tresloucada, lançou-se a gritar, com sua linguinha, cada vez mais fora da boca, que isto não existia no Futebol.

Ora... Imbecilizou-se de vez!

Como não existem hierarquias? Notadamente quando diz respeito ao time e aos jogadores?

É óbvio, que sim... E está pessoa é o técnico, quer seja numa equipe de futebol, quer seja numa seleção. No caso, a brasileira.

Mas, o mentecapto Mauro Cesar Pereira, não admite isto. Quando disse não admitir, que o técnico Tite, numa entrevista logo após o jogo com a seleção mexicana, colocando sua mão esquerda ao braço sobre o braço direito do jogador Neymar, pediu, não impedindo, como o moço alterado MAURO CESAR quer fazer conhecer, que o jogador respondesse uma pergunta feita, não sobre questões de futebol, mas, sobre os cretinices ditas, pelo técnico da seleção Mexicana, outro, totalmente alterado, apoplético que afirmou numa entrevista anterior, que seu time só perdeu porque foi prejudicado pelos juízes, e pela catimba dos jogadores brasileiros, sem mencionar o nome, mais se referindo ao jogador Neymar.

Quis o grande técnico da seleção brasileira, altamente experiente e um grande gestor de pessoas, evitar, que seu jogador, de formas inconsequentes, pudesse entrar num entrevero com os jornalistas, por acaso falando mal sobre o técnico mexicano. Algo que jornalistas gostam, e os fazem ganhar o dia.

Aliás, afirme-se, que quem foi de fato o artífice para que o Brasil ganhasse do México, foi o próprio entrevista, algo que os jornalistas em nada fizeram questões. Para além de ter feito um gol, ao iniciar a jogada com o jogador William, deu um passe “açucarado” para que Roberto Firmino fizesse o segundo gol, que definitivamente decretou a derrota da seleção mexicana.

Aliás, a seleção do México só tinha mesmo que perder. Entrou em campo, para no máximo empatar, nos 120 minutos, e ir para os pênaltis, onde o seu goleiro Ochoa pudesse pegar alguns, e daí vencer o Brasil.

O Brasil chutou 23 vezes ao gol do goleiro Ochoa, contra um só chute a meta da seleção brasileira. Destes 23 chutes, nove, só não entraram por conta das incríveis defesas deste goleiro, que para mim, deveria ter sido considerado o melhor jogador da partida. E não o próprio Neymar.

Aí, o mentecapto do Mauro Cesar Pereira, e outros, livre-se as caras apenas do apresentador Paulo Andrade, e Gian Oddi, só se importaram em discutir as questões semânticas se existia ou não hierarquia na seleção brasileira. Perdeu-se com isto, acredito, mais de 1/3 de horas do programa. Digo, acredito, pois imediatamente as ações apopléticas do moço Mauro César Pereira, desliguei a televisão fui fazer aquilo mais lucrativo para mim, que era dormir.

Cada vez mais, se torna notório, devido, e principalmente aos tais Mauro Cesar Pereira, que lugar de cronista desportivo diplomado como jornalista, é ficar sentado num birô de uma redação, e internamente, nunca externamente, principalmente a frente de uma câmera de televisão, á dar pitacos sobre questões desportivas, deixando isto, para os profissionais das mesmas, aqui e no caso, aos jogadores de futebol.

Pois, em verdades o que mais existe são cronistas desportivos cada ver mais, uns verdadeiros mentecaptos diplomados.





quinta-feira, 14 de junho de 2018







Eis um mote, que data vênia, tomo de o querido ir:. Tibério Maia, á ditos seus, e postos no Facebook: “A Maçonaria que se destacou na Independência, na libertação dos escravos, na Proclamação da República do País, onde se encontra?



A priori perseverante irmão Tibério, ela se encontra, total e completamente adormecida, pois dormiu nos louros do passado e se alienou das sociedades. Não se adaptou aos tempos, e virou apenas clube de amigos. Muito pela total e completa ignorância do que foi, do que é, e do que poderia ser.

Óbvio, como culpados maiores estão todos os Grão-Mestres de todas as Potências existentes no Brasil.

Deixando a modéstia de lado, tenho foro e presencial para afirmar isto.

Nos meus entendimentos, e principalmente conceitos, dentre seus maiores pecados, existe o de trazer para dentro da MAÇONARIA todas as ignorâncias religiosas, por qual, fez lutas no período compreendido entre junho de 1717 a 27 de dezembro de 1813. E antes disto de 1717, quando operativa, movida pelas diversas Guildas, e pós 1813, até os tempos atuais.

Se alguns não entende, antes de 27 de dezembro de 1813 existiam para Inglaterra e para o mundo, duas MAÇONARIAs. Uma chamada dos ANTIGOS, tacanha e religiosa, e outra a dos MODERNOS, lógica e pragmática se adaptando a sociedade e aos interesses da humanidade.

A tacanha, ou dos ANTIGOS, era excessivamente religiosa e embasada sobremaneira nas questões cristã, onde o homem para ser digno probo (de bons costumes) e livre teria que crer no deus cristão. E também ficar gregário (partidário) das antigas ordens, ou ordens originárias da MAÇONARIA Operativa, advindas das Guildas, que eram em verdades, algo, como para os dias de hoje, um sindicato, ou um sistema cooperativista.

A outra, nominada pelos entes do grupo dos ANTIGOS como MODERNA ou dos MODERNOS, já trás em si, dar para ser ter como pejorativo a colocação, ser demasiada “especulativa”.  Ou moderas.

O imbróglio, começa, pela interpretação dos Antigos em ler que as iniciações praticadas pelos Modernos não eram regulares. Mais quais eram estas irregularidades?

Em toda história, historiada, não é expressivamente colocada, quais irregularidades eram cometidas. Apagou-se nos tempos, ou por conta da união praticada em 27 de dezembro de 1813.

Todavia, é suposto por maioria dos pesquisadores, que o elemento que mais rendia problemas eram as questões quanto a religião. E tudo muito ligado à Igreja da Inglaterra, conhecida também como Igreja Anglicana. E por outras, o não cumprimento ipsis litteris, ipsis verbis dos Antigos Regulamentos.

Passados 83 anos de “lutas” ou melhor, “brigas”, contados a partir de 1730, quando James Anderson diante de muito pressões dos Antigos, refez as antigas Constituições, que detinham formas bem mais próximo ao laicismo, para fazer desta de 1730, uma Constituição eminentemente confessional. Chegando-se em suas ações de práticas em templo, algo quase clerical.

Estas ações chegaram a extrapolar as coisas no templo, a ponto de causar espécie nas ordens sacerdotais. Daí grandes partes de antipatias.

E o que isto, tem a haver com os pretensos erros da nossa atual MAÇONARIA e sua pretensa e colocados adormecimentos?

Mutilações.

Foi neste período que a MAÇONARIA via de seus componentes iniciados, foi mais prodiga em criar (construir) Ritos.  Tudo para satisfazer egos de eminentes maçons, e angariar espaços maçônicos. Uma forma de sair do absoluto mandos (e diria, desmandos) da Grande Loja Unida da Inglaterra. Agora potência única.

Criou-se não só ritos com diversas linhas de conceitos maçônicos (alguns nem para isto eram maçônicos), vários consideravelmente adversos as questões cristãs, tanto quanto, um aumento de gradações (graus) despropositais. A ponto de grandes mestres maçons, e de grandes escritores maçons, já pela época, firmar que a real MAÇONARIA só existia em três racionais graus. Que eram: Aprendiz, Companheiro e Mestre.

Outra das grandes mutilações, foi as criações dos chamadas Landmarks. De todas as ordens, de todas as sortes. Ou para que desse ou viesse a alimentar as coisas dos egos de seus criadores, todas para fazerem frentes ao chamados Antigos Regulamentos.

Alinhe-se a tudo isto, que a MAÇONARIA, até idos do século 18, eram essencialmente elitistas. E diretamente governada por estes.

O exemplo maior deste elitismo foi e é ainda, a Grande Loja Unida da Inglaterra, onde todos os membros do Grão-Mestrado maior, tem que ter o título de Sir e ser anglicano, além do cargo de Grão-Mestre perpetuamente pertencer a Coroa inglesa.

A francesa, a segunda de maior porte, tinha também este grau de elitismo, segundo ao cargo de Grão-Mestre “dado”, pois em suma maioria era escolhido, pelo anterior, e dado a nobres, da nobreza francesa.

Nem tudo foi tão ruim, por estas épocas, devido a estas exceções elencadas. Um fato que tornava a MAÇONARIA forte, e operativa versus seus efeitos a sociedade, é que a maioria de seus grandes mestres e “governantes”, entenda-se veneráveis, eram cooptados dentre as pessoas mais destacadas na sociedade. Nas mais diferentes áreas.

Complementarmente, a àqueles que poderiam com seus esforços e capacidades profanas, enriquecer o quadro. Como grandes empresários.

Por outra, era muito comum ter gente dos vários poderes de uma nação: como gente do Executivo governante, do Judiciário, dos Militares, dos Políticos, e não se esquecendo pela época um outro poder, que era os religiosos nas suas eminências maiores.

Foi quando a MAÇONARIA não só fez lutas contra as ignorâncias religiosas, notadamente as da ICAR - Igreja Católica Apostólica Romana, como aos Reis, Imperadores em seus absolutismos e governos títeres. Daí ter podido produzir mudanças como se fez no Brasil, na Independência, na Libertação dos Escravos, e na questão interna de poder, na criação da República do Brasil.

Mas, na medida em que se foi conseguindo, vias de lutas de ideias, pois foram poucas as revoluções feita a sangues no Brasil, várias mudanças, atingindo ao que parece um ápice, seguiu-se a aparecer as antigas mutilações, mesmo que latentes.

Paradoxalmente, voltou-se para coisas religiosas, e na sua maior desgraça, dizer-se apolítica.

Maiores mutilações, que se tinham tornado latentes, que “caducos” mestres, e péssimos conhecedores da MAÇONARIA em sua história e conceitos, limitaram a ”eunucar” os maçons naquilo que a sociedade sempre consistiu em ser: POLÍTICA.

A faculdade maior da MAÇONARIA, para crescer e multiplicar-se inclusive em poderes, foi fazer todas as ordens de políticas, e passados não tão remotos assim, haja vista que nossa Proclamação da República feita por maçons, hoje, tem 128 anos. As maiores delas, a políticas de ideias e de ideais.

Á propósito disto, as questões políticas, se voltarmos ao passado tudo começa logo após, por incrível que possa parecer, devido a existência da Revolução Francesa, e sua duração até novembro de 1799.

Receosos, diria mais do que isto, até em desesperos, o Parlamento Britânico, devido ao grande boato de que foram os maçons franceses que havia instigado a Revolução Francesa, fizeram uma lei, pondo a MAÇONARIA britânica de joelhos.

Para não ser “dissolvida”, ou proibida de existir, tiveram os membros governantes da MAÇONARIA, nas pessoas dos dirigentes do Grão-Mestrado, fornecer obrigatoriamente, "por todos os dados civis", uma relação da existência de todos membros existentes, e mensalmente, uma relação de novos membros iniciados. Isto durou até o ano de 1967, quando enfim, se cessou tais obrigações. Porém foram mais de 160 de subalternizações!

Mas, o ranço ficou... Quem, mesmo nos dias de hoje já não ouvir dizer que é proibido se discutir política nos templos das Lojas...

Duvido, porém que achem quaisquer indícios, fora a lei do Parlamento britânico, que alguma Constituição Maçônica tenha inscrito isto como artigo proibitivo.

A ideia maléfica em dizer que política e religião poderia levar os maçons a desunião, é chamar o homem maçônico como um ser estúpido, a ponto de não poder discutir ideias e ideais.

Com esta balela, “eunucou-se” os maçons, ao fim, e ao ponto de hoje, ela estar dormente. Enfim...

Ao início, ou quase introito deste artigo, firmei a frase: “Deixando a modéstia de lado, tenho foro e presencial para afirmar isto”.

Como firmar estes pontos? Com exemplos...

Era Eu na venerança de um grande ir:. e amigo Eugênio Carbone, a convite do mesmo, como ofício, ser o Tesoureiro da Loja. Ao fim, dos meus mensais relatórios há como andava a Tesouraria no que concerne à valores, apresentar um item, em que dava como outras receitas, juros.

Chamou isto a atenção de um maçom, dos mais velhos mestres, aquele tipo dono de Loja, se insurgir, a colocação é esta, pois, se dizia indignado de Eu como maçom, estar agora fazendo da Loja, uma casa bancária, ou como se Eu fosse um agiota. Pois, “criminosamente” agira “em ganhar” juros.

E por que deste acintoso susto? É que antes de mim, todos os valores que era aferido a caixa da loja, era numa contas correntes, colocada num banco. Quando me tornei tesoureiro de imediato fiz abrir uma conta poupança, onde passei a apropriar todos os valores pela Loja recebida.

Devida a insurgência do irmão, não importa aqui citar o nome, do mesmo, haja vista, está muitíssimo vivo, e devido a forma grosseira, como me interpelou, lhe perguntei se era doido, ou vivia no mundo da lula, ou fora do Brasil.

Pois, vivíamos numa forma cavalar de inflação e se Eu não fizesse isto, uma forma de corrigir a perda pela inflação, mais dias menos dias, os valores se iriam deteriorando pela inflação, e o pior que iria ocorrer, era dos recursos não mais fazer face as nossas necessidades. Nunca mais teve o atrevimento de vir a me perguntar nada.

De outra feita, fiz uma questão numa de nossas reuniões porque a MAÇONARIA, ao que Eu sabia a época, pelos grãos-mestrados, ou a nível mesmo de Lojas, ainda não havia criado uma ONG, para com isto fazer os trabalhos para a comunidade profana, quiçá, até as maçônicas. Tendo em vista, recursos do governo que poderíamos fazer retornar a sociedade de formas, acho, bem aplicáveis.

Ouvi, tácita e estarrecido, que isto era impróprio a MAÇONARIA. Como? Impróprio por que? Seria crime... Do quê?

Pois é querido irmão Tibério de Sá Maia. Estamos caducos, adormecidos e intemporalmente, vivendo na idade média. Donde me parece, ficamos desde a Revolução Francesa.

Fernando Guilherme Neves Gueiros. Mestre Maçom.

Paulista, 14.06.2018.